{"id":4152820872,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11920-alegria-libertacao-luz-cura-e-enlevo-os-essenciais-para-anunciar-jesus"},"modified":"2025-11-07T16:34:44","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:44","slug":"alegria-libertacao-luz-cura-e-enlevo-os-essenciais-para-anunciar-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/alegria-libertacao-luz-cura-e-enlevo-os-essenciais-para-anunciar-jesus\/","title":{"rendered":"\u00abAlegria, liberta\u00e7\u00e3o, luz, cura e enlevo\u00bb os \u00abessenciais\u00bb para anunciar Jesus"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_audiencia_2022_220910024936.jpg\" \/><\/p>\n<p><p><em>Nova catequese sobre o \u00abZelo Apost\u00f3lico\u00bb com o Papa Francisco a apontar &#8220;quatro essenciais&#8221; para o modo como se comunica Jesus<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia, na \u00edntegra, a reflex\u00e3o do Santo Padre<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00abA paix\u00e3o pela evangeliza\u00e7\u00e3o: o zelo apost\u00f3lico do crente &#8211; 3. Jesus\u00a0Mestre do an\u00fancio<\/strong><\/p>\n<p><em>Estimados irm\u00e3os e irm\u00e3s, bom dia!<\/em><\/p>\n<p>Na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/events\/event.dir.html\/content\/vaticanevents\/pt\/2023\/1\/18\/udienza-generale.html\">quarta-feira passada refletimos sobre Jesus,\u00a0<em>modelo do an\u00fancio<\/em><\/a>, sobre o seu cora\u00e7\u00e3o pastoral, sempre propenso para os outros. Hoje olhemos para Ele como\u00a0<em>mestre do an\u00fancio<\/em>. Deixemo-nos orientar pelo epis\u00f3dio em que Ele prega na sinagoga do seu povoado, Nazar\u00e9. Jesus l\u00ea um trecho do profeta Isa\u00edas (cf. 61, 1-2) e depois surpreende todos com um \u201cserm\u00e3o\u201d muito breve, de uma \u00fanica frase, uma s\u00f3 frase. Diz assim: \u00abHoje cumpriu-se este or\u00e1culo, que acabais de ouvir\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a04, 21). Esta foi a prega\u00e7\u00e3o de Jesus: \u00abHoje cumpriu-se este or\u00e1culo, que acabais de ouvir\u00bb. Isto significa que para Jesus essa passagem prof\u00e9tica cont\u00e9m o essencial daquilo que Ele quer dizer de si. Por conseguinte, cada vez que falamos de Jesus, dever\u00edamos seguir aquele seu primeiro an\u00fancio. Ent\u00e3o, vejamos em que consiste este primeiro an\u00fancio. Podemos identificar cinco elementos essenciais.<\/p>\n<p>O primeiro elemento \u00e9\u00a0<em>a alegria<\/em>. Jesus proclama: \u00abO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim; [&#8230;] enviou-me para anunciar a\u00a0<em>boa nova<\/em>\u00a0aos pobres\u00bb (v. 18), isto \u00e9, um an\u00fancio de j\u00fabilo, de alegria. Boa nova: n\u00e3o se pode falar de Jesus sem alegria, porque a f\u00e9 \u00e9 uma maravilhosa hist\u00f3ria de amor a partilhar. Testemunhar Jesus, fazer algo pelos outros em seu nome, \u00e9 dizer nas entrelinhas da vida que se recebeu um dom t\u00e3o bonito que nenhuma palavra \u00e9 suficiente para o expressar. Ao contr\u00e1rio, quando falta alegria, o Evangelho n\u00e3o passa, pois ele \u2013 como a pr\u00f3pria palavra o diz &#8211; \u00e9\u00a0<em>bom an\u00fancio<\/em>, e Evangelho quer dizer bom an\u00fancio, an\u00fancio de alegria. O crist\u00e3o triste pode falar de coisas maravilhosas, mas ser\u00e1 tudo em v\u00e3o se o an\u00fancio que transmite n\u00e3o for jubiloso. Dizia um pensador: \u201cum crist\u00e3o triste \u00e9 um triste crist\u00e3o\u201d: n\u00e3o esque\u00e7ais isto.