{"id":825711955,"date":"2013-11-01T00:00:00","date_gmt":"2013-11-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.educris.com\/v3\/328-liturgia\/11528-solenidade-do-sagrado-coracao-de-jesus-coracao-para-sempre-aberto"},"modified":"2025-11-07T16:33:51","modified_gmt":"2025-11-07T16:33:51","slug":"solenidade-do-sagrado-coracao-de-jesus-coracao-para-sempre-aberto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/solenidade-do-sagrado-coracao-de-jesus-coracao-para-sempre-aberto\/","title":{"rendered":"Solenidade do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus: \u00abCora\u00e7\u00e3o para sempre aberto\u00bb"},"content":{"rendered":"<p class=\"img\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/educris\/imagens\/antonio_couto_sorriso_160417093031.jpg\" \/><\/p>\n<p><p data-adtags-visited=\"true\">Ez 34,11-16; Sl 23; Rm 5,5-11; Lc 15,3-7<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">1. Passa hoje, no calend\u00e1rio lit\u00fargico desta sexta-feira, a Solenidade do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, que assinala a presen\u00e7a viva, pr\u00f3xima e intensa de um amor sublime e de uma esperan\u00e7a nova, refletida no rosto, no cora\u00e7\u00e3o e no horizonte de cada ser humano. Esse horizonte novo brota do cora\u00e7\u00e3o aberto de Jesus Cristo, fogo ardente de amor e de sentido que enche de luz os nossos passos, tantas vezes andados na penumbra e no escuro. S\u00e3o Paulo diz bem aos crist\u00e3os de \u00c9feso que, antes de terem sido encontrados por Jesus Cristo, viviam \u00absem esperan\u00e7a e sem Deus no mundo\u00bb (Ef\u00e9sios 2,12). A quest\u00e3o, entenda-se bem, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 apenas viver\u00a0<em>sem Deus<\/em>, no desconhecimento (<em>agn\u00f4s\u00eda<\/em>) de Deus. \u00c9 viver\u00a0<em>sem Deus no mundo<\/em>, no meio de n\u00f3s, pertinho de n\u00f3s, connosco. Sim, se repararmos bem, sem a presen\u00e7a de Deus\u00a0<em>no mundo<\/em>, tamb\u00e9m a nossa habita\u00e7\u00e3o fica desabitada, uma esp\u00e9cie de c\u00e2mara escura, e fica sem sentido a nossa vida. Sem Deus no mundo, pode haver apenas pequenas e in\u00fateis dedu\u00e7\u00f5es, como quem deduz o c\u00e9u da terra ou o \u00daltimo do pen\u00faltimo.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">2. Com Deus no mundo, muda tudo. \u00c9 o c\u00e9u que desce \u00e0 terra, \u00e9 o \u00daltimo que enche de sentido o pen\u00faltimo. Fica habitada a nossa habita\u00e7\u00e3o, e um sentido novo rebenta o nosso escuro duro. Sim, o cora\u00e7\u00e3o aberto do Deus humanado enche-nos de luz e de esperan\u00e7a. Enche-nos de Jesus, de cujo lado aberto saiu sangue e \u00e1gua (Jo\u00e3o 19,34): o sangue do Cordeiro que assinala as umbreiras das nossas casas (\u00caxodo 12,22-23) e lava as nossas t\u00fanicas brancas (Apocalipse 7,14); a \u00e1gua, que \u00e9 o Esp\u00edrito Santo, que vem para n\u00f3s da humanidade crucificada e glorificada de Jesus, e alumia a nossa intelig\u00eancia e o nosso cora\u00e7\u00e3o de filhos, ensinando-nos a dizer:\u00a0<em>Ab-ba<\/em>! Do lado aberto do primeiro\u00a0<em>Adam<\/em>\u00a0adormecido nasceu Eva (G\u00e9nesis 2,21-22). Do lado aberto do novo e \u00faltimo\u00a0<em>Adam<\/em>\u00a0adormecido nasce a Igreja!