{"id":3702864397,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/304-destaques\/10285-cultura-do-encontro-deve-ser-marca-das-escolas-catolicas-d-jorge-ortiga"},"modified":"2025-11-11T12:10:42","modified_gmt":"2025-11-11T12:10:42","slug":"cultura-do-encontro-deve-ser-marca-das-escolas-catolicas-d-jorge-ortiga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/cultura-do-encontro-deve-ser-marca-das-escolas-catolicas-d-jorge-ortiga\/","title":{"rendered":"\u00abCultura do Encontro deve ser marca das Escolas Cat\u00f3licas\u00bb, D. Jorge Ortiga"},"content":{"rendered":"<div class=\"nav\"><a href=\"\/v3\/\">Inicio<\/a> &gt; Escolas Cat\u00f3licas &gt; <a href=\"\/v3\/293-departamento-das-escolas-catolicas\">Departamento das Escolas Cat\u00f3licas<\/a> &gt; <a href=\"\/v3\/304-destaques\">Destaques<\/a><\/p>\n<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/braga_esclas_catolicas_210223110732.jpg\"\/><\/p>\n<p><p><em>Arcebispo primaz de Braga encerrou encontro de respons\u00e1veis das Escolas Cat\u00f3licas da Arquidiocese e desafiou institui\u00e7\u00f5es de ensino a serem lugares onde &#8220;a f\u00e9 se torne cultura&#8221; a partir do paradigma proposto pela &#8220;Fratelli Tutti&#8221; do Papa Francisco.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p align=\"center\" style=\"text-align: center;\"><strong>Para que a F\u00e9 se torne Cultura<\/strong><\/p>\n<p>Nunca foi pac\u00edfica a rela\u00e7\u00e3o entre a f\u00e9 e a cultura. Muitos falam da sua incompatibilidade e outros gostariam que fosse um matrim\u00f3nio f\u00e1cil e duradoiro. Importa pensar no equil\u00edbrio adequado.<\/p>\n<p>Uma f\u00e9 desligada da cultura com muita facilidade significa impor um conjunto de valores que apenas alguns acolhem, perdendo-se as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para um acesso universal. S\u00f3 alguns a entendem e nem todos se sentem envolvidos ou com vontade para isso.<\/p>\n<p>Por seu lado, uma cultura separada de f\u00e9 ser\u00e1 sempre algo de incompleto e nunca ter\u00e1 capacidade de responder a necessidades fundamentais e estruturantes da vida. Faltam-lhe horizontes e as respostas \u00e0s quest\u00f5es fundamentais escasseiam.<\/p>\n<p>F\u00e9 e cultura nasceram para caminhar juntas, por muito que alguns o queiram negar. Ligar a f\u00e9 \u00e0 cultura n\u00e3o \u00e9 uma simples preocupa\u00e7\u00e3o religiosa. Repercute-se na cidadania e gera responsabilidade perante a sociedade a construir. Importa uma alian\u00e7a com diversos vectores a equacionar. A f\u00e9 \u00e9 essencialmente humano-divina e a cultura promove o que de melhor a Humanidade possui. O cristianismo n\u00e3o pode ficar s\u00f3 nas devo\u00e7\u00f5es e a cultura n\u00e3o pode navegar o divino.<\/p>\n<p>Sabemos que a cultura \u00e9 como um poliedro. Pode ser encarada de diversas perspectivas. Haver\u00e1 uma palavra que expresse esta necess\u00e1ria alian\u00e7a na sociedade contempor\u00e2nea? Estamos num mundo globalizado e fragmentado, marcado por um individualismo com preocupa\u00e7\u00f5es quase exclusivamente econ\u00f3micas. Como entrela\u00e7ar estas aspira\u00e7\u00f5es da Humanidade com a novidade perene do Cristianismo? O Papa Francisco tem vindo a propor uma cultura que n\u00e3o consiste em meras reflex\u00f5es te\u00f3ricas mas que envolve a vida com todas as problem\u00e1ticas que ela encerra. Vai-lhe dando diversos nomes. A cultura do encontro \u00e9 a mais emblem\u00e1tica e dever\u00e1 fazer parte do ide\u00e1rio da Escola Cat\u00f3lica. \u00c9 cultura e expressa a f\u00e9. Ela encerra muitos elementos constitutivos que n\u00e3o podem ser negligenciados. Enumero alguns.