{"id":392438204,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/8062-domingo-xiii-do-tempo-comum-quando-jesus-entra-na-nossa-vida"},"modified":"2025-11-07T16:33:17","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:17","slug":"domingo-xiii-do-tempo-comum-quando-jesus-entra-na-nossa-vida-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-xiii-do-tempo-comum-quando-jesus-entra-na-nossa-vida-3\/","title":{"rendered":"Domingo XIII do Tempo Comum: \u00abQuando Jesus entra na nossa vida\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p>1. O Evangelho deste Domingo XIII do Tempo Comum (Marcos 5,21-43) oferece-nos dois milagres de Jesus, relatados de forma entrela\u00e7ada, um dentro do outro: o relato da cura de uma mulher que h\u00e1 doze anos sofria de uma hemorragia (Marcos 5,25-34), dentro do relato da chamada \u00abressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb da filha, de doze anos de idade, de Jairo, um dos chefes da sinagoga (Marcos 5,22-24.35-43).<\/p>\n<p>2. A\u00ed est\u00e1 Jesus outra vez (<em>p\u00e1lin<\/em>), e pela \u00faltima vez, junto do mar e no meio da multid\u00e3o, retomando e culminando as situa\u00e7\u00f5es j\u00e1 anotadas em Marcos 3,7-10 e 4,1. Na multid\u00e3o an\u00f3nima, al\u00e9m de Jesus, em quem est\u00e3o postos todos os olhares, tamb\u00e9m o do leitor, emerge agora tamb\u00e9m um dos chefes da sinagoga, de nome Jairo, que rasga a multid\u00e3o e vem religiosamente prostrar-se aos p\u00e9s de Jesus e implorar-lhe muito (<em>poll\u00e1<\/em>) que v\u00e1 impor as m\u00e3os \u00e0 sua filhinha (<em>tyg\u00e1trion<\/em>: diminuitivo de\u00a0<em>tyg\u00e1t\u00ear<\/em>), que est\u00e1 a morrer. E o narrador diz-nos que Jesus foi\u00a0<em>com ele<\/em>(<em>met\u2019 auto\u00fb<\/em>), sempre rodeado pela multid\u00e3o.<\/p>\n<p>3. Primeira grande verifica\u00e7\u00e3o: Jesus \u00e9 aquele que vai sempre connosco. Sobretudo com os que sofrem. Acompanhando-nos, partilha o nosso caminho e as nossas dores. Vai, portanto,\u00a0<em>Jesus com Jairo<\/em>\u00a0e a multid\u00e3o que os cerca, a caminho da casa de Jairo, quando o narrador nos surpreende e fixa a objetiva nos movimentos e pensamentos de uma mulher an\u00f3nima que sofria de uma hemorragia havia doze anos, situa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, social e religiosamente dolorosa, que a tornava impura e distante de Deus e das pessoas. Ei-la que, com toda a ousadia e f\u00e9 e confian\u00e7a, consegue chegar junto de Jesus e tocar-lhe por detr\u00e1s, na f\u00edmbria do manto, de modo a que nem Jesus se apercebesse. F\u00e1-lo e fica curada.<\/p>\n<p>4. A hist\u00f3ria do contacto desta mulher an\u00f3nima com Jesus podia terminar aqui. A mulher conseguiu os seus objetivos. Aparentemente, ningu\u00e9m notou nada. \u00c9 Jesus quem faz a hist\u00f3ria avan\u00e7ar, trazendo esta mulher do escuro para a luz. N\u00e3o quer que a situa\u00e7\u00e3o desta mulher dolorosa fique apenas no dom\u00ednio f\u00edsico e, por assim dizer, impessoal. Olha \u00e0 sua volta e pergunta: \u00abQuem me tocou as vestes?\u00bb (Marcos 5,30). E indo al\u00e9m do descuidado, superficial e insens\u00edvel dizer dos seus disc\u00edpulos, que se limitam \u00e0 mais \u00f3bvia das rea\u00e7\u00f5es: \u00abEnt\u00e3o tu v\u00eas a multid\u00e3o que te aperta e dizes: \u201cQuem me tocou?\u201d\u00bb (Marcos 5,31). Mas Jesus, senhor de toda a situa\u00e7\u00e3o, \u00abolhava \u00e0 volta para ver aquela (<em>t\u00ean<\/em>) que lhe tinha tocado\u00bb (Marcos 5,32). \u00c9 assim que a mulher sai do seu esconderijo, e confessa a Jesus toda a verdade (Marcos 5,33). E ouve de Jesus uma palavra \u00fanica, \u00fanica vez dita no Evangelho no feminino!, carregada de imensa ternura, proximidade e familiaridade: \u00abMinha filha (<em>tyg\u00e1t\u00ear<\/em>), a tua f\u00e9 te salvou!\u00bb (Marcos 5,34). Quanto caminho andado! Quanto amor condensado! Esta pobre mulher sofredora e humilhada \u00e9 agraciada por Jesus e passa a fazer parte da sua fam\u00edlia: \u00abMinha filha!