<\/p>\n<p>Passemos para o segundo aspeto:\u00a0<em>a liberta\u00e7\u00e3o<\/em>. Jesus diz que foi enviado \u00abpara anunciar a liberta\u00e7\u00e3o aos cativos\u00bb (v. 19). Isto significa que quem anuncia Deus n\u00e3o pode fazer proselitismo, n\u00e3o, n\u00e3o pode pressionar os outros, mas deve alivi\u00e1-los: n\u00e3o impor fardos, mas livrar deles; levar paz, n\u00e3o sentimentos de culpa. Sem d\u00favida, seguir Jesus exige ascese, exige sacrif\u00edcios; de resto, se cada coisa boa o requer, muito mais o exige a realidade decisiva da vida! Mas quem d\u00e1 testemunho de Cristo mostra a beleza da meta, mais do que o cansa\u00e7o do caminho. Ter-nos-\u00e1 ocorrido contar a algu\u00e9m sobre uma bela viagem que fizemos. Por exemplo, ter\u00edamos falado da beleza dos lugares, do que vimos e vivemos, n\u00e3o do tempo para l\u00e1 chegar, nem das filas no aeroporto, n\u00e3o! Assim, qualquer an\u00fancio digno do Redentor deve comunicar liberta\u00e7\u00e3o. Como aquele de Jesus. Hoje h\u00e1 alegria pois vim libertar.<\/p>\n<p>Terceiro aspeto:\u00a0<em>a luz<\/em>. Jesus diz que veio para restituir \u00abaos cegos o recobrar da vista\u00bb (<em>ibid<\/em>.). \u00c9 impressionante que em toda a B\u00edblia, antes de Cristo, nunca aparece a cura de um cego, nunca. Com efeito, era um sinal prometido que viria com o Messias. Contudo, aqui n\u00e3o se trata apenas da vista f\u00edsica, mas de uma luz que faz ver a vida de modo novo. H\u00e1 um \u201cvir \u00e0 luz\u201d, um renascimento que s\u00f3 se verifica com Jesus. Pensando bem, foi assim que a vida crist\u00e3 teve in\u00edcio para n\u00f3s: com o Batismo, que antigamente se chamava precisamente \u201cilumina\u00e7\u00e3o\u201d. E que luz nos d\u00e1 Jesus? Traz-nos a<em>\u00a0luz da filia\u00e7\u00e3o:<\/em>\u00a0Ele \u00e9 o Filho amado do Pai, vivo para sempre; e com Ele, tamb\u00e9m n\u00f3s somos filhos de Deus, amados para sempre, n\u00e3o obstante os nossos erros e defeitos. Ent\u00e3o, a vida j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 um avan\u00e7ar cego rumo ao nada, n\u00e3o: \u00a0n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de destino ou sorte, n\u00e3o \u00e9 algo que depende do acaso ou das estrelas, nem sequer da sa\u00fade ou das finan\u00e7as, n\u00e3o. A vida depende do amor, do amor do Pai, que cuida de n\u00f3s, seus filhos amados. Como \u00e9 maravilhoso partilhar esta luz com os outros! J\u00e1 pensastes que a vida de cada um de n\u00f3s \u2013 a minha vida, a tua vida, a nossa vida \u2013 \u00e9 um gesto de amor? \u00c9 um convite ao amor? Isto \u00e9 maravilhoso! Mas muitas vezes esquecemos isto, face \u00e0s dificuldades, diante das m\u00e1s not\u00edcias, tamb\u00e9m diante \u2013 e isto \u00e9 terr\u00edvel \u2013 da mundanidade, do modo de viver mundano.