{"id":741162056,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/326-vaticano\/11852-homilia-para-acolher-deus-e-a-sua-paz-e-preciso-arriscar-afirma-o-papa"},"modified":"2025-11-07T16:34:44","modified_gmt":"2025-11-07T16:34:44","slug":"homilia-para-acolher-deus-e-a-sua-paz-e-preciso-arriscar-afirma-o-papa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/homilia-para-acolher-deus-e-a-sua-paz-e-preciso-arriscar-afirma-o-papa\/","title":{"rendered":"Homilia: \u00abPara acolher Deus e a sua paz, \u00e9 preciso arriscar\u00bb, afirma o Papa"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/papa_homilia_1_150403110349.jpg\" \/><\/p>\n<p><p><em>Na bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco presidiu \u00e0 eucaristia, por ocasi\u00e3o da Solenidade de Maria Sant\u00edssima, m\u00e3e de Deus, e na celebra\u00e7\u00e3o do 56\u00ba Dia Mundial da Paz<\/em><\/p>\n<p>Leia,na \u00edntegra, a homilia do Santo Padre<\/p>\n<p><em>Santa M\u00e3e de Deus!<\/em>\u00a0Era a aclama\u00e7\u00e3o jubilosa do Povo santo de Deus, que ressoava pelas ruas de \u00c9feso no ano quatrocentos e trinta e um, quando os Padres do Conc\u00edlio proclamaram Maria,\u00a0<em>M\u00e3e de Deus<\/em>. Trata-se dum dado essencial da f\u00e9, mas sobretudo duma not\u00edcia maravilhosa: Deus tem uma M\u00e3e e, por conseguinte, est\u00e1 ligado para sempre \u00e0 nossa humanidade, como um filho \u00e0 m\u00e3e, a ponto de a nossa humanidade ser a sua humanidade. \u00c9 uma verdade t\u00e3o clamorosa e consoladora que o \u00faltimo Conc\u00edlio, aqui celebrado, afirmou: \u00abPela sua encarna\u00e7\u00e3o, Ele, o Filho de Deus, uniu-Se de certo modo a cada homem. Trabalhou com m\u00e3os humanas, pensou com uma intelig\u00eancia humana, agiu com uma vontade humana, amou com um cora\u00e7\u00e3o humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de n\u00f3s, semelhante a n\u00f3s em tudo, exceto no pecado\u00bb (Conc. Ecum. Vat. II, Const. past.\u00a0<em><a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/archive\/hist_councils\/ii_vatican_council\/documents\/vat-ii_const_19651207_gaudium-et-spes_po.html\">Gaudium et spes<\/a><\/em>, 22). Eis o que fez Deus com o seu nascimento de Maria: mostrou o seu amor concreto pela nossa humanidade, abra\u00e7ando-a real e plenamente. Irm\u00e3os, irm\u00e3s, Deus n\u00e3o nos ama s\u00f3 com palavras, mas com factos; n\u00e3o nos ama l\u00e1 \u00abdo alto\u00bb, de longe, mas \u00abde perto\u00bb, precisamente\u00a0<em>de dentro<\/em>\u00a0da nossa carne, porque em Maria o Verbo Se fez carne e, no peito de Cristo, continua a bater um cora\u00e7\u00e3o de carne, que palpita de amor por cada um de n\u00f3s!<\/p>\n<p><em>Santa M\u00e3e de Deus!<\/em>\u00a0Muitos livros e grandes tratados se escreveram sobre este t\u00edtulo; mas estas palavras entraram no cora\u00e7\u00e3o do santo Povo de Deus sobretudo com a ora\u00e7\u00e3o mais familiar e dom\u00e9stica que acompanha o ritmo dos dias, os momentos mais duros e as esperan\u00e7as mais ousadas, ou seja, a\u00a0<em>Ave Maria<\/em>. De facto, depois dalgumas frases tiradas da Palavra de Deus, come\u00e7a assim a segunda parte desta ora\u00e7\u00e3o: \u00abSanta Maria,\u00a0<em>M\u00e3e de Deus<\/em>, rogai por n\u00f3s, pecadores\u2026\u00bb. Esta invoca\u00e7\u00e3o marcou muitas vezes os nossos dias e permitiu que, atrav\u00e9s de Maria, Deus Se aproximasse das nossas vidas e da nossa hist\u00f3ria: rezada nas mais diversas l\u00ednguas, desfiando as contas do ter\u00e7o e nos momentos de necessidade, diante duma Imagem sacra ou caminhando pela estrada. A esta invoca\u00e7\u00e3o \u2013\u00a0<em>M\u00e3e de Deus<\/em>,\u00a0<em>rogai por n\u00f3s, pecadores<\/em>\u00a0\u2013, a M\u00e3e de Deus sempre responde! Escuta os nossos pedidos, aben\u00e7oa-nos com o seu Filho nos bra\u00e7os, traz-nos a ternura de Deus feito carne; numa palavra, d\u00e1-nos\u00a0<em>esperan\u00e7a<\/em>. E, no in\u00edcio deste ano, precisamos de esperan\u00e7a, como a terra precisa de chuva. O ano, que se abre sob o signo da M\u00e3e de Deus e nossa, diz-nos que a chave da esperan\u00e7a \u00e9 Maria, e a ant\u00edfona da esperan\u00e7a \u00e9 a invoca\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Santa M\u00e3e de Deus<\/em>. E hoje confiamos \u00e0 nossa M\u00e3e Sant\u00edssima o amado Papa em\u00e9rito Bento XVI para que o acompanhe na sua passagem deste mundo para Deus.