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">3. A\u00ed est\u00e1 ent\u00e3o o mist\u00e9rio por Deus dado a conhecer e a amar (Ef\u00e9sios 3,8-19) (o conhecimento incha; s\u00f3 o amor edifica), a fonte da nossa vida verdadeira, as nossas habita\u00e7\u00f5es (<em>\u00eathos<\/em>) habitadas de sentido, os nossos h\u00e1bitos (<em>\u00e9thos<\/em>) luminosos e branqueados. Habita\u00e7\u00e3o diz-se, na l\u00edngua grega,\u00a0<em>\u00eathos<\/em>. A habita\u00e7\u00e3o \u00e9 a casa, \u00e9 a Igreja, a Casa bela habitada por filhos e irm\u00e3os. H\u00e1bito diz-se\u00a0<em>\u00e9thos<\/em>, de onde vem \u00ab\u00e9tica\u00bb, que \u00e9 a norma para viver na Casa, \u00e9 o amor e a alegria de que os filhos e irm\u00e3os, que vivem na Casa, devem andar sempre revestidos. Habita\u00e7\u00e3o e h\u00e1bito! \u00d3 admir\u00e1vel mundo novo, belo e sublime, que Deus n\u00e3o se cansa de oferecer aos seus filhos amados.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">4. O Evangelho deste Dia (Lucas 15,3-7) \u00e9 uma janela sublime e sempre aberta com vista direta para o cora\u00e7\u00e3o de Deus, exposto, narrado, contado por Jesus. Mas antes de Jesus come\u00e7ar a contar Deus, o narrador prepara cuidadosamente o cen\u00e1rio (v. 1-2), dizendo-nos que os PUBLICANOS e PECADORES se aproximavam de Jesus para o escutar, em claro contraponto com os ESCRIBAS e FARISEUS que estavam l\u00e1, n\u00e3o para o escutar, mas para criticar o facto de Jesus acolher os pecadores e comer com eles. Eles achavam que os pecadores eram merecedores de castigo severo e n\u00e3o de miseric\u00f3rdia, pois eram amplamente devedores a Deus, e n\u00e3o credores como os fariseus pensavam que eram. S\u00e3o vis\u00edveis, portanto, dois modos de ver, dois crit\u00e9rios: 1) o comportamento novo, misericordioso, inclusivo, por parte de Jesus, que acolhe e abra\u00e7a os pecadores, at\u00e9 ent\u00e3o marginalizados, hostilizados, descartados, excomungados; 2) o comportamento impiedoso, rigorista e exclusivista para com os pecadores por parte da velha tradi\u00e7\u00e3o religiosa dos escribas e fariseus.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">5. \u00c9 a estes \u00faltimos, que n\u00e3o concordam com o seu corportamento e o criticam, que Jesus se dirige e conta uma par\u00e1bola, \u00abESTA PAR\u00c1BOLA\u00bb (<em>ta\u00faten parabol\u00ean<\/em>) (v. 3), no singular. Sim, o texto diz expressamente \u00abESTA PAR\u00c1BOLA\u00bb, o que quer dizer que tudo o que Jesus vai contar at\u00e9 ao final do Cap\u00edtulo \u00e9 uma s\u00f3 par\u00e1bola, e n\u00e3o tr\u00eas, como vulgarmente se pensa, titula e diz. Sendo a par\u00e1bola contada para os ESCRIBAS e FARISEUS, ent\u00e3o \u00e9 desse lado do audit\u00f3rio que n\u00f3s, leitores ou ouvintes, nos devemos colocar. Se nos colocarmos, como \u00e9 usual e a nossa simpatia reclama, do lado dos PECADORES, da OVELHA perdida e encontrada, da DRACMA perdida e encontrada, do FILHO perdido e encontrado, a par\u00e1bola passa-nos ao lado.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">6. O primeiro quadro, que \u00e9 o \u00fanico que Hoje nos \u00e9 apresentado, mostra-nos a OVELHA PERDIDA l\u00e1 longe, e por amor PROCURADA e ENCONTRADA, e que d\u00e1 azo \u00e0 ALEGRIA partilhada com os amigos e vizinhos. E Jesus conclui que \u00e9 assim no c\u00e9u sempre que um PECADOR se converte. Ao fundo da cena est\u00e3o noventa e nove JUSTOS que n\u00e3o precisam de convers\u00e3o. Era o que pensavam os escribas e fariseus, e n\u00f3s tantas vezes tamb\u00e9m!