<\/p>\n<p>1. Deve acontecer no encontro consigo mesmo, onde a consci\u00eancia assume diversas op\u00e7\u00f5es e convic\u00e7\u00f5es. Cada um n\u00e3o \u00e9 fiel a si mesmo se n\u00e3o tiver a capacidade de fazer escolhas que marquem a vida. Estruturar a personalidade \u00e9 a primeira responsabilidade que faz com que se seja capaz de escolher e de decidir, n\u00e3o por press\u00f5es externas mas por motiva\u00e7\u00f5es pessoais. Ajudar\u00e1 a compreender o que \u00e9 verdadeiramente essencial a leitura da Constitui\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cA alegria da verdade\u201d (Veritatis gaudium), do Papa Francisco, assinada em 2017. \u00c9 dirigida \u00e0s universidades e faculdades eclesi\u00e1sticas mas os col\u00e9gios podem encontrar a\u00ed muita novidade. Basta o p\u00f3rtico. \u201cA alegria da verdade \u00e9 express\u00e3o de desejo ardente que traz inquieto o cora\u00e7\u00e3o da cada ser humano enquanto n\u00e3o encontra, habita e partilha com todos a Luz de Deus. Efetivamente, a verdade n\u00e3o \u00e9 uma ideia abstrata, mas \u00e9 Jesus, o Verbo de Deus, em quem est\u00e1 a Vida e a Luz dos homens&#8230; S\u00f3 Ele, na pr\u00f3pria revela\u00e7\u00e3o do mist\u00e9rio do Pai e do seu amor, revela o homem a si mesmo e descobre a sua voca\u00e7\u00e3o sublime\u201d (VG.1). Ensinar a encontrar-se consigo torna o encontro com Cristo um caminho priorit\u00e1rio e inquestion\u00e1vel.<\/p>\n<p>2. A cultura do encontro \u00e9 mais evidente na rela\u00e7\u00e3o com os outros. N\u00e3o h\u00e1 indiferen\u00e7a, nem passar \u00e0 frente mas a vontade de parar para celebrar a experi\u00eancia da fraternidade, depois de acolher Deus como Pai de todos. Tamb\u00e9m aqui podemos entrar nas implica\u00e7\u00f5es culturais de caminhar com os homens, descobrindo a fraternidade e a amizade social como o novo paradigma cultural que o Papa veio apresentar na Fratelli Tutti. O mundo est\u00e1 a destruir a liberdade e a igualdade porque desconsiderou a fraternidade. A fraternidade \u00e9 o princ\u00edpio social que esta a faltar \u00e0 cultura moderna.<\/p>\n<p class=\"destaque3\">A fraternidade deve ser universal mas ter\u00e1 de encontrar nos pobres uma op\u00e7\u00e3o mais vis\u00edvel, suscitando atitudes n\u00e3o s\u00f3 em campanhas de solidariedade mas de um compromisso para que as causas das mis\u00e9rias humanas desapare\u00e7am.<\/p>\n<p>3. A cultura do encontro, como express\u00e3o e viv\u00eancia da f\u00e9, ter\u00e1 de se alargar \u00e0 natureza. O Papa fala de uma ecologia integral onde se integra a econ\u00f3mica, social e ambiental. N\u00e3o h\u00e1 uma ecologia verde e uma ecologia humana. H\u00e1 apenas uma que exige comportamentos, no quotidiano, de respeito e cuidado com o criado. Tamb\u00e9m aqui a f\u00e9 justifica todas as op\u00e7\u00f5es a tomar quando aceita um Deus que \u00e9 criador. Sem este substrato, acontecer\u00e3o iniciativas mas os resultados ser\u00e3o muito poucos. A Laudato si\u2019 pode e deve ser comp\u00eandio a permear toda a forma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o bastam algumas aulas sobre a natureza. O respeito por ela \u00e9 a vertente cultural mais fundamental para os dias de hoje.