{"id":3154585719,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/10514-audiencia-geral-na-oracao-deve-aprender-se-a-caminhar-sempre-papa-francisco"},"modified":"2025-11-07T16:34:40","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:40","slug":"audiencia-geral-na-oracao-deve-aprender-se-a-caminhar-sempre-papa-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/audiencia-geral-na-oracao-deve-aprender-se-a-caminhar-sempre-papa-francisco\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia-geral: \u00abNa ora\u00e7\u00e3o deve aprender-se a caminhar sempre\u00bb, Papa Francisco"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_pos_pandemia_200903103529.jpeg\" \/><\/p>\n<p><p><em>&#8220;Distra\u00e7\u00f5es, aridez e ac\u00eddia&#8221; foi o centro da catequese do Papa Francisco, na Audi\u00eancia Geral, desta quarta-feira, realizada no P\u00e1tio S\u00e3o D\u00e2maso<\/em><\/p>\n<p><strong>Catequese &#8211; 34.\u00a0<em>Distra\u00e7\u00f5es, aridez, ac\u00eddia<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/em><\/p>\n<p>Seguindo o exemplo do\u00a0<em><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/prima-pagina-cic_po.html\">Catecismo<\/a><\/em>, nesta catequese referimo-nos \u00e0 experi\u00eancia vivida da ora\u00e7\u00e3o, procurando mostrar algumas das suas dificuldades muito comuns, que devem ser identificadas e superadas. Rezar n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil: h\u00e1 muitas dificuldades que surgem na ora\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso conhec\u00ea-las, identific\u00e1-las e super\u00e1-las.<\/p>\n<p>O primeiro problema que se apresenta para aqueles que rezam \u00e9\u00a0<em>a distra\u00e7\u00e3o<\/em>\u00a0(cf. CIC,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/p4s1cap3_2697-2758_po.html#ARTIGO_2_\">2729<\/a>). Come\u00e7as a rezar e depois a mente roda, roda pelo mundo inteiro; o teu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 ali, a mente est\u00e1 acol\u00e1\u2026 a distra\u00e7\u00e3o da prece. A ora\u00e7\u00e3o convive frequentemente com a distra\u00e7\u00e3o. De facto, a mente humana tem dificuldade de se concentrar por muito tempo num \u00fanico pensamento. Todos n\u00f3s experimentamos este turbilh\u00e3o cont\u00ednuo de imagens e ilus\u00f5es em movimento perp\u00e9tuo, que nos acompanha at\u00e9 durante o sono. E todos sabemos que n\u00e3o \u00e9 bom dar seguimento a esta inclina\u00e7\u00e3o fragmentada.<\/p>\n<p>A luta para alcan\u00e7ar e manter a concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o se limita \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o se atinge um grau de concentra\u00e7\u00e3o suficiente, n\u00e3o se pode estudar com proveito, nem se pode trabalhar bem. Os atletas sabem que as competi\u00e7\u00f5es s\u00e3o ganhas n\u00e3o s\u00f3 pelo treino f\u00edsico, mas tamb\u00e9m pela disciplina mental: acima de tudo, pela capacidade de estarem concentrados e de manter alerta a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As distra\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o culpadas, mas devem ser combatidas. No patrim\u00f3nio da nossa f\u00e9 h\u00e1 uma virtude que \u00e9 frequentemente esquecida, mas que est\u00e1 muito presente no Evangelho. Chama-se \u201cvigil\u00e2ncia\u201d. E Jesus repete-o com frequ\u00eancia: \u201cVigiai. Rezai\u201d. O\u00a0<em><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/p4s1cap3_2697-2758_po.html#ARTIGO_2_\">Catecismo<\/a>\u00a0<\/em>menciona-a explicitamente na sua instru\u00e7\u00e3o sobre a ora\u00e7\u00e3o (cf. n. 2730). Jesus chama frequentemente os disc\u00edpulos ao dever de uma vida s\u00f3bria, guiada pelo pensamento de que mais cedo ou mais tarde ele voltar\u00e1, como um noivo volta das bodas ou um senhor da viagem. No entanto, sem saber o dia nem a hora do Seu regresso, todos os minutos da nossa vida s\u00e3o preciosos e n\u00e3o devem ser desperdi\u00e7ados em distra\u00e7\u00f5es. Num