{"id":4265394832,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/10082-domingo-i-do-advento-para-vos-senhor-elevo-a-minha-alma"},"modified":"2025-11-07T16:33:41","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:41","slug":"domingo-i-do-advento-para-vos-senhor-elevo-a-minha-alma-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/domingo-i-do-advento-para-vos-senhor-elevo-a-minha-alma-2\/","title":{"rendered":"Domingo I do Advento: \u00abPara V\u00f3s, Senhor, elevo a minha alma!\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. \u00abPara v\u00f3s, Senhor, elevo a minha alma\u00bb (Salmo 25,1). Ant\u00edfona do C\u00e2ntico de Entrada que inaugura a celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica do Advento, do ano lit\u00fargico, do ano inteiro. Aponta a atitude a assumir pela assembleia fiel e orante: a obla\u00e7\u00e3o permanente, a ora\u00e7\u00e3o constante. Extraordin\u00e1rio p\u00f3rtico de entrada no Advento e no novo ano lit\u00fargico. Bel\u00edssima forma de viver, elevando para Deus a nossa vida: a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a nossa vida! A nossa vida em ascens\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o permanente, sacrif\u00edcio de suave odor, incenso puro subindo para o nosso Deus. Sempre. O Evangelho dir\u00e1 com a mesma energia e alegria: \u00abEstai atentos\u00bb, \u00abvigiai\u00bb, \u00abn\u00e3o sabeis quando vir\u00e1 o dono da casa\u00bb (Marcos 13,33-37). Na verdade, n\u00f3s n\u00e3o o podemos ver: \u00e9 como um homem que partiu de viagem (Mateus 13,34). Todavia, tudo o que possu\u00edmos foi dele que o recebemos (Mateus 13,34). Portanto, vida levantada, rosto erguido para Deus. \u00c9 o gesto do justo justificado por Deus (Job 22,26). P\u00e1gina em branco, Primeira e \u00daltima, que podemos apresentar a Deus neste in\u00edcio de Advento e de ano lit\u00fargico. \u00c9 de Deus a palavra e a escrita que n\u00e3o passa (Marcos 13,31).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. A li\u00e7\u00e3o do Evangelho de hoje (Marcos 13,33-37) est\u00e1 atravessada pelo verbo \u00abvigiar\u00bb, por quatro vezes repetido (13,33.34.35.37), em imperativo: uma vez\u00a0<em>agrypne\u00eete<\/em>\u00a0(<em>agr<\/em>-, nega\u00e7\u00e3o, e\u00a0<em>hypn\u00f3\u00f4<\/em>, dormir) (v. 33), e tr\u00eas vezes\u00a0<em>gr\u00eagore\u00eete<\/em>, vigiar (v. 34.35.37). No Gets\u00e9mani, Jesus clarificar\u00e1 em que consiste esta \u00abvigil\u00e2ncia\u00bb, pois a\u00ed dir\u00e1: \u00abvigiai e orai\u00bb (Marcos 14,28). \u00c9 preciso manter o cora\u00e7\u00e3o sintonizado com o cora\u00e7\u00e3o de Deus. Da\u00ed as vig\u00edlias da noite tamb\u00e9m enunciadas no v. 35: ao anoitecer (21h00), \u00e0 meia-noite (24h00), ao cantar do galo (03h00) e \u00e0s matinas (06h00). A locu\u00e7\u00e3o \u00abestai atentos\u00bb atravessa tamb\u00e9m por quatro vezes o inteiro Cap\u00edtulo 13 do Evangelho de Marcos (13,5.9.23.33), que \u00e9 um Cap\u00edtulo em que Jesus fala para quatro disc\u00edpulos: Pedro, Andr\u00e9, Tiago e Jo\u00e3o, sentados no Monte das Oliveiras, diante do Templo (Marcos 13,3).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. O Templo ainda est\u00e1 de p\u00e9 (ser\u00e1 destru\u00eddo no ano 70), e os disc\u00edpulos admiram a excel\u00eancia daquelas pedras e do embelezamento do Templo feito por Herodes o Grande, com a inten\u00e7\u00e3o de captar as boas gra\u00e7as dos judeus, j\u00e1 que Herodes n\u00e3o era judeu, era Idumeu, e estava interessado em ter os judeus do seu lado. Jesus adverte que aquele luxo passaria, e aproveita para lembrar que passar\u00e1 mesmo tudo, tamb\u00e9m as nossas seguran\u00e7as (ou aquilo que pensamos estar seguro), sacudidas por guerras, viol\u00eancias, rapinas, persegui\u00e7\u00f5es, pelo normal andamento do tempo e da idade. Com a contund\u00eancia que lhe \u00e9 conhecida, diz-nos S\u00e3o Paulo que \u00abpassa, na verdade, a figura (<em>t\u00f2 sch\u00eama<\/em>) deste