<\/p>\n<p>Rezemos \u00e0 M\u00e3e de modo especial pelos filhos que sofrem e j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam a for\u00e7a de rezar, por tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s atingidos pela guerra em tantas partes do mundo, que vivem estes dias de festa na escurid\u00e3o e ao frio, na mis\u00e9ria e no medo, submersos na viol\u00eancia e na indiferen\u00e7a! Por quantos n\u00e3o t\u00eam paz, aclamemos Maria, a mulher que trouxe ao mundo o Pr\u00edncipe da paz (cf.\u00a0<em>Is<\/em>\u00a09, 5;\u00a0<em>Gal<\/em>\u00a04, 4). N\u2019Ela, Rainha da paz, realiza-se a b\u00ean\u00e7\u00e3o que ouvimos na primeira Leitura: \u00abO Senhor volte para ti a sua face e te d\u00ea a paz\u00bb (<em>Nm<\/em>\u00a06, 26). Pelas m\u00e3os duma M\u00e3e, a paz de Deus quer entrar nas nossas casas, nos nossos cora\u00e7\u00f5es, no nosso mundo. Mas como fazer para a acolher?<\/p>\n<p>Deixemo-nos aconselhar pelos protagonistas do Evangelho de hoje, os primeiros que viram a M\u00e3e com o Menino: os pastores de Bel\u00e9m. Eram pessoas pobres, talvez at\u00e9 bastante rudes e, naquela noite, estavam de servi\u00e7o. Foram precisamente eles, n\u00e3o os s\u00e1bios nem mesmo os poderosos, os primeiros a reconhecer o Deus pr\u00f3ximo, o Deus que veio pobre e gosta de estar com os pobres. Dos pastores, o Evangelho come\u00e7a por destacar dois gestos muito simples, mas que n\u00e3o s\u00e3o sempre f\u00e1ceis: os pastores foram e viram. Dois gestos:\u00a0<em>ir\u00a0<\/em>e\u00a0<em>ver<\/em>.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar,\u00a0<em>ir<\/em>. O texto diz que os pastores \u00abforam apressadamente\u00bb (<em>Lc<\/em>\u00a02, 16). N\u00e3o ficaram parados. Era noite, tinham os seus rebanhos para cuidar e estavam certamente cansados: poderiam aguardar a aurora, esperar pelo nascer do sol para ir ver um Menino deitado numa manjedoura. Mas n\u00e3o;\u00a0<em>foram apressadamente<\/em>, porque, em presen\u00e7a de coisas importantes, \u00e9 preciso reagir prontamente, n\u00e3o adiar, pois \u00aba gra\u00e7a do Esp\u00edrito n\u00e3o tolera a lentid\u00e3o\u00bb (Santo Ambr\u00f3sio,\u00a0<em>Coment\u00e1rio sobre S\u00e3o Lucas<\/em>, 2). E assim encontraram o Messias, o esperado que h\u00e1 s\u00e9culos muitos procuravam.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os, irm\u00e3s, para acolher Deus e a sua paz, n\u00e3o se pode ficar comodamente parado \u00e0 espera que as coisas melhorem. \u00c9 preciso levantar-se, aproveitar as oportunidades da gra\u00e7a, ir, arriscar. \u00c9 preciso arriscar. Hoje, no in\u00edcio do ano, em vez de ficarmos a pensar e esperar que as coisas mudem, ser\u00e1 bom interrogar-nos: \u00abEu, neste ano, aonde quero ir? A quem vou fazer bem?\u00bb Muitos, na Igreja e na sociedade, esperam o bem que tu, e s\u00f3 tu, podes proporcionar, o teu servi\u00e7o. E hoje, face \u00e0 pregui\u00e7a que anestesia e \u00e0 indiferen\u00e7a que paralisa, frente ao risco de nos limitarmos a ficar sentados diante dum ecr\u00e3 com as m\u00e3os no teclado, os pastores desafiam-nos a ir, a comover-nos com o que acontece no mundo, a sujar as m\u00e3os na realiza\u00e7\u00e3o do bem, a renunciar a toda uma s\u00e9rie de h\u00e1bitos e comodidades para nos abrirmos \u00e0s novidades de Deus, que se encontram na humildade do servi\u00e7o, na coragem de prestar cuidados. Irm\u00e3os e irm\u00e3s, imitemos os pastores: vamos!