\u00bb.<\/p>\n<p>5. Mas estava uma menina de doze anos, moribunda, \u00e0 espera da morte\u2026 ou de Jesus. O seu pai, Jairo, luta pela vida da sua filhinha, e veio buscar Jesus para ir a sua casa impor as suas m\u00e3os de b\u00ean\u00e7\u00e3o, portanto, de bem e de cura, sobre a sua filhinha. Todavia, enquanto caminham, chegam os seus criados, que trazem a triste not\u00edcia de que a morte chegou a casa da menina antes de Jesus. Aquele pai fica certamente destro\u00e7ado, como o estavam tamb\u00e9m os demais familiares e os vizinhos, que, em tais circunst\u00e2ncias, apenas sabiam chorar e entoar lamenta\u00e7\u00f5es, como era habitual fazer entre os judeus. E Jesus, que at\u00e9 aqui se tinha limitado a acompanhar Jairo, sem nada dizer, diz agora para Jairo a primeira palavra aud\u00edvel: \u00abN\u00e3o tenhas medo; tem apenas f\u00e9!\u00bb (Marcos 5,36).<\/p>\n<p>6. Jesus nunca chega atrasado. Ele \u00e9 o Senhor que pelo caminho se demora connosco. \u00c0 chegada \u00e0 casa de Jairo, v\u00ea prantos e lamenta\u00e7\u00f5es. Os orientais s\u00e3o excessivos na express\u00e3o dos seus sentimentos, quer de alegria, quer de dor. Contra aqueles gritos desarticulados, uma vez mais Jesus diz uma palavra carregada de sentido: \u00abA menina n\u00e3o morreu, mas dorme\u00bb (Marcos 5,39). Esta maneira de falar da morte como de um sono \u00e9 linguagem habitual na Igreja primitiva (1 Tessalonicenses 4,13-15; 1 Cor\u00edntios 11,30; 15,6 e 20; Mateus 27,52) e na tradi\u00e7\u00e3o da Igreja ainda hoje. Notemos que a nossa palavra \u00abcemit\u00e9rio\u00bb deriva do grego\u00a0<em>koim\u00eat\u00earion<\/em>, que significa literalmente \u00abdormit\u00f3rio\u00bb.<\/p>\n<p>7. Jesus entra depois naquela casa e pega terna e soberanamente na m\u00e3o da menina. Note-se o n\u00famero pleno de sete pessoas presentes: Jesus, Pedro, Tiago e Jo\u00e3o, o pai e a m\u00e3e da menina, e a menina. A plenitude rasga a nossa planitude! Pegando ternamente na m\u00e3o da menina, Jesus diz, em aramaico, l\u00edngua materna de Jesus e da menina: \u00ab<em>Talitha, q\u00fbm<\/em>!\u00bb [= menina, filha, irm\u00e3, levanta-te!] (Marcos 5,41). N\u00e3o passa despercebido que a palavra de Jesus interpela a pr\u00f3pria morte, e trata aquela menina ternamente por irm\u00e3, irm\u00e3zinha, sua irm\u00e3 querida. Na verdade, o aramaico\u00a0<em>Talitha<\/em>\u00a0\u00e9 o feminino de\u00a0<em>Talya?<\/em>. E o aramaico\u00a0<em>Talya?<\/em>\u00a0\u00e9 a mais bela, plena e significativa palavra para dizer Jesus, pois significa ao mesmo tempo \u00abfilho\u00bb, \u00abcordeiro\u00bb, \u00abservo\u00bb, \u00abp\u00e3o\u00bb. Como se v\u00ea,\u00a0<em>Talya?<\/em>\u00a0diz o Jesus todo, sendo Ele a vida verdadeira, ressuscitada, levantada, que liberta e alimenta, ressuscita e levanta.<\/p>\n<p>8. E a sua voz \u00e9 mais fina do que o sil\u00eancio (1 Reis 19,12), mais afiada e eficaz do que a l\u00e2mina do bisturi (Hebreus 4,12), mais \u00edntima e apelativa do que a chama que, da sar\u00e7a, chama Mois\u00e9s (\u00caxodo 3,4) ou queima o cora\u00e7\u00e3o dos dois de Ema\u00fas (Lucas 24,32) ou do que as l\u00ednguas de fogo daquele ardente Pentecostes (Atos dos Ap\u00f3stolos 2,3). \u00c9 uma voz nova que quebra as nossas crostas, e, desde dentro, queima, purifica, limpa, corta, opera, atravessa o cora\u00e7\u00e3o. Palavra nova, absolutamente nova, que se capta s\u00f3 em alta fidelidade,\u00a0<em>hi-fi<\/em>, alta sintonia, alta frequ\u00eancia, que acorda at\u00e9 os que dormem nos sepulcros o sono da morte, e deles os retira (Jo\u00e3o 5,25 e 28).