<\/p>\n<p>4. Esta cultura do encontro ter\u00e1 de se alicer\u00e7ar num pressuposto estruturante. Nunca pode ser interpretado isoladamente. Os tempos que correm exigem o colectivo. J\u00e1 o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II falava de uma cultura do \u201cn\u00f3s\u201d a exigir tamb\u00e9m uma espiritualidade comunit\u00e1ria. N\u00e3o podemos ser ilhas ou navegadores solit\u00e1rios. Caminhamos com os outros e fazemos experi\u00eancia de comunidade a partir da fam\u00edlia, para tornar a Igreja uma fam\u00edlia de fam\u00edlias, empenhada no bem comum e percorrendo caminhos de solidariedade efectiva. A Igreja n\u00e3o \u00e9 um ref\u00fagio, um lugar onde nos escondemos para evitar as intemp\u00e9ries.<\/p>\n<p>A Igreja n\u00e3o \u00e9 uma teoria. \u00c9 realidade vis\u00edvel na sua constitui\u00e7\u00e3o e a cultura do encontro tamb\u00e9m passa por aqui. A Escola Cat\u00f3lica \u00e9 sempre uma entidade eclesial a quem se confia uma miss\u00e3o. H\u00e1 um projecto civilizacional que imana de Cristo e que a\u00ed deve ser interpretado. F\u00e1-lo n\u00e3o s\u00f3 na transmiss\u00e3o ocasional de conte\u00fados doutrinais. Dia a dia, momento ap\u00f3s momento, dentro das salas e fora, nas conversas e nas tert\u00falias, compete-lhe a miss\u00e3o de propor uma f\u00e9 com um rosto cultural. E isto deve acontecer a partir de uma Igreja no territ\u00f3rio. A Igreja local \u00e9 o gin\u00e1sio onde se treina, se exercita e se afere a qualidade da proposta cultural do seu projecto educativo.<\/p>\n<p>Se exemplifiquei os conte\u00fados da cultura do encontro consigo, com os outros, com a natureza e com a Igreja, servindo-me de alguns documentos papais, deixo ficar ainda uma s\u00edntese que \u00e9 desafio a ter sempre presente. Recordo e recomendo a Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cCristo Vive\u201d, particularmente dedicada aos jovens mas tamb\u00e9m a todo o Povo de Deus. O n\u00famero um do documento \u00e9 program\u00e1tico. \u201cCristo, nossa esperan\u00e7a, est\u00e1 vivo e \u00e9 a mais formosa juventude deste mundo. Tudo aquilo que ele toca torna-se jovem, faz-se novo, enche-se de vida. Ent\u00e3o as primeiras palavras que quero dizer a cada um dos jovens crist\u00e3os: Ele vive e quer-te vivo\u201d. Mostrar Cristo vivo e tudo fazer para que os jovens encontrem n\u2019Ele a vida.<\/p>\n<p>Talvez vos pergunteis sobre o que pretendo com esta mensagem. Tudo menos comunicar um discurso. Quis partilhar uma convic\u00e7\u00e3o sobre a identidade e a diferen\u00e7a das Escolas Cat\u00f3lica no contexto do ensino em Portugal. Por seu interm\u00e9dio a f\u00e9, revestindo-se de formas culturais, deve fazer parte do projecto educativo. Nunca algo imposto ou decorativo por meio de algumas iniciativas religiosas. Estas s\u00e3o importantes. Importa estruturar personalidades a partir da mensagem evang\u00e9lica. N\u00e3o impomos uma cultura. Como diz o Papa Bento XVI, tudo dever\u00e1 acontecer por \u201catrac\u00e7\u00e3o\u201d. O Papa Francisco especificou dizendo \u201cpor transbordamento\u201d. Outrora bastavam aulas. Hoje, muitas vezes, s\u00e3o contraproducentes.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil estar nesta arena onde outros jogam com armas mais atractivas e a mentalidade corrente arrasta. S\u00f3 temos uma estrat\u00e9gia a n\u00edvel interno e externo. A Arquidiocese prop\u00f4s a sinodalidade como caminho para todas as suas inst\u00e2ncias. \u00c9 esta refer\u00eancia que a todos envolve: corpo docente, dire\u00e7\u00f5es e funcion\u00e1rios. S\u00f3 um projecto comum, devidamente pensado e executado, corresponde ao que se espera hoje. Todos deveriam envolver-se e quem n\u00e3o estiver dispon\u00edvel n\u00e3o deveria fazer parte da equipa. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil este discernimento. N\u00e3o bastam professores competentes nas mais variadas disciplinas. Podem estar a construir intelectualmente e a destruir em responsabilidade crist\u00e3.<\/p>\n<p>A sinodalidade significa que estamos dentro do mesmo barco, remando a um ritmo certo, obedecendo a quem orienta. Para al\u00e9m desta sinodalidade interna \u00e9 imperioso outra externa. O ensino cat\u00f3lico n\u00e3o pode ser um assunto de concorr\u00eancias. Tamb\u00e9m aqui teremos de remar dentro do mesmo barco. Precisamos de um trabalho consistente e em rede. Sem unidade efectiva com o Departamento para a Presen\u00e7a da Igreja no Ensino, assumindo que se trata de um projeto comum, n\u00e3o avan\u00e7aremos com seguran\u00e7a e com resultados objectivos. S\u00f3 a unidade entre todos garantir\u00e1 tranquilidade para nos apoiarmos nos momentos dif\u00edceis, para partilharmos experi\u00eancias e para interpretar caminhos de novidade educativa. A minha gratid\u00e3o ao P. R\u00faben pelo trabalho que est\u00e1 a realizar. Intensifiquemos este trabalho em comum que n\u00e3o retira nada \u00e0 originalidade de cada escola. Na unidade e comunh\u00e3o ningu\u00e9m perde e todos ganham.<\/p>\n<p>Outra vertente da sinodalidade est\u00e1 na Arquidiocese. \u00c9 preciso caminhar com ela e aceitar os seus programas. Os col\u00e9gios podem e devem ser um instrumento de consciencializa\u00e7\u00e3o eclesial. Os pais querem um ensino de qualidade e contentam-se com isso. Com muita sabedoria teremos de lhe mostrar a import\u00e2ncia da Igreja, na hist\u00f3ria e no presente. Importaria envolv\u00ea-los e mostrar-lhes que temos um projecto humanista e n\u00e3o algo meramente religioso.<\/p>\n<p>Nesta sinodalidade diocesana entra o arcebispo. N\u00e3o se quer intrometer, mas est\u00e1 permanentemente com cada escola e col\u00e9gio. Os que s\u00e3o propriedade da Arquidiocese de um modo especial. Todos me est\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o como uma causa que acompanho, rezo e desejo que avancem serena e responsavelmente neste mar agitado do ensino particular. Aceitem a minha gratid\u00e3o, dirigida a todos, mas particularmente aos membros das direc\u00e7\u00f5es. Estou no barco convosco. Neste barco n\u00e3o quero estar a dormir. E, se isso acontecer, acordai-me para que as vossas alegrias e tristezas sejam as minhas.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Concluindo, \u00e9 miss\u00e3o da Escola Cat\u00f3lica tudo fazer para que a f\u00e9 se torne cultura. Em tempo de desencontros existenciais e geracionais, a cultura da fraternidade, nas intui\u00e7\u00f5es da Fratelli Tutti, deve ser percurso formativo a envolver toda a comunidade educativa, na certeza de que por a\u00ed passa a sua identidade e diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a tantas outras propostas.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0\u2020 Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz<\/p>\n<p>Educris com <a href=\"https:\/\/www.diocese-braga.pt\/noticia\/1\/27893\" target=\"_blank\">DACS<\/a><\/p>\n<p>23.02.2021<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inicio &gt; Escolas Cat\u00f3licas &gt; Departamento das Escolas Cat\u00f3licas &gt; Destaques Arcebispo primaz de Braga encerrou encontro de respons\u00e1veis das 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