{"id":770,"date":"2016-06-07T16:13:00","date_gmt":"2016-06-07T16:13:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2016-10-19T20:57:09","modified_gmt":"2016-10-19T20:57:09","slug":"linhas-de-orientacao-2016-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/loc-mtc\/linhas-de-orientacao-2016-2019\/","title":{"rendered":"Linhas de Orienta\u00e7\u00e3o 2016-2019"},"content":{"rendered":"<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Introdu&ccedil;&atilde;o<\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">A proposta de Linhas de Orienta&ccedil;&atilde;o, que se apresenta, pretende estimular a vida e fomentar a a&ccedil;&atilde;o da LOC\/MTC nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos. Apoiada no slogan &ldquo;Humanizar e Evangelizar o Mundo do Trabalho&rdquo;, foi elaborada a partir dos contributos das Revis&otilde;es de Vida Oper&aacute;ria feitas pelas Equipas de Base e Diocesanas e pelas conclus&otilde;es do Encontro Nacional de Coimbra.   Reflete o olhar atento e conhecedor de quem vive e sente as ang&uacute;stias e as esperan&ccedil;as destes tempos dif&iacute;ceis. Est&aacute; fundamentada no Evangelho e no Ensino Social da Igreja que nos anima na nossa miss&atilde;o evangelizadora do mundo do trabalho, na certeza de que &eacute; pelo testemunho de vida e pelo envolvimento c&iacute;vico nas organiza&ccedil;&otilde;es culturais, sociais, sindicais, pol&iacute;ticas e eclesiais que materializamos a nossa voca&ccedil;&atilde;o.  Durante os &uacute;ltimos 3 anos, em que a LOC\/MTC assumiu como prioridade de a&ccedil;&atilde;o a procura de uma &ldquo;Sociedade Justa e Sustent&aacute;vel, com trabalho para todos&rdquo;, foram muitas as mudan&ccedil;as na vida dos trabalhadores e das suas fam&iacute;lias, infelizmente, na generalidade, para pior. A desvaloriza&ccedil;&atilde;o e desumaniza&ccedil;&atilde;o do trabalho com a consequente destrui&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho tornaram-se nas principais causas dessas mudan&ccedil;as. A Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa (CEP) no seu comunicado sobre Desafios &eacute;ticos do trabalho humano de novembro de 2013, n&ordm; 1, j&aacute; afirmava: &ldquo;Um dos problemas mais graves que hoje atingem o nosso Pa&iacute;s diz respeito &agrave; situa&ccedil;&atilde;o do mundo do trabalho&hellip; Sobressai a elevada taxa de desemprego dos jovens, muitos dos quais escolheram a emigra&ccedil;&atilde;o como forma de obterem o que n&atilde;o encontram no seu Pa&iacute;s. Tamb&eacute;m muitas pessoas de meia-idade vivem situa&ccedil;&otilde;es complicadas de adapta&ccedil;&atilde;o laboral num per&iacute;odo repleto de encargos econ&oacute;micos, devendo merecer uma solicitude particular por parte da sociedade e do Estado&rdquo;. Esta realidade, que ofende a dignidade humana, tem graves consequ&ecirc;ncias para as fam&iacute;lias, como se pode confirmar, pois muitas perderam a habita&ccedil;&atilde;o e deixaram de poder alimentar os filhos, assegurar o acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, &agrave; cultura, &agrave; sa&uacute;de ou &agrave; justi&ccedil;a. Por isso afirmamos que &eacute; necess&aacute;rio e urgente investir na humaniza&ccedil;&atilde;o e evangeliza&ccedil;&atilde;o do mundo do trabalho.  <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">VER  <\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Desvaloriza&ccedil;&atilde;o do trabalho, desemprego e trabalho prec&aacute;rio <\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> Foram relatadas muitas e diversas situa&ccedil;&otilde;es que identificam a grave situa&ccedil;&atilde;o que se vive no mundo laboral e que vincula a desvaloriza&ccedil;&atilde;o e falta de dignidade no trabalho: <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">1.