{"id":3440990849,"date":"2020-09-16T00:00:00","date_gmt":"2020-09-16T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/327-divulgacao\/9793-audiencia-geral-contemplar-leva-nos-a-atitude-de-cuidado-papa-francisco"},"modified":"2020-09-16T00:00:00","modified_gmt":"2020-09-16T00:00:00","slug":"audiencia-geral-contemplar-leva-nos-a-atitude-de-cuidado-papa-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/audiencia-geral-contemplar-leva-nos-a-atitude-de-cuidado-papa-francisco\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia-geral: \u00abContemplar leva-nos \u00e0 atitude de cuidado\u00bb, Papa Francisco"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_pos_pandemia_200903103529.jpeg\"\/><\/p>\n<p><p><em>\u00abCuidar da casa comum e a atitude contemplativa\u00bb foi o centro da catequese que o Papa Francisco proferiu hoje no p\u00e1tio de S\u00e3 Damaso, no Vaticano. Francisco abordou a tenta\u00e7\u00e3o de dominar a natureza e alertou para a necessidade de n\u00e3o \u201cdescartar os mais velhos\u201d<\/em><\/p>\n<p>Leia, na \u00edntegra, a alocu\u00e7\u00e3o do Santo Padre<\/p>\n<p><em>Amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/em><\/p>\n<p>Para sair de uma pandemia, \u00e9 preciso cuidar-se e cuidar uns dos outros. E devemos apoiar aqueles que cuidam dos mais d\u00e9beis, dos doentes e dos idosos. H\u00e1 o h\u00e1bito de deixar os idosos de lado, de os abandonar: isso \u00e9 mau. Estas pessoas &#8211; bem definidas pelo termo espanhol \u201c<em>cuidadores<\/em>\u201d, aqueles que cuidam dos doentes &#8211; desempenham um papel essencial na sociedade atual, mesmo que muitas vezes n\u00e3o recebam o reconhecimento nem a remunera\u00e7\u00e3o que merecem. Cuidar \u00e9 uma regra de ouro da nossa condi\u00e7\u00e3o humana, e traz consigo sa\u00fade e esperan\u00e7a (cf. Enc.\u00a0<em><a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#70\">Laudato si&#8217;<\/a><\/em>\u00a0[LS], 70). Cuidar dos doentes, dos necessitados, dos abandonados: esta \u00e9 uma riqueza humana e tamb\u00e9m crist\u00e3.<\/p>\n<p>Devemos de igual modo dirigir este cuidado \u00e0 nossa casa comum: \u00e0 terra e a cada criatura. Todas as formas de vida est\u00e3o interligadas (cf.\u00a0<em><a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#137\">ibid<\/a>.<\/em>, 137-138), e a nossa sa\u00fade depende da sa\u00fade dos ecossistemas que Deus criou e dos quais Ele nos encarregou de cuidar (cf.\u00a0<em>Gn<\/em>\u00a02, 15). Por outro lado, abusar deles, \u00e9 um pecado grave que prejudica, que \u00e9 prejudicial e que nos deixa doentes (cf.\u00a0<a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#8\"><em>LS\u00a0<\/em>8<\/a>;\u00a0<a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#66\">66<\/a>). O melhor ant\u00eddoto contra este mau uso da nossa casa comum \u00e9 a contempla\u00e7\u00e3o (cf.\u00a0<a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#85\"><em>ibid<\/em>., 85<\/a>;\u00a0<a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#214\">214<\/a>). Mas porqu\u00ea? N\u00e3o h\u00e1 vacina para isto, para o cuidado da casa comum, para n\u00e3o a p\u00f4r de lado? Qual \u00e9 o ant\u00eddoto contra a doen\u00e7a de n\u00e3o tomar conta da casa comum? \u00c9 a contempla\u00e7\u00e3o. \u00abQuando n\u00e3o se aprende a parar a fim de admirar e apreciar o que \u00e9 belo, n\u00e3o surpreende que tudo se transforme em objeto de uso e abuso sem escr\u00fapulos\u00bb\u00a0(<em><a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/encyclicals\/documents\/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html#215\">ibid<\/a>.<\/em>, 215). Tamb\u00e9m no respeitante ao \u201cdescart\u00e1vel\u201d. No entanto, a nossa casa comum, a cria\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 um mero \u201crecurso\u201d. As criaturas t\u00eam um valor em si mesmas e \u00abrefletem, cada uma \u00e0 sua maneira, um raio da infinita sabedoria e bondade de Deus\u00bb (<em><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/archive\/cathechism_po\/index_new\/prima-pagina-cic_po.html\">Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/a><\/em>, 339). Este valor e este raio de luz divina devem ser descobertos e, para os descobrirmos, precisamos de estar em sil\u00eancio, precisamos de ouvir, e precisamos de contemplar. Tamb\u00e9m a contempla\u00e7\u00e3o cura a alma.