momento que n\u00e3o conhecemos, a voz do nosso Senhor ressoar\u00e1: nesse dia, bem-aventurados os servos que Ele encontrar\u00e1 laboriosos, ainda concentrados no que realmente importa. N\u00e3o se dispersaram perseguindo todas as atra\u00e7\u00f5es que lhes vinham \u00e0 mente, mas procuraram empreender o caminho certo, praticando o bem e desempenhando a pr\u00f3pria tarefa. Esta \u00e9 a distra\u00e7\u00e3o: que a imagina\u00e7\u00e3o roda, roda, roda\u2026 Santa Teresa definia esta imagina\u00e7\u00e3o que roda, roda na ora\u00e7\u00e3o, \u201ca louca de casa\u201d: \u00e9 como uma louca que te faz rodar, rodar\u2026 Devemos impedi-la e aprision\u00e1-la com a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>O tempo da aridez<\/em>\u00a0merece um discurso diferente. O\u00a0<em><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/p4s1cap3_2697-2758_po.html#ARTIGO_2_\">Catecismo<\/a><\/em>\u00a0descreve-o deste modo: \u00abO cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 seco, sem gosto pelos pensamentos, lembran\u00e7as e sentimentos, mesmo espirituais. \u00c9 o momento da f\u00e9 pura, que se aguenta fielmente ao lado de Jesus na agonia e no sepulcro\u00bb (n. 2731). A aridez faz-nos pensar na Sexta-Feira Santa, na noite e no S\u00e1bado Santo, o dia inteiro: Jesus n\u00e3o est\u00e1 presente, est\u00e1 no sepulcro; Jesus morreu: estamos sozinhos. E este \u00e9 o pensamento-m\u00e3e da aridez. Muitas vezes n\u00e3o sabemos quais s\u00e3o as raz\u00f5es da aridez: pode depender de n\u00f3s, mas tamb\u00e9m de Deus, que permite certas situa\u00e7\u00f5es na vida exterior ou interior. Ou, \u00e0s vezes, pode ser uma dor de cabe\u00e7a ou um no f\u00edgado que te impede de entrar na ora\u00e7\u00e3o. Com frequ\u00eancia n\u00e3o sabemos a raz\u00e3o. Os mestres espirituais descrevem a experi\u00eancia da f\u00e9 como uma altern\u00e2ncia cont\u00ednua de tempos de consola\u00e7\u00e3o e tempos de desola\u00e7\u00e3o; momentos em que tudo \u00e9 f\u00e1cil, enquanto outros s\u00e3o marcados por uma grande dificuldade. Muitas vezes, ao encontrarmos um amigo, dizemos: \u201cComo est\u00e1s?\u201d\u00a0 \u2013 \u201cHoje sinto-me abatido\u201d. Acontece que \u00e0s vezes nos sentimo \u201cabatidos\u201d, isto \u00e9, n\u00e3o temos sentimentos, n\u00e3o temos consola\u00e7\u00e3o, n\u00e3o aguentamos mais. S\u00e3o aqueles dias cinzentos\u2026 e existem muitos na vida! Mas o perigo \u00e9 ter o cora\u00e7\u00e3o cinzento: quando este \u201csentir-se abatido\u201d chega ao cora\u00e7\u00e3o e o faz adoecer\u2026 e h\u00e1 pessoas que vivem com o cora\u00e7\u00e3o cinzento. Isto \u00e9 terr\u00edvel: n\u00e3o se pode rezar, n\u00e3o se pode sentir consola\u00e7\u00e3o com o cora\u00e7\u00e3o cinzento! Ou n\u00e3o se pode levar adiante uma aridez espiritual com o cora\u00e7\u00e3o cinzento. O cora\u00e7\u00e3o deve ser aberto e luminoso, para que entre a luz do Senhor. E se n\u00e3o entrar, \u00e9 preciso aguard\u00e1-la com esperan\u00e7a. Mas n\u00e3o devemos fech\u00e1-la no cinzento.<\/p>\n<p>Depois, algo diverso \u00e9 a\u00a0<em>ac\u00e9dia<\/em>, outro defeito, outro v\u00edcio, que \u00e9 uma verdadeira tenta\u00e7\u00e3o contra a ora\u00e7\u00e3o e, mais geralmente, contra a vida crist\u00e3. A ac\u00e9dia \u00e9 \u00abuma forma de depress\u00e3o devida ao relaxamento da ascese, \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da vigil\u00e2ncia, \u00e0 neglig\u00eancia do cora\u00e7\u00e3o\u00bb (CIC,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/p4s1cap3_2697-2758_po.html#ARTIGO_2_\">2733<\/a>). \u00c9 um dos sete \u201cpecados capitais\u201d pois, alimentado pela presun\u00e7\u00e3o, pode levar \u00e0 morte da alma.