{"id":3183880036,"date":"2023-02-01T00:00:00","date_gmt":"2023-02-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11939-congo-papa-exorta-cristaos-a-serem-testemunhas-do-amor-louco-de-deus"},"modified":"2023-02-01T00:00:00","modified_gmt":"2023-02-01T00:00:00","slug":"congo-papa-exorta-cristaos-a-serem-testemunhas-do-amor-louco-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/congo-papa-exorta-cristaos-a-serem-testemunhas-do-amor-louco-de-deus\/","title":{"rendered":"Congo: Papa exorta crist\u00e3os a serem \u00abtestemunhas do Amor louco de Deus\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_sudao_2023_230202093119.jpg\"\/><\/p>\n<p><p><em>No primeiro &#8216;banho&#8217; de multid\u00e3o, em pleno aeroporto &#8216;Ndolo&#8217;, na primeira etapa de uma viagem que o leva a dois pa\u00edses em delicados processos de paz, o Papa Francisco celebrou eucaristia para mais de um milh\u00e3o de pessoas. Na sua homilia Francisco desafiou as popula\u00e7\u00f5es, e os respons\u00e1veis pol\u00edticos, a &#8220;uma grande amnistia do cora\u00e7\u00e3o&#8221;, e lembrou os crist\u00e3os da sua miss\u00e3o de serem a &#8220;consci\u00eancia de paz no mundo&#8221;<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a homilia do Santo Padre<\/p>\n<p><em>Esengo<\/em>\u00a0\u2013 alegria! A alegria de vos ver e encontrar \u00e9 grande; muito desejei este momento (fez-nos esperar um ano!). Obrigado por terdes vindo aqui!<\/p>\n<p>O Evangelho acaba de nos dizer que tamb\u00e9m a alegria dos disc\u00edpulos era grande na tarde de P\u00e1scoa, e que esta alegria brotou ao \u00abverem o Senhor\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a020, 20). Naquele clima de alegria e maravilha, o Ressuscitado fala aos seus. E que lhes diz? Come\u00e7a por quatro palavras: \u00ab<em>A paz esteja convosco!<\/em>\u00bb (20, 19). Trata-se de uma sauda\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 mais do que uma sauda\u00e7\u00e3o: \u00e9 um dom. Porque a paz, aquela paz anunciada pelos anjos na noite de Bel\u00e9m (cf.\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a02, 14), aquela paz que Jesus prometeu deixar aos seus (cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a014, 27), \u00e9 agora, pela primeira vez, entregue solenemente aos disc\u00edpulos. A paz de Jesus, que tamb\u00e9m nos \u00e9 dada em cada Missa, \u00e9 pascal: chega com a ressurrei\u00e7\u00e3o, porque antes o Senhor devia derrotar os nossos inimigos, o pecado e a morte, e reconciliar o mundo com o Pai; devia experimentar a nossa solid\u00e3o e o nosso abandono, os nossos infernos, abra\u00e7ar e preencher as dist\u00e2ncias que nos separavam da vida e da esperan\u00e7a. Agora, superadas as dist\u00e2ncias entre C\u00e9u e terra, entre Deus e homem, a paz de Jesus \u00e9 dada aos disc\u00edpulos.