<\/p>\n<p>Diz o Evangelho que, tendo chegado, os pastores \u00abencontraram Maria, Jos\u00e9 e o menino deitado na manjedoura\u00bb (2, 16). E observa em seguida que, s\u00f3 \u00abdepois de [O] terem visto\u00bb (2, 17), come\u00e7aram, cheios de maravilha, a contar aos outros o que lhes tinham dito de Jesus e a glorificar e louvar a Deus por tudo o que tinham ouvido e\u00a0<em>visto<\/em>\u00a0(cf. 2, 17-18.20). O ponto de viragem deu-se ao\u00a0<em>t\u00ea-Lo visto<\/em>. \u00c9 importante ver, abra\u00e7ar com o olhar, permanecer ali, como os pastores, diante do Menino nos bra\u00e7os da M\u00e3e. Sem dizer nada, sem perguntar nada, sem fazer nada. Olhar em sil\u00eancio, adorar, regalar os olhos com a ternura consoladora de Deus humanado e da sua e nossa M\u00e3e. No in\u00edcio do ano, entre tantas novidades que querer\u00edamos experimentar e as in\u00fameras coisas que querer\u00edamos fazer, incluamos a de dedicar tempo a\u00a0<em>ver<\/em>, ou seja, a abrir os olhos e mant\u00ea-los abertos diante daquilo que conta: Deus e os outros. Tenhamos a coragem de nos abrir \u00e0 maravilha do encontro, que \u00e9 o estilo de Deus; uma coisa muito diferente da sedu\u00e7\u00e3o do mundo, que te tranquiliza. A maravilha de Deus, o encontro d\u00e1-te paz; o mundo consegue apenas anestesiar-te e p\u00f4r-te tranquilo.<\/p>\n<p>Quantas vezes, levados pela pressa, n\u00e3o temos tempo sequer de parar um minuto na companhia do Senhor para ouvir a sua Palavra, rezar, adorar, louvar! E o mesmo acontece em rela\u00e7\u00e3o aos outros: levados pela pressa ou pelo protagonismo, n\u00e3o temos tempo para escutar a esposa, o marido, para conversar com os filhos, para lhes perguntar\u00a0<em>como se sentem dentro<\/em>, e n\u00e3o s\u00f3 como v\u00e3o os estudos e a sa\u00fade. Faz muito bem deter-se a escutar os idosos, o av\u00f4 e a av\u00f3, para ver a profundidade da vida e redescobrir as ra\u00edzes. Sendo assim, perguntemo-nos se somos capazes de ver quem vive ao nosso lado, quem mora no nosso pr\u00e9dio, quem encontramos diariamente pela estrada. Irm\u00e3os e irm\u00e3s, imitemos os pastores: aprendamos a ver! A compreender com o cora\u00e7\u00e3o, vendo. Aprendamos a ver.<\/p>\n<p>Ir e ver. Hoje o Senhor veio para o meio de n\u00f3s e a\u00a0<em>Santa M\u00e3e de Deus<\/em>\u00a0coloca-O diante dos nossos olhos. Redescubramos, no\u00a0<em>\u00edmpeto de ir e na maravilha de ver<\/em>, os segredos para fazer verdadeiramente novo este ano, e vencer o cansa\u00e7o que te faz instalar ou a paz falsa da sedu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E agora, irm\u00e3os e irm\u00e3s, convido-vos todos a olhar para Nossa Senhora. Aclamemo-la tr\u00eas vezes \u00abSanta M\u00e3e de Deus!\u00bb, como fazia o povo de \u00c9feso: Santa M\u00e3e de Deus! Santa M\u00e3e de Deus! Santa M\u00e3e de Deus!<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o Educris a partir do <a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/it\/homilies\/2023\/documents\/20230101_omelia-madredidio-pace.html\" target=\"_blank\">original <\/a>em italiano<\/p>\n<p>Imagem: Vatican Media<\/p>\n<p>01.01.2023<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco presidiu \u00e0 eucaristia, por ocasi\u00e3o da Solenidade de Maria Sant\u00edssima, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4294987805,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[64],"class_list":["post-741162056","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/741162056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=741162056"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/741162056\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4294996052,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/741162056\/revisions\/4294996052"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4294987805"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=741162056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=741162056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=741162056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}