{"id":3378696313,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11326-vaticano-com-os-idosos-a-nossa-civilizacao-avanca-de-uma-forma-madura-afirma-o-papa"},"modified":"2025-11-07T16:34:43","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:43","slug":"vaticano-com-os-idosos-a-nossa-civilizacao-avanca-de-uma-forma-madura-afirma-o-papa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/vaticano-com-os-idosos-a-nossa-civilizacao-avanca-de-uma-forma-madura-afirma-o-papa\/","title":{"rendered":"Vaticano: \u00abCom os idosos a nossa civiliza\u00e7\u00e3o avan\u00e7a de uma forma madura\u00bb, afirma o Papa"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_2021_210901113922.jpeg\" \/><\/p>\n<p><p><em>Francisco voltou a refletir sobre o papel dos idosos na constru\u00e7\u00e3o social e lembrou que eles s\u00e3o as primeiras v\u00edtimas da \u201ccultura de descarte. Para o Papa os mais velhos s\u00e3o fundamentais para alimentar o \u201cesp\u00edrito de fraternidade\u201d<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a catequese do Papa Francisco<\/p>\n<p><strong>Catequese sobre a Velhice 5.\u00a0<em>A fidelidade \u00e0 visita de Deus para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Prezados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/p>\n<p>No nosso itiner\u00e1rio de catequeses sobre o tema da velhice, hoje olhamos para o terno quadro pintado pelo evangelista S\u00e3o Lucas, que mostra a cena de duas figuras de idosos, Sime\u00e3o e Ana. A sua raz\u00e3o de vida, antes de se despedir deste mundo, \u00e9 aguardar a visita de Deus. Esperavam que os visitasse Deus, ou seja, Jesus. Sime\u00e3o sabe, atrav\u00e9s de uma premoni\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, que n\u00e3o morrer\u00e1 antes de ter visto o Messias. Ana vai ao templo todos os dias, dedicando-se ao seu servi\u00e7o. Ambos reconhecem a presen\u00e7a do Senhor no Menino Jesus, que enche de consola\u00e7\u00e3o a sua longa espera e tranquiliza a sua despedida da vida. Esta \u00e9 uma cena de encontro com Jesus, e de despedida.<\/p>\n<p>O que podemos aprender com estas duas figuras de anci\u00e3os cheios de vitalidade espiritual?<\/p>\n<p>Entretanto, aprendemos que a fidelidade da espera\u00a0<em>agu\u00e7a os sentidos<\/em>. De resto, como sabemos, o Esp\u00edrito Santo faz exatamente isto:\u00a0<em>ilumina os sentidos<\/em>. No antigo hino\u00a0<em>Veni Creator Spiritus<\/em>, com que ainda hoje invocamos o Esp\u00edrito Santo, dizemos:\u00a0<em>\u00abAccende lumen sensibus\u00bb<\/em>, acende uma luz para os sentidos, ilumina os nossos sentidos. O Esp\u00edrito \u00e9 capaz de o fazer: agu\u00e7a os sentidos da alma, apesar dos limites e das feridas dos sentidos do corpo. A velhice debilita, de uma forma ou de outra, a sensibilidade do corpo: um \u00e9 mais cego, outro \u00e9 mais surdo&#8230; No entanto, uma velhice que se exerceu na expetativa da visita de Deus n\u00e3o perder\u00e1 a sua passagem: ali\u00e1s, estar\u00e1 ainda mais pronta para a colher, ter\u00e1 mais sensibilidade para receber o Senhor quando Ele passar. Recordemos que a atitude do crist\u00e3o consiste em estar atento \u00e0s visitas do Senhor, porque o Senhor entra na nossa vida com inspira\u00e7\u00f5es, com o convite a sermos melhores. E Santo Agostinho dizia: \u201cTenho medo de Deus quando Ele passa\u201d &#8211; \u201cMas por que tens medo?\u201d &#8211; \u201cTenho medo de n\u00e3o o ver e deix\u00e1-lo passar\u201d. \u00c9 o Esp\u00edrito Santo que prepara os sentidos para compreender quando o Senhor nos visita, como fez com Sime\u00e3o e Ana.