<\/p>\n<p>Sem contempla\u00e7\u00e3o, \u00e9 f\u00e1cil cair num antropocentrismo desequilibrado e soberbo, o \u201cEu\u201d no centro de tudo, que sobredimensiona o nosso papel como seres humanos, posicionando-nos como dominadores absolutos de todas as outras criaturas. Uma interpreta\u00e7\u00e3o distorcida dos textos b\u00edblicos sobre a cria\u00e7\u00e3o contribuiu para esta m\u00e1 interpreta\u00e7\u00e3o, que leva \u00e0 explora\u00e7\u00e3o da terra ao ponto de a sufocar. Explora\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o: este \u00e9 o pecado. Julgamos que estamos no centro, pretendendo ocupar o lugar de Deus e assim arruinamos a harmonia da cria\u00e7\u00e3o, a harmonia do des\u00edgnio de Deus. Tornamo-nos predadores, esquecendo a nossa voca\u00e7\u00e3o como guardi\u00f5es da vida. Certamente, podemos e devemos trabalhar a terra para viver e nos desenvolver. Mas trabalho n\u00e3o \u00e9 sin\u00f3nimo de explora\u00e7\u00e3o, e est\u00e1 sempre acompanhado de cuidado: lavrar e proteger, trabalhar e cuidar&#8230; Esta \u00e9 a nossa miss\u00e3o (cf.\u00a0<em>Gn<\/em>\u00a02, 15). N\u00e3o podemos pretender continuar a crescer a n\u00edvel material, sem cuidarmos da casa comum que nos acolhe. Os nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s mais pobres e a nossa m\u00e3e terra gemem pelos danos e injusti\u00e7as que caus\u00e1mos e reclamam outro rumo. Reclamam de n\u00f3s uma convers\u00e3o, uma mudan\u00e7a de rumo: cuidar tamb\u00e9m da terra, da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9, pois, importante recuperar a dimens\u00e3o contemplativa, ou seja, olhar para a terra, para cria\u00e7\u00e3o como um dom, e n\u00e3o como algo a ser explorado para fins lucrativos. Quando contemplamos, descobrimos nos outros e na natureza algo muito maior do que a sua utilidade. Eis o cerne do problema: contemplar \u00e9 ir al\u00e9m da utilidade de uma coisa. Contemplar a beleza n\u00e3o significa explor\u00e1-la: contemplar \u00e9 gratuidade. Descobrimos o valor intr\u00ednseco das coisas que lhes foi dado por Deus. Como muitos mestres espirituais nos ensinaram, o c\u00e9u, a terra, o mar, cada criatura possui esta capacidade ic\u00f3nica, esta capacidade m\u00edstica de nos reconduzir ao Criador e \u00e0 comunh\u00e3o com a cria\u00e7\u00e3o. Por exemplo, Santo In\u00e1cio de Loyola, no final dos seus Exerc\u00edcios espirituais, convida-nos a \u201cContemplar para chegar ao amor\u201d, ou seja, a considerar como Deus olha para as suas criaturas e alegrar-se com elas; a descobrir a presen\u00e7a de Deus nas suas criaturas e, com liberdade e gra\u00e7a, am\u00e1-las e cuidar delas.<\/p>\n<p>A contempla\u00e7\u00e3o, que nos leva a uma atitude de cuidado, n\u00e3o significa olhar para a natureza de fora, como se n\u00e3o estiv\u00e9ssemos imersos nela. Mas estamos dentro da natureza, somos parte da natureza. Pelo contr\u00e1rio, partimos do interior, reconhecendo-nos como parte da cria\u00e7\u00e3o, tornando-nos protagonistas e n\u00e3o meros espetadores de uma realidade amorfa apenas para ser explorada. Aqueles que contemplam desta forma sentem-se maravilhados n\u00e3o s\u00f3 pelo que veem, mas tamb\u00e9m porque se sentem parte integrante desta beleza; e inclusive se sentem chamados a preserv\u00e1-la, a proteg\u00ea-la. E h\u00e1 uma coisa que n\u00e3o devemos esquecer: quem n\u00e3o sabe contemplar a natureza e a cria\u00e7\u00e3o, n\u00e3o sabe contemplar as pessoas na sua riqueza. E quem vive para explorar a natureza, acaba por explorar as pessoas e trat\u00e1-las como escravas. Esta \u00e9 uma lei universal: se n\u00e3o se sabe contemplar a natureza, ser\u00e1 muito dif\u00edcil saber contemplar as pessoas, a beleza das pessoas, o irm\u00e3o, a irm\u00e3.