<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">7. A ovelha ou um de n\u00f3s que se perde, perde-se porque volta as costas a Deus. Sempre seguindo os indicadores da par\u00e1bola, \u00e9 essencial que o PASTOR n\u00e3o imite o comportamento da ovelha, voltando-lhe as costas e n\u00e3o se importando mais dela, mas que continue a dedicar-lhe todo o seu cuidado e carinho pastoral, que nunca a exclua, mas que lute por inclu\u00ed-la no seu rebanho. Para aquele PASTOR, n\u00e3o \u00e9 uma ovelha qualquer; \u00e9 a\u00a0<em>minha<\/em>\u00a0ovelha perdida. Importa estarmos atentos ao rebanho e a cada ovelha do rebanho. A ovelha tem um alcance de vis\u00e3o de apenas dez metros, pelo que, se se perder do rebanho, dificilmente o encontra. \u00c9 por isso que a voz do pastor, que a ovelha conhece e pode ouvir a uma dist\u00e2ncia maior, \u00e9 importante.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">8. O texto de Ezequiel 34,11-16 faz eco ao bom PASTOR do Evangelho de Hoje, que procura com todo o empenho a\u00a0<em>sua<\/em>\u00a0ovelha perdida. Em Ezequiel 34,1-10, Deus critica, pela boca do profeta, os maus pastores que se apascentam a si mesmos \u00e0 custa das ovelhas. Em perfeito contraponto, no texto de Hoje, Deus assume-se como PASTOR bom que vai recolher as suas ovelhas de todos os lugares onde elas andam dispersas, e vai traz\u00ea-las para as boas pastagens de Israel, e vai cuidar delas pessoalmente, tratando cada uma conforme as suas necessidades: conduzir para o rebanho a desgarrada, curar a que tiver feridas, reanimar a desanimada. Para o futuro, afirma Deus que vai suscitar um PASTOR bom, que cuide bem das suas ovelhas, a saber, o seu servo David (v.23-31). Ent\u00e3o, sim, as ovelhas viver\u00e3o tranquilas, os tempos ser\u00e3o de abund\u00e2ncia e alegria, e a alian\u00e7a realizar-se-\u00e1: v\u00f3s sereis o meu rebanho, e Eu serei o vosso Deus. \u00c9 aqui que encaixa o Evangelho de Hoje.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">9. A li\u00e7\u00e3o de Hoje da Carta aos Romanos (5,5b-11) mostra-nos aquele Jesus Cristo que nos ama e se debru\u00e7a e d\u00e1 a sua vida por n\u00f3s quando n\u00f3s \u00e9ramos ainda pecadores, e continuamos a ser, n\u00e3o havendo, portanto, nenhum m\u00e9rito da nossa parte. Est\u00e1 \u00e0 vista o cen\u00e1rio do Evangelho de hoje, em que Jesus empenha toda a sua vida e todo o seu tempo para trazer para si aqueles que andam perdidos, cansados e abatidos.\u00a0<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">10. Quanto ao mais, todo o tempo \u00e9 tempo para nos deixarmos conduzir pela m\u00e3o carinhosa e pela voz maternal e melodiosa do Bom e Belo Pastor, cantando o Salmo 23. Sim, Ele recebe bem os seus h\u00f3spedes: faz-nos uma visita guiada pelos seus prados muito verdes, cheios de \u00e1guas muito azuis, unge com \u00f3leo perfumado a nossa cabe\u00e7a, estende no ch\u00e3o do seu c\u00e9u a \u00abpele de vaca\u00bb (<em>shulhan<\/em>), que \u00e9 a sua mesa, serve-nos vinhos generosos\u2026 \u00c9 a alegria da nossa fam\u00edlia reunida.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">11. Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, fazei o nosso cora\u00e7\u00e3o semelhante ao vosso, neste dia belo e luminoso em que consagramos ao vosso Cora\u00e7\u00e3o para sempre aberto a Igreja inteira e o mundo inteiro, sobretudo os que se afastaram de Ti, os doentes e desanimados, as fam\u00edlias desavindas, as crian\u00e7as abandonadas, os marginalizados e descartados, os que fogem de situa\u00e7\u00f5es de guerra ou de mis\u00e9ria, e os que andam \u00e0 procura de um abrigo, de uma m\u00e3o carinhosa e de um cora\u00e7\u00e3o aberto e acolhedor. Deixou escrito S. Charles de Foucauld, canonizado em 22 de maio passado: \u00abPerdei-vos no cora\u00e7\u00e3o de Cristo: ele \u00e9 o nosso ref\u00fagio, o nosso asilo, a casa do p\u00e1ssaro, o ninho da pomba, a barca de Pedro para atravessar o mar tempestuoso\u00bb.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-justify\" data-adtags-visited=\"true\">12. A Solenidade de hoje tem as suas ra\u00edzes no cora\u00e7\u00e3o de Deus, que as p\u00e1ginas da Escritura Santa nos d\u00e3o a conhecer. Mas este caminho acentuou-se sobretudo nos tempos modernos, primeiro, nas revela\u00e7\u00f5es feitas a Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690), a quem se deve a implanta\u00e7\u00e3o da devo\u00e7\u00e3o das nove primeiras sextas-feiras, mas tamb\u00e9m \u00e9 oportuno lembrar S. Vicente de Paulo (1795-1850), que viveu e testemunhou com paix\u00e3o \u00abo mar imenso das divinas miseric\u00f3rdias\u00bb, e as m\u00edsticas religiosas Benigna Consolata (1885-1916), que se chamava a si mesma \u00aba pequena secret\u00e1ria do amor misericordioso\u00bb, Maria Teresa Desandais (1876-1943), que se via a si mesma como a \u00abmensageira do amor misericordioso\u00bb, e Santa Faustina Kowalska (1905-1938), \u00absecret\u00e1ria da miseric\u00f3rdia\u00bb. Particular import\u00e2ncia para a realiza\u00e7\u00e3o da Solenidade de hoje e para a Consagra\u00e7\u00e3o do mundo ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus teve ainda a m\u00edstica beata Maria do Divino Cora\u00e7\u00e3o (1863-1899), sem esquecer a influ\u00eancia de Santa Teresa de Lisieux (1873-1897). Todas estas figuras m\u00edsticas assumiram particular relevo na viv\u00eancia e divulga\u00e7\u00e3o da mensagem da miseric\u00f3rdia de Deus. S. Jo\u00e3o XXIII dizia que \u00aba Miseric\u00f3rdia \u00e9 o nome mais belo de Deus, e acrescentava que as nossas mis\u00e9rias s\u00e3o o trono da Miseric\u00f3rdia divina\u00bb. Em 1856, Pio IX estendeu a toda a Igreja a Festa do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus. A Festa ou Solenidade de hoje, bem como a Consagra\u00e7\u00e3o ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, derivam das revela\u00e7\u00f5es destas m\u00edsticas religiosas, tendo sido a beata Maria do Divino Cora\u00e7\u00e3o a que mais de perto inspirou o Papa Le\u00e3o XIII \u00e0 sua institui\u00e7\u00e3o, que aconteceu em 1899, mediante a Enc\u00edclica\u00a0<em>Annum sacrum<\/em>, tendo sido depois confirmadas por Pio XI em 1928, mediante a Enc\u00edclica\u00a0<em>Miserentissimus redemptor<\/em>, e por Pio XII em 1956, mediante a enc\u00edclica\u00a0<em>Haurietis aquas<\/em>. No seguimento das revela\u00e7\u00f5es da m\u00edstica Santa Faustina Kowalska, S. Jo\u00e3o Paulo II instituiu o Domingo da Divina Miseric\u00f3rdia, a celebrar no Domingo II da P\u00e1scoa.\u00a0<\/p>\n<p data-adtags-visited=\"true\">Ant\u00f3nio Couto<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ez 34,11-16; Sl 23; Rm 5,5-11; Lc 15,3-7 1. 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