<\/p>\n<p>Hoje, mais do que nunca, precisamos disto: temos necessidade de\u00a0<em>uma velhice dotada de sentidos espirituais vivos\u00a0<\/em>e capaz de reconhecer os sinais de Deus, ou seja, o Sinal de Deus, que \u00e9 Jesus. Um sinal que sempre nos p\u00f5e em crise: Jesus p\u00f5e-nos em crise porque \u00e9 \u00absinal de contradi\u00e7\u00e3o\u00bb (<em>Lc\u00a0<\/em>2, 34) &#8211; mas que nos enche de alegria. Porque a crise n\u00e3o nos traz necessariamente tristeza, n\u00e3o: estar em crise, prestando servi\u00e7o ao Senhor, muitas vezes d\u00e1-nos paz e alegria. A\u00a0<em>anestesia dos sentidos espirituais<\/em>\u00a0&#8211; e isto \u00e9 terr\u00edvel &#8211; a anestesia dos sentidos espirituais, na excita\u00e7\u00e3o e atordoamento dos sentidos do corpo, \u00e9 uma s\u00edndrome generalizada numa sociedade que cultiva a ilus\u00e3o da juventude eterna, e a sua carater\u00edstica mais perigosa consiste em ser quase inconsciente. N\u00e3o se tem a consci\u00eancia de estar anestesiado. E isto acontece: sempre ocorreu e continua a acontecer nos nossos tempos. Os sentidos anestesiados, sem compreender o que acontece; os sentidos interiores, os sentidos do esp\u00edrito para compreender a presen\u00e7a de Deus ou a presen\u00e7a do mal, anestesiados, n\u00e3o distinguem.<\/p>\n<p>Quando perdemos a sensibilidade do tato ou do paladar, damo-nos imediatamente conta. A da alma, a sensibilidade da alma, ao contr\u00e1rio, podemos ignor\u00e1-la por muito tempo, viver sem nos darmos conta de que perdemos a sensibilidade da alma. Ela n\u00e3o se refere simplesmente ao pensamento de Deus ou da religi\u00e3o. A insensibilidade dos sentidos espirituais diz respeito \u00e0 compaix\u00e3o e \u00e0 piedade, \u00e0 vergonha e ao remorso, \u00e0 fidelidade e \u00e0 dedica\u00e7\u00e3o, \u00e0 ternura e \u00e0 honra, \u00e0 responsabilidade pr\u00f3pria e \u00e0 dor pelo pr\u00f3ximo. \u00c9 curioso: a insensibilidade n\u00e3o te faz compreender a compaix\u00e3o, n\u00e3o te faz entender a piedade, n\u00e3o te faz sentir vergonha ou remorso por teres feito algo mau. \u00c9 assim: os sentidos espirituais anestesiados confundem tudo e, espiritualmente, j\u00e1 n\u00e3o sentimos tais coisas. E a velhice torna-se, por assim dizer, a primeira perda, a primeira v\u00edtima desta perda de sensibilidade. Numa sociedade que exerce a sensibilidade sobretudo por prazer, s\u00f3 pode haver a perda de aten\u00e7\u00e3o pelos mais fr\u00e1geis e prevalecer a competi\u00e7\u00e3o dos vencedores. \u00c9 assim que se perde a sensibilidade. Certamente, a ret\u00f3rica da inclus\u00e3o \u00e9 a f\u00f3rmula ritual de cada discurso politicamente correto. Mas ainda n\u00e3o confere uma verdadeira corre\u00e7\u00e3o \u00e0s pr\u00e1ticas da normal conviv\u00eancia:\u00a0<em>uma cultura da ternura social tem dificuldade de crescer<\/em>. N\u00e3o: o esp\u00edrito da fraternidade humana &#8211; que julguei necess\u00e1rio relan\u00e7ar com for\u00e7a &#8211; \u00e9 como uma pe\u00e7a de vesti\u00e1rio descartada, para admirar, sim, mas&#8230; num museu. Perde-se a sensibilidade humana, perdem-se estes movimentos do esp\u00edrito que nos tornam humanos.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade, na vida real podemos observar, com comovente gratid\u00e3o, muitos jovens capazes de honrar at\u00e9 ao fundo esta fraternidade. Mas o problema \u00e9 exatamente este: existe um descarte, um descarte culpado, entre o testemunho desta linfa vital da ternura social e o conformismo que obriga a juventude a contar a sua hist\u00f3ria de modo completamente diferente. O que podemos fazer para preencher esta lacuna?<\/p>\n<p>Da narra\u00e7\u00e3o de Sime\u00e3o e Ana, mas tamb\u00e9m de outras hist\u00f3rias b\u00edblicas da velhice sens\u00edvel ao Esp\u00edrito, vem uma indica\u00e7\u00e3o oculta que merece ser trazida \u00e0 tona. Em que consiste concretamente a revela\u00e7\u00e3o que estimula a sensibilidade de Sime\u00e3o e Ana? Consiste em reconhecer numa crian\u00e7a, que eles n\u00e3o geraram e que veem pela primeira vez, o sinal certo da visita de Deus. Eles aceitam que\u00a0<em>n\u00e3o s\u00e3o protagonistas, mas apenas testemunhas<\/em>. E quando um indiv\u00edduo aceita n\u00e3o ser protagonista, mas se compromete como testemunha, tudo bem: aquele homem, aquela mulher, amadurece bem. Mas se tiver sempre vontade de ser protagonista, nunca amadurecer\u00e1 neste caminho rumo \u00e0 plenitude da velhice. A visita de Deus n\u00e3o se encarna na sua vida, daquele que quer ser protagonista e nunca testemunha, n\u00e3o os p\u00f5e em cena como salvadores: Deus n\u00e3o se encarna na sua