\tUma jovem que foi despedida por fazer perguntas; Um homem de 55 anos que aceitou trabalhar sem descontos, depois de um tempo desempregado; Uma jovem que tinha de estar sempre dispon&iacute;vel, apenas com o ordenado m&iacute;nimo; Enfermeira que exp&ocirc;s o que tem de horroroso o desemprego, naquele que o vive e na sua fam&iacute;lia; Empregada de limpeza humilhada porque lhe colocam piriscas de cigarros de prop&oacute;sito para o ch&atilde;o onde trabalha: Jovens, muitos jovens, desempregados.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">2.\tEmpregos prec&aacute;rios em servi&ccedil;os desajustados da sua prepara&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e em est&aacute;gios, remunerados ou n&atilde;o; Trabalhadores controlados e amea&ccedil;ados de desemprego, com recurso a C&acirc;maras de V&iacute;deo; Trabalhadores obrigados a fazer horas extras, mal pagas, quando o s&atilde;o, ou para o Banco de Horas, avisados no pr&oacute;prio dia; Trabalhadores em, permanente, sobressalto, mesmo na fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica que parecia apresentar maior estabilidade laboral. Muitas situa&ccedil;&otilde;es de medo.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">3.\tFam&iacute;lias que, por lhes ter ca&iacute;do o desemprego em casa, passaram a viver com dificuldades e sem rendimentos que suportem as suas necessidades prim&aacute;rias e honrem os seus compromissos; Av&oacute;s e pais, com pequenas pens&otilde;es, com filhos e netos desempregados, que t&ecirc;m que dar de comer a toda a fam&iacute;lia; Hor&aacute;rios de trabalho descontrolados no agregado familiar, por vezes incompat&iacute;veis com os hor&aacute;rios das Institui&ccedil;&otilde;es onde est&atilde;o os filhos mais pequenos; Muitas crian&ccedil;as retiradas dos infant&aacute;rios e muitas h&aacute;, que v&atilde;o para a escola com fome. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 4.\t Jovens a trabalhar em contratos prec&aacute;rios e com sal&aacute;rios baixos, mesmo com forma&ccedil;&atilde;o superior: ao dia, &agrave; semana, ao m&ecirc;s, depois ficam sem nada. Mais tarde encontram outro contrato num servi&ccedil;o diferente. Isto torna-se frequente durante anos! Trata-se de uma realidade fomentada sobretudo por empresas ditas de &ldquo;trabalho tempor&aacute;rio&rdquo; e falsos contratos de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os a atingir tamb&eacute;m muitos outros trabalhadores, mas sobretudo os trabalhadores migrantes. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 5.\tOs trabalhadores est&atilde;o cada vez mais pobres e sem condi&ccedil;&otilde;es de vida digna. H&aacute; claramente uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o do trabalho, que leva &agrave; destrui&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho e consequentemente &agrave; pobreza. Essa desvaloriza&ccedil;&atilde;o leva tamb&eacute;m a que muitos sejam pobres, mesmo tendo trabalho e emprego, dado que o salario que recebem, o m&iacute;nimo ou menos, mantem a sua fam&iacute;lia abaixo dos n&iacute;veis de pobreza.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">6.\tTodos os indicadores falam de aumento da inseguran&ccedil;a na fam&iacute;lia, no posto de trabalho, nas ruas, nos bens. Aumentam as doen&ccedil;as do foro psiqui&aacute;trico provocadas pela inseguran&ccedil;a permanente, pelos medos acumulados, pela incapacidade de cumprir compromissos assumidos, pelo sentimento de inutilidade. Aparecem mais problemas de &aacute;lcool, prostitui&ccedil;&atilde;o, roubo, viol&ecirc;ncia, desprezo pela vida e at&eacute; de suic&iacute;dio.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">7.\tH&aacute; descr&eacute;dito pelas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e seus dirigentes e pelo associativismo que se junta a um sentimento de impot&ecirc;ncia e revolta, que resulta em acomoda&ccedil;&atilde;o, admitindo a instabilidade como situa&ccedil;&atilde;o normal.