<\/p>\n<p>Quarto aspeto do an\u00fancio:\u00a0<em>a cura<\/em>. Jesus diz que veio \u00abpara libertar os oprimidos\u00bb (<em>ibid<\/em>.). Oprimido \u00e9 aquele que, na vida, se sente esmagado por algo que acontece: doen\u00e7as, canseiras, pesos no cora\u00e7\u00e3o, sentimentos de culpa, erros, v\u00edcios, pecados&#8230; Oprimidos por isto: pensemos por exemplo nos sentimentos de culpa. Quantos de n\u00f3s sofreram com isto? Pensemos um pouco num sentimento de culpa deste, daquele\u2026 O que nos oprime \u00e9, acima de tudo, precisamente aquele mal que nenhum medicamento ou rem\u00e9dio humano pode curar: o pecado. E se algu\u00e9m tem sentimento de culpa por algo que fez, e se sente mal&#8230; mas a boa not\u00edcia \u00e9 que com Jesus este mal antigo, o pecado, que parece invenc\u00edvel, j\u00e1 n\u00e3o tem a \u00faltima palavra. Posso pecar, pois sou d\u00e9bil. Cada um de n\u00f3s o pode fazer, mas esta n\u00e3o \u00e9 a \u00faltima palavra. A \u00faltima palavra \u00e9 a m\u00e3o estendida de Jesus que te ergue do pecado. E padre, quando o faz? Uma vez? N\u00e3o. Duas? N\u00e3o. Tr\u00eas? N\u00e3o. Sempre. Cada vez que est\u00e1s mal, o Senhor tem sempre a m\u00e3o estendida. \u00c9 preciso apenas pegar nela e deixar-se levar. A boa not\u00edcia \u00e9 que com Jesus este mal antigo n\u00e3o tem a \u00faltima palavra: a \u00faltima palavra \u00e9 a m\u00e3o estendida de Jesus que te leva em frente.\u00a0 Do pecado, Jesus cura-nos\u00a0<em>sempre<\/em>. E quanto devo pagar pela cura? Nada. Cura-nos\u00a0<em>sempre e gratuitamente.<\/em>\u00a0 Ele convida quantos est\u00e3o \u00abcansados e oprimidos\u00bb &#8211; disse-o no Evangelho \u2013 convida a ir at\u00e9 Ele (cf.\u00a0<em>Mt<\/em>\u00a011, 28). E ent\u00e3o, acompanhar algu\u00e9m ao encontro de Jesus significa lev\u00e1-lo ao m\u00e9dico do cora\u00e7\u00e3o, que alivia a vida. Significa dizer: \u201cIrm\u00e3o, irm\u00e3, n\u00e3o tenho respostas para muitos dos teus problemas, mas Jesus conhece-te, Jesus ama-te, pode curar-te e tranquilizar o cora\u00e7\u00e3o\u201d. Quem carrega fardos precisa de uma car\u00edcia no passado. Muitas vezes ouvimos: \u201cMas eu precisaria de curar o meu passado\u2026 preciso de uma car\u00edcia naquele passado que me pesa muito\u2026\u201d. Tem necessidade de perd\u00e3o. E quem acredita em Jesus tem precisamente isto para oferecer ao pr\u00f3ximo: a for\u00e7a do perd\u00e3o que liberta a alma de qualquer d\u00edvida. Irm\u00e3os, irm\u00e3s, n\u00e3o esque\u00e7ais: Deus esquece tudo. Porqu\u00ea? Sim, esquece todos os nossos pecados, deles n\u00e3o h\u00e1 mem\u00f3ria. Deus perdoa tudo pois esquece os nossos pecados. S\u00f3 precisamos de nos aproximar do Senhor e Ele perdoa-nos tudo. Pensai em algo do Evangelho, naquele que come\u00e7ou a falar: \u201cSenhor, pequei!\u201d. Aquele filho\u2026 E o pai fecha-lhe a boca com a m\u00e3o. \u201cN\u00e3o, est\u00e1 bem, nada\u2026\u201d N\u00e3o o deixa acabar\u2026 Isto \u00e9 bonito. Jesus espera-nos para nos perdoar, para nos sarar. E quanto? Uma vez? Duas vezes? N\u00e3o. Sempre. \u201cMas, padre, fa\u00e7o as mesmas coisas sempre&#8230;\u201d. E tamb\u00e9m ele far\u00e1 as suas mesmas coisas sempre: perdoa-te, abra\u00e7a-te. Por favor, n\u00e3o duvidemos disto. \u00c9 assim que se ama o Senhor. Quem carrega pesos e precisa de uma car\u00edcia no passado, precisa de perd\u00e3o, saiba que Jesus o faz. E \u00e9 isto que Jesus oferece: libertar a alma de cada d\u00edvida. Na B\u00edblia fala-se de um ano em que libertava do peso das d\u00edvidas: o Jubileu, o ano da gra\u00e7a. Como se fosse o \u00faltimo ponto do an\u00fancio!