<\/p>\n<p>Quem sabe contemplar, mais facilmente se por\u00e1 em a\u00e7\u00e3o para\u00a0 mudar o que produz degrada\u00e7\u00e3o e danos \u00e0 sa\u00fade. Comprometer-se-\u00e1 a educar e promover novos h\u00e1bitos de produ\u00e7\u00e3o e consumo, a contribuir para um novo modelo de crescimento econ\u00f3mico que garanta o respeito pela casa comum e o respeito pelas pessoas. O contemplativo em a\u00e7\u00e3o tende a tornar-se o guardi\u00e3o do ambiente: isto \u00e9 muito bom! Cada um de n\u00f3s deve ser guardi\u00e3o do ambiente, da pureza do ambiente, procurando conjugar\u00a0 saberes ancestrais de culturas milenares com novos conhecimentos t\u00e9cnicos, de modo a que o nosso estilo de vida seja sempre sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Por fim,\u00a0<em>contemplar e cuidar<\/em>: estas s\u00e3o duas atitudes que mostram o caminho para corrigir e reequilibrar a nossa rela\u00e7\u00e3o como seres humanos com a cria\u00e7\u00e3o. Muitas vezes, a nossa rela\u00e7\u00e3o com a cria\u00e7\u00e3o parece ser uma rela\u00e7\u00e3o entre inimigos: destruir a cria\u00e7\u00e3o em meu benef\u00edcio; explorar a cria\u00e7\u00e3o em meu proveito. N\u00e3o esque\u00e7amos que isto se paga caro; n\u00e3o esque\u00e7amos aquele ditado espanhol: \u201cDeus perdoa sempre; n\u00f3s perdoamos de vez em quando; a natureza nunca perdoa\u201d. Hoje estava a ler no jornal sobre aqueles dois grandes glaciares na Ant\u00e1rtida, perto do Mar de Amundsen: eles est\u00e3o prestes a desabar. Ser\u00e1 terr\u00edvel, porque o n\u00edvel do mar subir\u00e1 e isto causar\u00e1 muitas, muitas dificuldades e muito mal. E porqu\u00ea? Por causa do sobreaquecimento, por n\u00e3o se cuidar do ambiente, por n\u00e3o se cuidar da casa comum. Por outro lado, quando tivermos esta rela\u00e7\u00e3o &#8211; deixem-me dizer a palavra &#8211; \u201cfraterna\u201d no sentido figurativo com a cria\u00e7\u00e3o, tornar-nos-emos guardi\u00f5es da casa comum, guardi\u00f5es da vida e guardi\u00f5es da esperan\u00e7a, preservaremos o patrim\u00f3nio que Deus nos confiou para que as gera\u00e7\u00f5es futuras o possam desfrutar. E alguns podem dizer: \u201cMas, eu safo-me desta maneira\u201d. Mas o problema n\u00e3o \u00e9 como te safas hoje &#8211; isto foi dito por um te\u00f3logo alem\u00e3o, protestante, competente: Bonhoeffer &#8211; o problema n\u00e3o \u00e9 como te desenrascas hoje; o problema \u00e9: qual ser\u00e1 a heran\u00e7a, a vida da gera\u00e7\u00e3o futura? Pensemos nos filhos, nos netos: que lhes deixaremos se explorarmos a cria\u00e7\u00e3o? Protejamos este caminho para nos tornarmos \u201cguardi\u00f5es\u201d da casa comum, guardi\u00f5es da vida e da esperan\u00e7a. Preservemos o patrim\u00f3nio que Deus nos confiou, para que as gera\u00e7\u00f5es futuras possam usufruir dele. Penso de modo especial nos povos ind\u00edgenas, com os quais todos n\u00f3s temos uma d\u00edvida de gratid\u00e3o &#8211; at\u00e9 de penit\u00eancia, para reparar o mal que lhes fizemos. Mas estou tamb\u00e9m a pensar nos movimentos, associa\u00e7\u00f5es, grupos populares, que est\u00e3o comprometidos a tutelar o pr\u00f3prio territ\u00f3rio com os seus valores naturais e culturais. Estas realidades sociais nem sempre s\u00e3o apreciadas, por vezes s\u00e3o at\u00e9 impedidas, porque n\u00e3o produzem dinheiro; mas na realidade contribuem para uma revolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica, poder\u00edamos chamar-lhe a \u201crevolu\u00e7\u00e3o do cuidado\u201d. Contemplar para cuidar, contemplar para salvaguardar, preservar a n\u00f3s, a cria\u00e7\u00e3o, os nossos filhos, os nossos netos, e tutelar o futuro. Contemplar para cuidar e para preservar e deixar uma heran\u00e7a \u00e0\u00a0 futura gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o se deve contudo delegar a alguns: aquilo que \u00e9 tarefa de cada ser humano. Cada um de n\u00f3s pode e deve tornar-se um \u201cguardi\u00e3o da casa comum\u201d, capaz de louvar a Deus pelas suas criaturas, de\u00a0 contemplar as criaturas e de as proteger.<\/p>\n<p>Educris|16.09.2020<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abCuidar da casa comum e a atitude contemplativa\u00bb foi o centro da catequese que o Papa Francisco proferiu hoje no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":322887213,"comment_status":"","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[67],"class_list":["post-3440990849","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-divulgacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3440990849","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3440990849"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3440990849\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/322887213"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3440990849"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3440990849"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3440990849"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}