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">8.\tO desemprego &eacute; muito elevado, mesmo o de longa dura&ccedil;&atilde;o, que deixa uma grande percentagem de desempregados sem subs&iacute;dio de desemprego e sem prote&ccedil;&atilde;o social, empurrados para a precaridade e exclus&atilde;o. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 9.\tOs trabalhadores est&atilde;o sob grande press&atilde;o nos seus locais de trabalho, devido &agrave;s exig&ecirc;ncias que lhes s&atilde;o impostas e &agrave; sobrecarga de hor&aacute;rios de trabalho, o que os desmotiva e deprime, e que se acentua mais nos jovens.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">10.\tO direito ao trabalho &eacute; cada vez mais amea&ccedil;ado. &ldquo;And&aacute;mos tantos anos a lutar pela redu&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de trabalho e pelo aumento dos sal&aacute;rios e agora de um momento para o outro tiram-nos quase tudo&rdquo;. Em muitas empresas &eacute; escandalosa a diferen&ccedil;a salarial entre os gestores de topo e o comum dos trabalhadores das mesmas empresas.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">11.\tEstes anos de crise financeira e econ&oacute;mica tiveram repercuss&otilde;es devastadoras sobre o mundo do trabalho. O fomento da economia especulativa, tipo casino, o oportunismo e a corrup&ccedil;&atilde;o, a acentuada desregulamenta&ccedil;&atilde;o das leis do trabalho, o desincentivo &agrave; participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na vida das suas empresas, a redu&ccedil;&atilde;o abrupta do valor do trabalho, o aumento do desemprego e da precaridade do emprego, reformados com pequenas pens&otilde;es e com dificuldade em fazer face &agrave;s suas necessidades tendo de fazer restri&ccedil;&otilde;es na sua alimenta&ccedil;&atilde;o nos gastos com a sa&uacute;de e na sua integra&ccedil;&atilde;o social, s&atilde;o algumas das marcas deixadas pela crise. Face a esta situa&ccedil;&atilde;o como pensar a Seguran&ccedil;a Social para ser resposta e garantia das pens&otilde;es no futuro?   <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Falta de humanismo e de Trabalho Digno  <\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">12.\tA realidade que mais salta &agrave; vista nas RVO apresentadas s&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de MEDO. Medo de perder o emprego; Medo dos colegas; Medo das chefias interm&eacute;dias; Medo de fazer perguntas, Medo de ser sindicalizado. Esta realidade embrutece as pessoas, cria ansiedade, provoca estados depressivos, desumaniza. &Eacute; preciso muita coragem para combater o medo e n&atilde;o esperar pelo pior.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">13.\tOutra situa&ccedil;&atilde;o referida &eacute; o trato desumano. Falta de educa&ccedil;&atilde;o, de civismo, de respeito. Predomina a arrog&acirc;ncia, os subordinados s&atilde;o tratados como coisas. A humilha&ccedil;&atilde;o atinge tamb&eacute;m os desempregados que s&atilde;o obrigados a procurar empregos onde n&atilde;o existem.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">14.\tA frieza, a falta de pudor e de respeito pela dignidade das pessoas por parte de muitos empres&aacute;rios e governantes &eacute; uma das notas mais relevantes da atual situa&ccedil;&atilde;o social, agravada pela aprova&ccedil;&atilde;o de leis desfavor&aacute;veis aos mais fracos e desprotegidos. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 15.\tA crise n&atilde;o se instalou s&oacute; na economia, mas, tamb&eacute;m, no cora&ccedil;&atilde;o de muitos seres humanos que se resignaram &agrave; sua condi&ccedil;&atilde;o social prec&aacute;ria, desenvolvendo um processo de discrimina&ccedil;&atilde;o social, de ang&uacute;stia, de tristeza at&eacute; de infelicidade, que tem levado &agrave; desist&ecirc;ncia de uma vida ativa e de cidadania.