<\/p>\n<p>O que devemos fazer, ent\u00e3o, nesta sucess\u00e3o de entusiasmos e des\u00e2nimos? Deve-se aprender a caminhar sempre. O verdadeiro progresso na vida espiritual n\u00e3o consiste em multiplicar os \u00eaxtases, mas em ser capaz de perseverar em tempos dif\u00edceis: caminha, caminha, caminha\u2026 E se te sentires cansado, p\u00e1ra um pouco e volta a caminhar. Mas com perseveran\u00e7a. Recordemos a par\u00e1bola de S\u00e3o Francisco sobre a alegria perfeita: n\u00e3o \u00e9 nas infinitas fortunas que caem do c\u00e9u que se mede a capacidade de um frade, mas em caminhar com const\u00e2ncia, mesmo quando n\u00e3o se \u00e9 reconhecido, mesmo quando se \u00e9 maltratado, ou quando tudo perdeu o sabor do princ\u00edpio. Todos os santos passaram por este \u201cvale escuro\u201d, e n\u00e3o nos escandalizemos se, lendo os seus di\u00e1rios, ouvirmos o relato de noites de ora\u00e7\u00e3o sem vontade, vivida sem gosto. Temos de aprender a dizer: \u201cAinda que Tu, meu Deus, pare\u00e7as fazer tudo para que eu deixe de acreditar em Ti, continuo a rezar a Ti\u201d. Os crentes nunca apagam a ora\u00e7\u00e3o! Por vezes pode assemelhar-se \u00e0 ora\u00e7\u00e3o de Job, o qual n\u00e3o aceita que Deus o trate injustamente, protesta e chama-o em ju\u00edzo. Mas, muitas vezes, protestar diante de Deus \u00e9 tamb\u00e9m um modo de rezar ou, como dizia aquela velhinha, \u201czangar-se com Deus tamb\u00e9m \u00e9 um modo de rezar\u201d, pois com frequ\u00eancia o filho zanga-se com o pai: \u00e9 um modo de se relacionar com o pai; pois reconhece-o como \u201cpai\u201d, zanga-se\u2026<\/p>\n<p>E tamb\u00e9m n\u00f3s, que somos muito menos santos e pacientes do que Job, sabemos que no final, no fim deste tempo de desola\u00e7\u00e3o, em que elev\u00e1mos ao C\u00e9u gritos silenciosos e muitos \u201cporqu\u00eas?\u201d, Deus responder-nos-\u00e1. N\u00e3o esque\u00e7ais a ora\u00e7\u00e3o do \u201cporqu\u00ea?\u201d: \u00e9 a prece que recitam as crian\u00e7as quando come\u00e7am a n\u00e3o entender as coisas e os psic\u00f3logos definem-na \u201ca idade dos porqu\u00eas\u201d, pois a crian\u00e7a pergunta ao pai: \u201cPai, porqu\u00ea\u2026? Pai, porqu\u00ea\u2026? Papai, porqu\u00ea\u2026?\u201d. Mas prestemos aten\u00e7\u00e3o: a crian\u00e7a n\u00e3o ouve a resposta do pai. O pai come\u00e7a a responder e a crian\u00e7a apresenta outro\u00a0<em>porqu\u00ea<\/em>. S\u00f3 quer chamar para si a aten\u00e7\u00e3o do pa; e quando nos zangamos um pouco com Deus e come\u00e7amos a pronunciar os\u00a0<em>porqu\u00eas<\/em>, estamos a atrair o cora\u00e7\u00e3o do nosso Pai na dire\u00e7\u00e3o da nossa mis\u00e9ria, da nossa dificuldade, da nossa vida. Mas sim, tende coragem de dizer a Deus: \u201cMas porqu\u00ea\u2026?\u201d. Pois \u00e0s vezes, zangar-se um pouco faz bem, faz-nos despertar esta rela\u00e7\u00e3o de filho com o Pai, de filha com o Pai, que devemos manter com Deus. E at\u00e9 as nossas express\u00f5es mais duras e amargas, Ele as acolher\u00e1 com o amor de um pai, e consider\u00e1-las-\u00e1 como um ato de f\u00e9, como uma ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Educris a partir do original em italiano<\/p>\n<p>19.05.2021<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Distra\u00e7\u00f5es, aridez e ac\u00eddia&#8221; foi o centro da catequese do Papa Francisco, na Audi\u00eancia Geral, desta quarta-feira, realizada no P\u00e1tio [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":322887213,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-3154585719","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3154585719","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3154585719"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3154585719\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294995952,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3154585719\/revisions\/4294995952"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/322887213"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3154585719"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3154585719"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3154585719"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}