<\/p>\n<p>Metamo-nos, pois, na pele deles. Naquele dia, estavam completamente atordoados pelo esc\u00e2ndalo da cruz, feridos interiormente por terem abandonado Jesus pondo-se em fuga, dececionados com o ep\u00edlogo do seu caso, temerosos de acabar como Ele. Havia neles sentimentos de culpa, frustra\u00e7\u00e3o, tristeza, medo&#8230; Pois bem! Jesus proclama a paz enquanto no cora\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos existem os escombros, anuncia a vida enquanto eles sentem dentro a morte. Por outras palavras, a paz de Jesus chega no momento em que, para eles, tudo parecia acabado, no momento menos aguardado e mais inesperado, quando n\u00e3o havia vislumbres de paz. Assim faz o Senhor: surpreende-nos, estende-nos a m\u00e3o quando estamos prestes a afundar, levanta-nos quando tocamos o fundo. Irm\u00e3os, irm\u00e3s, com Jesus o mal nunca triunfa, nunca tem a \u00faltima palavra. \u00abCom efeito, Ele \u00e9 a nossa paz\u00bb (<em>Ef<\/em>\u00a02, 14), e a sua paz vence sempre. Por isso n\u00f3s que pertencemos a Jesus, n\u00e3o podemos deixar prevalecer em n\u00f3s a tristeza, n\u00e3o podemos permitir que se insinuem resigna\u00e7\u00e3o e fatalismo. Se ao nosso redor se respira este clima, que n\u00e3o seja por nossa causa: num mundo desanimado com a viol\u00eancia e a guerra, os crist\u00e3os fazem como Jesus. Ele, como que insistindo, repetiu para os disc\u00edpulos:\u00a0<em>Paz! A paz esteja convosco!<\/em>\u00a0(cf.\u00a0<em>Jo<\/em>\u00a020, 19.21); e n\u00f3s somos chamados a assumir e proclamar ao mundo este inesperado e prof\u00e9tico an\u00fancio do Senhor, an\u00fancio de paz.<\/p>\n<p>Mas, podemos perguntar-nos: Como guardar e cultivar a paz de Jesus? Ele pr\u00f3prio nos indica tr\u00eas\u00a0<em>nascentes de paz<\/em>, tr\u00eas fontes para continuar a aliment\u00e1-la. S\u00e3o o perd\u00e3o, a comunidade e a miss\u00e3o.<\/p>\n<p>Vejamos a primeira fonte:\u00a0<em>o perd\u00e3o<\/em>. Jesus diz aos seus: \u00ab\u00c0queles a quem perdoardes os pecados, ficar\u00e3o perdoados\u00bb (20, 23). Mas Ele, antes de dar aos ap\u00f3stolos o poder de perdoar, perdoa-os; n\u00e3o com palavras, mas com um gesto, o primeiro que o Ressuscitado realiza diante deles. Como diz o Evangelho, \u00abmostrou-lhes as m\u00e3os e o peito\u00bb (20, 20). Ou seja, mostra as chagas, oferece-lhas, porque o perd\u00e3o nasce das feridas. Nasce quando as feridas sofridas n\u00e3o deixam cicatrizes de \u00f3dio, mas tornam-se o lugar onde se d\u00e1 espa\u00e7o aos outros acolhendo as suas debilidades. Ent\u00e3o as fragilidades tornam-se oportunidades, e o perd\u00e3o torna-se o caminho da paz. N\u00e3o se trata de esquecer tudo como se nada fosse, mas de abrir aos outros o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o com amor. \u00c9 assim que faz Jesus: diante da mis\u00e9ria de quem O renegou e abandonou, mostra as feridas e abre a fonte da miseric\u00f3rdia. N\u00e3o usa muitas palavras, mas abre de par em par o seu cora\u00e7\u00e3o ferido, para nos dizer que Ele est\u00e1 sempre ferido de amor por n\u00f3s.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os, irm\u00e3s, quando a culpa e a tristeza nos oprimem, quando as coisas n\u00e3o correm bem, sabemos para onde olhar: para as chagas de Jesus, pronto a perdoar-nos com o seu amor ferido e infinito. Ele conhece as tuas feridas, conhece as feridas do teu pa\u00eds, do teu povo, da tua terra! S\u00e3o feridas que ardem, continuamente infetadas pelo \u00f3dio e a viol\u00eancia, enquanto o rem\u00e9dio da justi\u00e7a e o b\u00e1lsamo da esperan\u00e7a parecem nunca mais chegar. Irm\u00e3o, irm\u00e3, Jesus sofre contigo, v\u00ea as feridas que carregas dentro e deseja consolar-te e curar-te, oferecendo-te o seu Cora\u00e7\u00e3o ferido. Ao teu cora\u00e7\u00e3o, Deus repete as palavras que disse hoje por meio do profeta Isa\u00edas: \u00abHei de cur\u00e1-lo e gui\u00e1-lo, prodigando-lhe reconforto\u00bb (<em>Is<\/em>\u00a057, 18).