<\/p>\n<p>9. Desta \u00abressuscita\u00e7\u00e3o\u00bb da menina, Jesus manda n\u00e3o dizer nada a ningu\u00e9m (Marcos 5,43). Mas tamb\u00e9m se v\u00ea bem que esta \u00abressuscita\u00e7\u00e3o\u00bb da menina, da irm\u00e3zinha, aponta para a verdadeira e plena \u00abressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb de Jesus. E esta, a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus, n\u00e3o \u00e9 para ser calada. \u00c9 para ser anunciada aos quatro ventos, a todas as na\u00e7\u00f5es, a todos os cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>10. Como se v\u00ea, trata-se de duas cenas \u00fanicas e bel\u00edssimas, cheias, plenas de humanidade e divindade. Passa, Senhor Jesus, \u00e0 nossa porta, entra em nossa casa, veste o nosso dorido cora\u00e7\u00e3o de festa. Faz-nos sentir que somos teus filhos e irm\u00e3os queridos. E que as nossas l\u00e1grimas de dor podem sempre transformar-se em l\u00e1grimas de amor! Porque o teu olhar carinhoso nos descobre sempre e nos faz sair dos nossos esconderijos, e a tua Palavra rasga inclusive o v\u00e9u da morte!<\/p>\n<p>11. \u00c9-nos hoje dada a gra\u00e7a de ler e de ouvir um pequeno extrato comp\u00f3sito do Livro da Sabedoria (1,13-15; 2,23-24). A Sabedoria exorciza e otimiza o mundo com a luz intens\u00edssima da miseric\u00f3rdia de Deus. Este mundo exorcizado e otimizado por obra da miseric\u00f3rdia de Deus n\u00e3o pode conter em si nem a origem do pecado nem a morte. Por isso, \u00e9 ao dem\u00f3nio, e n\u00e3o \u00e0 mulher (cf. Ben-Sir\u00e1 25,24), nem sequer \u00e0 cobra, que o autor do Livro da Sabedoria atribui a entrada do pecado no mundo (Sabedoria 2,24). Se afirma que nenhuma criatura \u00e9 portadora de veneno, \u00e9 para ilibar tamb\u00e9m a cobra (Sabedoria 1,14). Tudo vem de Deus. Tudo caminha para Deus.<\/p>\n<p>12 A li\u00e7\u00e3o continuada da Segunda Carta aos Cor\u00edntios (8,7-15) abre-nos hoje uma janela para a teia de caridade tecida com delicadeza nas primeiras comunidades crist\u00e3s. \u00c0 imagem e transpar\u00eancia de Jesus Cristo que, \u00absendo rico se fez pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza\u00bb (2 Cor\u00edntios 8,9), S. Paulo, que \u00e9, no dizer de Bento XVI, \u00abo maior mission\u00e1rio de todos os tempos\u00bb, e, de acordo com o Beato Paulo VI, \u00abmodelo de cada evangelizador\u00bb, regeu a sua miss\u00e3o pela b\u00fassola: \u00abN\u00f3s s\u00f3 nos dev\u00edamos lembrar dos pobres\u00bb (G\u00e1latas 2,10). Por isso, porque a aten\u00e7\u00e3o para com os pobres constitui o crit\u00e9rio de valida\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o, S. Paulo empenhou-se naquela famosa Coleta (<em>loge\u00eda<\/em>), empenhando nela todas as Igrejas da \u00c1sia Menor, da Maced\u00f3nia e da Acaia. Esta Coleta intereclesial constitui, de facto, um verdadeiro \u00abfen\u00f3meno \u00fanico\u00bb (<em>h\u00e1pax phain\u00f3menon<\/em>\u00bb no mundo antigo, e s\u00e3o-lhe atribu\u00eddos sobretudo os nomes de\u00a0<em>koin\u00f4n\u00eda<\/em>\u00a0[= comunh\u00e3o],\u00a0<em>diakon\u00eda<\/em>\u00a0[= servi\u00e7o] e sobretudo\u00a0<em>ch\u00e1ris<\/em>\u00a0[= gra\u00e7a], \u00aba gra\u00e7a (<em>ch\u00e1ris<\/em>) servida por n\u00f3s\u00bb, como refere exemplarmente S. Paulo (2 Cor\u00edntios 8,19). A\u00ed est\u00e1 uma imensa provoca\u00e7\u00e3o para as Igrejas de hoje.<\/p>\n<p>13. O Salmo 30 \u00e9 uma bela e sentida A\u00e7\u00e3o de Gra\u00e7as a um Deus que liberta o orante da tristeza, da doen\u00e7a, do luto e da morte, e o faz exultar de alegria, sa\u00fade, vida, dan\u00e7a e m\u00fasica de festa. O Deus aqui louvado \u00e9 um Deus que muda as nossas situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis e, por vezes, sem sa\u00edda, em amplas avenidas floridas. \u00c9 por isso que, como diz o pr\u00f3prio t\u00edtulo \u00abC\u00e2ntico para a Dedica\u00e7\u00e3o do Templo\u00bb, este Salmo anda ligado \u00e0 Festa da\u00a0<em>Han\u00fbkkah<\/em>\u00a0ou da Dedica\u00e7\u00e3o do Templo, quando Judas Macabeu entrou no Templo de Jerusal\u00e9m em 164 e o fez purificar depois de um per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o e paganiza\u00e7\u00e3o pelos sel\u00eaucidas.<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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