mundo (<em>to\u00fb k\u00f3smou to\u00fato<\/em>)\u00bb (1 Cor\u00edntios 7,31), isto \u00e9, tendo em conta a for\u00e7a das palavras e a express\u00e3o gramatical de que se revestem, \u00aba figura que passa (na tela) \u00e9 este mundo\u00bb. Sem equ\u00edvocos: a realidade deste mundo \u00e9 pen\u00faltima, n\u00e3o \u00daltima. Neste cen\u00e1rio passageiro, h\u00e1, por\u00e9m, uma realidade que n\u00e3o passa: a palavra de Jesus (Marcos 13,31). Salta \u00e0 vista, portanto, que \u00e9 a esta \u00e2ncora que nos devemos agarrar, e n\u00e3o \u00e0 poeira das nossas grandezas ilus\u00f3rias! Este discurso \u00e9 dirigido aos quatro disc\u00edpulos referidos. Mas, o Evangelho de hoje termina com Jesus a dizer: \u00abO que vos digo a v\u00f3s, digo-o a todos!\u00bb. Portanto, a n\u00f3s, hoje, tamb\u00e9m.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. O escritor argentino Jorge Luis Borges deixou-nos versos densos como estes, acentuando a import\u00e2ncia e a intensidade de cada momento da nossa vida a n\u00e3o desperdi\u00e7ar: \u00abN\u00e3o h\u00e1 um instante que n\u00e3o esteja carregado como uma arma\u00bb; \u00abEm cada instante o galo pode ter cantado tr\u00eas vezes\u00bb; \u00abEm cada instante a cl\u00e9psidra deixa cair a \u00faltima gota\u00bb. E o poeta brasileiro Vin\u00edcius de Moraes escreveu assim num bel\u00edssimo poema: \u00abA coisa mais divina\/ Que h\u00e1 no mundo\/ \u00c9 viver cada segundo\/ Como nunca mais\u00bb. \u00c9 assim, sempre vigilantes, amantes e esperantes, sempre \u00e0 escuta e \u00e0 espera de algu\u00e9m, com Amor imenso e intenso, que rasga o pr\u00f3prio tempo, que devemos encher todos os nossos instantes, como se fosse a primeira vez, como se fosse a \u00faltima vez. Aprendamos ent\u00e3o que tudo no Evangelho \u00e9 decisivo, pois \u00e9-nos mostrado com toda a clareza que cada passo conta, cada gesto conta, cada palavra conta, cada copo de \u00e1gua conta!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. \u00c1trio de um tempo novo, habitado, \u00abcarregado\u00bb de justi\u00e7a e de bondade. Obra de Deus no nosso mundo. E s\u00f3 dele. Obra terna, tenra e nova, como um \u00abrebento\u00bb de um jovem casal ou de uma planta. Sinal de Primavera no meio da invernia e da lama em que nos vamos atolando, ensonados e enlatados, sem sequer darmos por isso. \u00c9, portanto, mesmo preciso que Ele venha e que nos acorde e nos levante da nossa letargia com novas pautas e novos acordes musicais! E que nos d\u00ea nomes novos a n\u00f3s, \u00e0s nossas cidades, \u00e0s nossas escolas, aos nossos hospitais, \u00e0s nossas ruas! Nomes novos, isto \u00e9, em termos b\u00edblicos, nova express\u00e3o e novas maneiras de viver.\u00a0<em>Up<\/em>!\u00a0<em>Up<\/em>!\u00a0<em>Up<\/em>! Luz nova l\u00e1 no alto a atrair os nossos olhos embotados. Instru\u00e7\u00e3o nova de Deus para todos os povos, armas transformadas em relhas de arado, flores brancas em m\u00e3os ensanguentadas (Isa\u00edas 2,1-5).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. Isa\u00edas serve-nos hoje o mais poderoso Salmo de lamenta\u00e7\u00e3o popular da B\u00edblia inteira (Isa\u00edas 63,17-64,7), nas palavras de Claus Westermann. Nele confessamos a nossa rebeldia, mas tamb\u00e9m a nossa fugacidade (somos como folhas secas levadas pelo vento), e invocamos o amor paternal, criador e redentor de Deus, para que venha em aux\u00edlio da nossa fraqueza. \u00abOh, se rasg\u00e1sseis os c\u00e9us e desc\u00easseis\u00bb, ficar\u00e1 para sempre como um grito maravilhoso de quase inultrapass\u00e1vel intensidade e beleza! E, por n\u00f3s, Deus, nosso Pai, rasgou mesmo os c\u00e9us, e veio ter connosco (veja-se o cen\u00e1rio maravilhoso da Incarna\u00e7\u00e3o, em que o Verbo de Deus comunga da nossa fr\u00e1gil humanidade, e pode ver-se tamb\u00e9m o cen\u00e1rio do batismo de Jesus, em que se cumpre a express\u00e3o dos c\u00e9us que se abrem).