<\/p>\n<p>Hoje, juntos, acreditamos que, com Jesus, sempre temos a possibilidade de ser perdoados e de recome\u00e7ar, bem como a for\u00e7a de nos perdoarmos a n\u00f3s mesmos, aos outros e \u00e0 hist\u00f3ria! \u00c9 isto que Cristo deseja: ungir-nos com o seu perd\u00e3o, para nos dar a paz e a coragem de por nossa vez perdoar, a coragem de realizar uma grande\u00a0<em>amnistia do cora\u00e7\u00e3o<\/em>. Faz-nos t\u00e3o bem limpar o cora\u00e7\u00e3o da ira, dos remorsos, de todo o rancor e \u00f3dio! Queridos amigos, que hoje seja o momento de gra\u00e7a para acolher e viver o perd\u00e3o de Jesus! Seja o momento certo para ti, que carregas um fardo pesado no cora\u00e7\u00e3o e precisas que seja tirado para voltar a respirar. E que seja o momento prop\u00edcio para ti, que, neste pa\u00eds, te dizes crist\u00e3o e todavia praticas a viol\u00eancia; a ti diz o Senhor: \u00abDep\u00f5e as armas, abra\u00e7a a miseric\u00f3rdia\u00bb. E a todos os feridos e oprimidos deste povo, diz: \u00abN\u00e3o tenhais medo de colocar as vossas feridas nas minhas, as vossas chagas nas minhas chagas\u00bb! Fa\u00e7amo-lo, irm\u00e3os e irm\u00e3s! N\u00e3o tenhais medo de retirar o Crucifixo do pesco\u00e7o e dos bolsos, pegar nele na m\u00e3o e estreit\u00e1-lo ao cora\u00e7\u00e3o para partilhar as vossas feridas com as de Jesus. Ao regressar a casa, tomai tamb\u00e9m o Crucifixo que tendes e abra\u00e7ai-o. Demos a Cristo a possibilidade de nos sarar o cora\u00e7\u00e3o, entreguemos-Lhe o passado, todo o medo e afli\u00e7\u00e3o. Como \u00e9 bom abrir \u00e0 sua paz as portas do cora\u00e7\u00e3o e as de casa! E por que n\u00e3o escrever no vosso quarto, na vossa roupa, no exterior da vossa casa as suas palavras:\u00a0<em>A paz esteja convosco<\/em>? Mostrai-as; ser\u00e3o uma profecia para o pa\u00eds, a b\u00ean\u00e7\u00e3o do Senhor sobre quem encontrais.\u00a0<em>A paz esteja convosco<\/em>: deixemo-nos perdoar por Deus e perdoemo-nos entre n\u00f3s!<\/p>\n<p>Vejamos agora a segunda fonte da paz:\u00a0<em>a comunidade<\/em>. Jesus ressuscitado n\u00e3o Se dirige a cada um dos disc\u00edpulos, mas encontra-os juntos: fala-lhes no plural, e confia a sua paz \u00e0 primeira comunidade. N\u00e3o h\u00e1 cristianismo sem comunidade, tal como n\u00e3o h\u00e1 paz sem fraternidade. Mas como comunidade, para onde caminhar? Aonde ir para encontrar a paz? Voltemos a fixar os disc\u00edpulos. Antes da P\u00e1scoa, seguiam Jesus, mas raciocinavam ainda de forma demasiado humana: tinham as suas esperan\u00e7as num Messias conquistador que expulsaria os inimigos, realizaria prod\u00edgios e milagres, aumentaria o prest\u00edgio e o sucesso deles. Mas estes desejos mundanos deixaram-nos de m\u00e3os vazias; pior, tiraram a paz \u00e0 comunidade, gerando discuss\u00f5es e oposi\u00e7\u00f5es (cf.