<\/p>\n<p>Com efeito, Jesus diz que veio \u00abpara proclamar o ano da gra\u00e7a do Senhor\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a04, 19). N\u00e3o era um jubileu programado, como aqueles que estamos a fazer agora, que tudo \u00e9 programado e pensamos em como fazer, como n\u00e3o fazer\u2026 N\u00e3o. Mas com Cristo a gra\u00e7a que renova a vida chega e surpreende sempre. Cristo \u00e9 o Jubileu de cada dia, de cada hora, que se aproxima de ti, para te acariciar, para te perdoar. \u00a0E o an\u00fancio de Jesus deve trazer sempre\u00a0<em>o enlevo da gra\u00e7a<\/em>. Este enlevo\u2026 \u201cN\u00e3o acredito, fui perdoado, fui perdoada\u201d. Mas \u00e9 t\u00e3o grande o nosso Deus! Pois n\u00e3o somos n\u00f3s que fazemos grandes coisas, mas \u00e9 a gra\u00e7a do Senhor que, inclusive atrav\u00e9s de n\u00f3s, realiza coisas imprevis\u00edveis. E estas s\u00e3o as surpresas de Deus! Deus \u00e9 um mestre das surpresas. Surpreende-nos sempre, espera-nos sempre. N\u00f3s chegamos, e Ele est\u00e1 \u00e0 espera. Sempre. O Evangelho \u00e9 acompanhado por um sentimento de maravilha e de novidade que tem um nome: Jesus!<\/p>\n<p>Que Ele nos ajude a anunci\u00e1-lo como deseja, comunicando\u00a0<em>alegria, liberta\u00e7\u00e3o, luz, cura e enlevo<\/em>. \u00c9 assim que se comunica Jesus.<\/p>\n<p>Um \u00faltimo aspeto: este\u00a0<em>feliz an\u00fancio<\/em>, que recita o Evangelho, \u00e9 dirigido \u00abaos pobres\u00bb (v. 18). Muitas vezes esquecemo-nos deles, no entanto s\u00e3o os destinat\u00e1rios explicitamente mencionados porque s\u00e3o os prediletos de Deus. Lembremo-nos deles, e recordemos que, para receber o Senhor, cada um de n\u00f3s deve fazer-se \u201cpobre dentro\u201d. Com aquela pobreza que faz dizer\u2026 \u201cSenhor, preciso de perd\u00e3o, preciso de ajuda, preciso de for\u00e7a\u201d. A pobreza que todos temos: tornar-se pobre dentro. Trata-se de superar qualquer pretens\u00e3o de autossufici\u00eancia para compreender que \u00e9 necessitado de gra\u00e7a, e sempre necessitado d\u2019Ele. Se algu\u00e9m me disser: Padre, mas qual \u00e9 a via mais breve para encontrar Jesus? Torna-te necessitado. Torna-te necessitado de gra\u00e7a, necessitado de perd\u00e3o, necessitado e alegria. E Ele aproximar-se-\u00e1 de ti.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Educris a partir do <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/it\/audiences\/2023\/documents\/20230125-udienza-generale.html\" target=\"_blank\">original em italiano<\/a><\/p>\n<p>Imagem: EDUCRIS<\/p>\n<p>25.01.2023<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova catequese sobre o \u00abZelo Apost\u00f3lico\u00bb com o Papa Francisco a apontar &#8220;quatro essenciais&#8221; para o modo como se comunica [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4294987800,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-4152820872","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4152820872","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4152820872"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4152820872\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294996056,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4152820872\/revisions\/4294996056"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4294987800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4152820872"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4152820872"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4152820872"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}