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. E S\u00e3o Paulo, a abrir a Primeira Carta aos Cor\u00edntios (1,3-9) sa\u00fada-nos com a Gra\u00e7a e a Paz de Deus, nosso Pai, e refere ainda esta maravilha: \u00abDou gra\u00e7as ao meu Deus por v\u00f3s em todo o tempo\u00bb (v. 4). Motivo: as inumer\u00e1veis b\u00ean\u00e7\u00e3os com que Deus nos tem enriquecido em Cristo Jesus, o \u00fanico Senhor da nossa vida. O extrato de hoje fecha com a indica\u00e7\u00e3o not\u00e1vel de que Deus nos chamou, n\u00e3o a isto ou \u00e0quilo, nem sequer a participar na alegria do Messias, como dizem os rabinos acerca de Abra\u00e3o, mas a participar na comunh\u00e3o pessoal com o seu Filho, Jesus Cristo (v. 9).<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. \u00c9 neste tom maravilhoso que devemos recitar com amor a autobigrafia de Israel, que \u00e9 tamb\u00e9m a nossa, e que passa nas notas do poderoso Salmo 80: videira arrancada do Egito e transplantada para a nossa terra livre, bela, boa e espa\u00e7osa. Tratada com amor, cresceu, cresceu, cresceu, encheu a terra inteira de folhagem e de frutos. Por\u00e9m, abandonada, foi devastada pelo javali, pelos animais do campo, pelos parasitas\u2026 \u00c9 tempo, portanto, de levantar a alma e rezar em todo o tempo: \u00abSenhor, nosso Deus, vinde de novo; fazei brilhar a vossa face, e seremos salvos!\u00bb.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Como \u00e9 f\u00e1cil, Senhor Jesus,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Daqui, de ao p\u00e9 da tua Cruz,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Avistar a paisagem do Advento,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Compreender-lhe a mensagem,<\/p>\n<p class=\"inline-ad-slot\" data-adtags-visited=\"true\" data-adtags-width=\"450\" id=\"inline-ad-1\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Respirar-lhe o alento.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Daqui, de ao p\u00e9 da tua Cruz de Luz,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Sem d\u00favida o lugar mais alto do mundo,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Mais alto e mais profundo,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">V\u00ea-se bem, com toda a claridade,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Que a lonjura do Advento n\u00e3o \u00e9 horizontal.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Eleva-se em altura.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Como a tua t\u00fanica tecida de Alto-a-baixo,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Vertical,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">E sem costura.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Tu vens do Alto, Senhor.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Tu vens de Deus.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Tu \u00e9s Deus.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Tu \u00e9s o Justo<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Que chove das alturas<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Sobre a nossa humanidade sedenta e \u00e0s escuras.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Vem, Senhor Jesus,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Alumia e rega a nossa terra dura,<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Acaricia o nosso humilde ch\u00e3o<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">E modela com as tuas m\u00e3os de amor<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Em cada um de n\u00f3s<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Um novo cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Capaz de ver.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Capaz de Te ver<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Nascer<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Em cada irm\u00e3o.<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. \u00abPara v\u00f3s, Senhor, elevo a minha alma\u00bb (Salmo 25,1). 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