\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a09, 46; 22, 24). E o mesmo risco existe tamb\u00e9m para n\u00f3s: estar juntos, mas caminhar sozinhos, procurando na sociedade, mas tamb\u00e9m na Igreja, o poder, a carreira, as ambi\u00e7\u00f5es&#8230; Assim, por\u00e9m, segue-se o pr\u00f3prio eu em vez do verdadeiro Deus e acaba-se como aqueles disc\u00edpulos: fechados em casa, vazios de esperan\u00e7a e cheios de medo e desilus\u00e3o. Mas na P\u00e1scoa voltam a encontrar o caminho da paz gra\u00e7as a Jesus, que sopra sobre eles dizendo: \u00abRecebei o Esp\u00edrito Santo\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a020, 22). Gra\u00e7as ao Esp\u00edrito Santo, deixar\u00e3o de olhar para aquilo que os divide, mas fixar-se-\u00e3o no que os une; ir\u00e3o pelo mundo n\u00e3o a pensar em si mesmos, mas nos outros; n\u00e3o para ter visibilidade, mas para dar esperan\u00e7a; n\u00e3o para ganhar apoiantes, mas para gastar jubilosamente a vida pelo Senhor e pelos outros.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os, irm\u00e3s, o nosso perigo \u00e9 seguir o esp\u00edrito do mundo, e n\u00e3o o de Cristo. E qual \u00e9 o caminho para n\u00e3o cair nas ciladas do poder e do dinheiro, para n\u00e3o ceder \u00e0s divis\u00f5es, \u00e0s lisonjas do carreirismo que corroem a comunidade, \u00e0s falsas ilus\u00f5es do prazer e da feiti\u00e7aria que nos encerram em n\u00f3s mesmos? O Senhor no-lo sugere, mais uma vez atrav\u00e9s do profeta Isa\u00edas, dizendo: \u00abEstou com as pessoas acabrunhadas e humilhadas, para reanimar os humildes, para reanimar o cora\u00e7\u00e3o dos deprimidos\u00bb (57, 15). O caminho \u00e9 partilhar com os pobres: tal \u00e9 o melhor ant\u00eddoto contra a tenta\u00e7\u00e3o de nos dividir e mundanizar. Ter a coragem de olhar para os pobres e escut\u00e1-los, porque s\u00e3o membros da nossa comunidade, e n\u00e3o estranhos que devem ser abolidos da vista e da consci\u00eancia. Abrir o cora\u00e7\u00e3o aos outros, em vez de o fechar nos pr\u00f3prios problemas ou nas pr\u00f3prias vaidades. Recomecemos dos pobres e descobriremos que todos compartilhamos a pobreza interior; que todos precisamos do Esp\u00edrito de Deus para nos libertar do esp\u00edrito do mundo; que a humildade \u00e9 a grandeza do crist\u00e3o, e a fraternidade a sua verdadeira riqueza. Acreditemos na comunidade e, com a ajuda de Deus, edifiquemos uma Igreja vazia de esp\u00edrito mundano e cheia de Esp\u00edrito Santo, livre de riquezas para n\u00f3s mesmos e repleta de amor fraterno!<\/p>\n<p>Chegamos, enfim, \u00e0 terceira fonte da paz:\u00a0<em>a miss\u00e3o<\/em>. Jesus diz aos disc\u00edpulos: \u00abAssim como o Pai Me enviou, tamb\u00e9m Eu vos envio a v\u00f3s\u00bb (<em>Jo<\/em>\u00a020, 21). Envia-nos como o Pai O enviou a Ele. E como foi que o Pai O enviou ao mundo? Enviou-O para servir e dar a vida em resgate pela humanidade (cf.\u00a0<em>Mc<\/em>\u00a010, 45), para manifestar a sua miseric\u00f3rdia por cada um (cf.\u00a0<em>Lc<\/em>\u00a015), para procurar os que andam longe (cf.