gera\u00e7\u00e3o, mas na gera\u00e7\u00e3o vindoura. Perdem o seu esp\u00edrito, perdem a vontade de viver com maturidade e, como se costuma dizer, vivem superficialmente. \u00c9 a grande gera\u00e7\u00e3o dos superficiais, que n\u00e3o se d\u00e3o ao luxo de\u00a0<em>sentir<\/em>\u00a0as coisas com a sensibilidade do esp\u00edrito. Mas porque n\u00e3o se d\u00e3o o luxo? Em parte, por pregui\u00e7a, e em parte porque j\u00e1 n\u00e3o podem: perderam-na. \u00c9 mau quando uma civiliza\u00e7\u00e3o perde a sua sensibilidade de esp\u00edrito. Por outro lado, \u00e9 bom quando encontramos anci\u00e3os como Sime\u00e3o e Ana que mant\u00eam esta sensibilidade do esp\u00edrito e s\u00e3o capazes de compreender situa\u00e7\u00f5es diferentes, pois estes dois compreenderam esta situa\u00e7\u00e3o que os precedeu, que era a manifesta\u00e7\u00e3o do Messias. Nenhum ressentimento ou recrimina\u00e7\u00e3o por isto, quando se encontram nesta condi\u00e7\u00e3o est\u00e1tica. Ao contr\u00e1rio, grande emo\u00e7\u00e3o e grande consola\u00e7\u00e3o, quando os sentidos espirituais ainda est\u00e3o vivos. A emo\u00e7\u00e3o e a consola\u00e7\u00e3o de poder ver e anunciar que a hist\u00f3ria da sua gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o se perde nem se desperdi\u00e7a, precisamente gra\u00e7as a um acontecimento que se encarna e se manifesta na gera\u00e7\u00e3o seguinte. E \u00e9 isto que uma pessoa idosa sente quando os seus netos v\u00e3o falar com ela: sentem-se reavivados. \u201cAh, a minha vida ainda \u00e9 aqui\u201d. \u00c9 t\u00e3o importante ir ter com os idosos, \u00e9 t\u00e3o importante ouvi-los. \u00c9 t\u00e3o importante falar com eles, porque existe esta troca de civiliza\u00e7\u00e3o, esta troca de maturidade entre jovens e idosos. E assim, a nossa civiliza\u00e7\u00e3o prossegue de uma forma madura.<\/p>\n<p>S\u00f3 a velhice espiritual pode dar este testemunho, humilde e deslumbrante, tornando-o influente e exemplar para todos. A velhice que cultivou a sensibilidade da alma\u00a0<em>extingue toda a inveja entre as gera\u00e7\u00f5es<\/em>, todo o ressentimento, toda a recrimina\u00e7\u00e3o pelo advento de Deus na gera\u00e7\u00e3o seguinte, que chega com a despedida da pr\u00f3pria. E isto \u00e9 o que acontece a um idoso\u00a0<em>aberto<\/em>, a um jovem\u00a0<em>aberto<\/em>: despede-se da vida, mas entrega &#8211; entre aspas &#8211; a sua vida \u00e0 nova gera\u00e7\u00e3o. E esta \u00e9 aquela despedida de Sime\u00e3o e Ana: \u201cAgora posso ir em paz\u201d. A sensibilidade espiritual da velhice \u00e9 capaz de interromper a competi\u00e7\u00e3o e o conflito entre as gera\u00e7\u00f5es de modo cred\u00edvel e definitivo. Ultrapassa esta sensibilidade: os idosos, com esta sensibilidade, ultrapassam o conflito, v\u00e3o al\u00e9m, caminham para a unidade, n\u00e3o para o conflito. Isto \u00e9 certamente imposs\u00edvel aos homens, mas \u00e9 poss\u00edvel a Deus. E hoje precisamos tanto dela, a sensibilidade do esp\u00edrito, a maturidade do esp\u00edrito, precisamos de anci\u00e3os s\u00e1bios, maduros em esp\u00edrito, que nos deem esperan\u00e7a para a vida!<\/p>\n<p>30.03.2022<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco voltou a refletir sobre o papel dos idosos na constru\u00e7\u00e3o social e lembrou que eles s\u00e3o as primeiras v\u00edtimas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4294987803,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-3378696313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3378696313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3378696313"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3378696313\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294996016,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3378696313\/revisions\/4294996016"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4294987803"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3378696313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3378696313"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3378696313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}