\u00a0<em>Mt<\/em>\u00a09, 13). Numa palavra, enviou-O para\u00a0<em>todos<\/em>: n\u00e3o s\u00f3 para os justos, mas para todos. Ressoam neste sentido ainda as palavras de Isa\u00edas: \u00abPaz para os de longe e os de perto \u2013 diz o Senhor\u00bb (57, 19). Em primeiro lugar, aos distantes e tamb\u00e9m aos vizinhos; n\u00e3o s\u00f3 aos \u00abnossos\u00bb, mas\u00a0<em>a todos<\/em>.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os, irm\u00e3s, somos chamados a ser mission\u00e1rios de paz, e isto nos encher\u00e1 de paz. Trata-se duma op\u00e7\u00e3o: \u00e9 dar espa\u00e7o a todos no cora\u00e7\u00e3o, \u00e9 acreditar que as diferen\u00e7as \u00e9tnicas, regionais, sociais, religiosas e culturais v\u00eam em segundo lugar e n\u00e3o s\u00e3o obst\u00e1culo; que os outros s\u00e3o irm\u00e3os e irm\u00e3s, membros da mesma comunidade humana; que cada um \u00e9 destinat\u00e1rio da paz trazida ao mundo por Jesus. \u00c9 acreditar que n\u00f3s, crist\u00e3os, somos chamados a colaborar com todos, a romper a espiral da viol\u00eancia, a desmantelar os enredos do \u00f3dio. \u00c9 verdade! Enviados por Cristo, os crist\u00e3os s\u00e3o chamados, por defini\u00e7\u00e3o, a ser\u00a0<em>consci\u00eancia de paz no mundo<\/em>: n\u00e3o s\u00f3 consci\u00eancias cr\u00edticas, mas sobretudo testemunhas de amor; n\u00e3o pretendentes dos pr\u00f3prios direitos, mas dos do Evangelho, que s\u00e3o a fraternidade, o amor e o perd\u00e3o; n\u00e3o indiv\u00edduos \u00e0 procura dos pr\u00f3prios interesses, mas mission\u00e1rios daquele amor louco que Deus tem por cada um dos seres humanos.<\/p>\n<p><em>A paz esteja convosco<\/em>: diz Jesus hoje a cada fam\u00edlia, comunidade, etnia, bairro e cidade deste grande pa\u00eds.\u00a0<em>A paz esteja convosco<\/em>: deixemos que ressoem no cora\u00e7\u00e3o, em sil\u00eancio, estas palavras de nosso Senhor. Ou\u00e7amo-las dirigidas a n\u00f3s e escolhamos ser testemunhas de\u00a0<em>perd\u00e3o<\/em>, protagonistas na\u00a0<em>comunidade<\/em>, pessoas em\u00a0<em>miss\u00e3o<\/em>\u00a0de paz no mundo.<\/p>\n<p><em>Moto azal\u00ed na matoi ma koyoka<\/em>\u00a0[Quem tem ouvidos para ouvir]<\/p>\n<p><em>R\/ Ayoka\u00a0<\/em>[ou\u00e7a]<em><\/em><\/p>\n<p><em>Moto azal\u00ed na motema mwa kondima<\/em>\u00a0[Quem tem cora\u00e7\u00e3o para aderir]<\/p>\n<p><em>R\/Andima\u00a0<\/em>[adira].<\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p>\n<p>Educris|01.02.2023<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No primeiro &#8216;banho&#8217; de multid\u00e3o, em pleno aeroporto &#8216;Ndolo&#8217;, na primeira etapa de uma viagem que o leva a dois [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3375965624,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-3183880036","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3183880036","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3183880036"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3183880036\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3375965624"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3183880036"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3183880036"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3183880036"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}