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">16.\t O trabalho, pelos v&iacute;nculos laborais cada vez mais fr&aacute;geis e pelos abusos de toda a ordem, em vez de realizar, dignificar, trazer alegria, tem-se transformado em castigo e frustra&ccedil;&atilde;o.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">17.\tAo mesmo tempo, entregam-se os recursos naturais e produtivos a privados e a multinacionais, que cilindram pequenas e m&eacute;dias empresas, desenvolvem a corrup&ccedil;&atilde;o, os &ldquo;para&iacute;sos fiscais&rdquo;, a especula&ccedil;&atilde;o financeira, a deslocaliza&ccedil;&atilde;o de empresas, provocando aumento da precaridade, da pobreza e da exclus&atilde;o social. Para al&eacute;m disso exigem dos trabalhadores disponibilidade permanente, vinte e quatro horas por dia e em qualquer parte do mundo.    <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Raz&otilde;es de Esperan&ccedil;a<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">18.\tConstituir fam&iacute;lia est&aacute;vel, ter filhos, v&ecirc;-los crescer com alegria, fazer planos para o futuro e ter uma velhice tranquila, n&atilde;o ser&aacute; este um direito muito humano? Apesar da fam&iacute;lia estar a ser atacada de muitas maneiras, especialmente pelas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, n&atilde;o deixemos que nos roubem o direito de sonhar.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">19.\tAssiste-se a algum acordar das pessoas a olhar para o seu semelhante, a combater o ego&iacute;smo, tomando consci&ecirc;ncia de que n&atilde;o est&atilde;o s&oacute;s e que fazem parte de um todo, que tamb&eacute;m s&atilde;o respons&aacute;veis pelos que est&atilde;o ao seu lado. Vai-se notando um maior sentido &eacute;tico e de indigna&ccedil;&atilde;o contra as injusti&ccedil;as e a corrup&ccedil;&atilde;o. Tem-se tomado alguma consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia e da necessidade da unidade, acreditando que outra sociedade, justa e sustent&aacute;vel, &eacute; poss&iacute;vel, tornando mais f&aacute;cil a vida dos trabalhadores.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">20.\tAos efeitos da crise a sociedade pol&iacute;tica est&aacute; a responder com crit&eacute;rios assistencialistas, tentando amaciar os estragos de uma economia sem rosto humano. N&atilde;o est&aacute; a enfrentar as causas nem interessada em libertar as pessoas da pobreza. Mas as pessoas e institui&ccedil;&otilde;es civis t&ecirc;m sido mais solid&aacute;rias; t&ecirc;m manifestado a sua indigna&ccedil;&atilde;o, sem viol&ecirc;ncia; existe maior solidariedade familiar; t&ecirc;m desenvolvido a economia social e aumentado o cultivo de pequenas hortas, para ajudar nas despesas e na alimenta&ccedil;&atilde;o, notando-se uma maior procura de alternativas &agrave; austeridade e a esta economia, que mata, como diz o Papa Francisco.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">21.\tEm alguns pa&iacute;ses j&aacute; est&aacute; em discuss&atilde;o a poss&iacute;vel implementa&ccedil;&atilde;o de um Rendimento B&aacute;sico que coloque todas as pessoas acima do limiar da pobreza, e que lhes permita viver com dignidade. Esta ideia visa uma melhor reparti&ccedil;&atilde;o da riqueza e defende a superioridade moral do homem sobre o capital, dando resposta aos tr&ecirc;s pilares b&aacute;sicos do Magist&eacute;rio Social da Igreja: a dignidade da pessoa, o bem comum e o destino universal dos bens. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 22.\tA solidariedade ainda n&atilde;o morreu. Nem tudo est&aacute; perdido. A humanidade tem ainda capacidade para reconstruir a casa comum. A F&eacute; em Jesus Cristo, a Doutrina Social da Igreja e o testemunho que o Papa Francisco est&aacute; a dar ao Mundo, s&atilde;o as principais raz&otilde;es da Nossa Esperan&ccedil;a.   <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">JULGAR  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Estes anos de crise financeira e econ&oacute;mica t&ecirc;m tido repercuss&otilde;es devastadoras sobre o mundo do trabalho. Diante do sofrimento de tantas pessoas e impotentes face ao poder econ&oacute;mico que domina tudo, incluindo as decis&otilde;es pol&iacute;ticas, que continua a esmagar e deitar fora pessoas, temos de nos interrogar: Que quer Deus de n&oacute;s neste momento concreto da hist&oacute;ria? Que quer da Igreja, da nossa milit&acirc;ncia crist&atilde;? Como anunciar e irradiar a Boa Nova de Deus que Jesus nos trouxe? Qual o nosso futuro? Existe futuro? Como resistir &agrave; expans&atilde;o do sistema neoliberal?  Vislumbramos alguma possibilidade de o David vencer o Golias (1Sam 17)? De os milh&otilde;es dos ricos valerem menos que as duas moedas da pobre vi&uacute;va (Mc 12, 43-44)? De os cinco p&atilde;es e dois peixes poderem saciar a multid&atilde;o (Mt 14,17-21)?  Jesus manda-nos fazer &ldquo;imposs&iacute;veis humanos&rdquo;: &ldquo;Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos&rdquo; (Lc 10,3) e para isso d&aacute;-nos o seu Esp&iacute;rito. S&oacute; assim podemos amar como Ele nos ama. O que &eacute; que o Esp&iacute;rito diz &agrave; Igreja de hoje e ao mundo de hoje? E a n&oacute;s, militantes?  <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">23.\tA Igreja, nos &uacute;ltimos s&eacute;culos, apresentou-nos predominantemente um Deus em si mesmo, infinitamente perfeito, Criador e Senhor de todas as coisas, um Deus alheio ao mundo e ao homem. E os fil&oacute;sofos colocaram o homem contra Deus tomando-O como concorrente e mesmo inimigo da sua liberdade, da sua dignidade. Agora vamos tendo a rea&ccedil;&atilde;o: um mundo, uma ci&ecirc;ncia, uma pol&iacute;tica, uma economia, um homem, uma sociedade sem Deus. E pior do que isso: uma sociedade sem homem, sem humanismo. Mas Deus &eacute; Deus com o homem. Cada manh&atilde;, atrav&eacute;s da sequ&ecirc;ncia dos dias e das noites, ele nos fala ao cora&ccedil;&atilde;o. A certeza do nascer do sol n&atilde;o depende dos poderes deste mundo, &eacute; pura gratuidade, express&atilde;o do bem-querer do Criador. &Eacute; promessa que n&atilde;o falha.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">24.\tUma nova experi&ecirc;ncia de Deus, em pequenas comunidades, feita &agrave; volta de Jesus Cristo, descobrindo os seus gestos e palavras, especialmente para com os pobres, revelar-nos-&aacute; um Deus pr&oacute;ximo, comprometido com a sorte de todos e de cada um. Dar-nos-&aacute; uma nova imagem de Deus. Deus &eacute; Pai (Is 63,16; 64,7), &eacute; M&atilde;e (Is 46,3; 49,15-16; 66,12-13), &eacute; Marido (Is 54,4-5; 62,5), &eacute; o parente pr&oacute;ximo (go&ecirc;l ou irm&atilde;o mais velho) (Is 41,14; 43,1). Jav&eacute;, o Deus que antes estava ligado ao Templo, ao culto oficial, ao sacerd&oacute;cio, ao clero, &agrave; monarquia, agora est&aacute; perto de n&oacute;s, &ldquo;em casa&rdquo;; casa pequena, fr&aacute;gil e, humanamente falando, sem futuro, mas Casa. Quando se fala em casa, n&atilde;o se trata s&oacute; da casa de tijolos ou de pedra, nem s&oacute; da fam&iacute;lia pequena, mas da comunidade. As primeiras comunidades crist&atilde;s reuniam-se nas casas. A &ldquo;casa&rdquo; &eacute; principalmente express&atilde;o de fraternidade, hospitalidade, acolhimento dos diferentes. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">  25.\tA hist&oacute;ria n&atilde;o come&ccedil;ou com a revolu&ccedil;&atilde;o industrial nem vai terminar com a revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, reino, poder e gl&oacute;ria nas m&atilde;os dos ambiciosos. Deus tamb&eacute;m faz hist&oacute;ria a partir dos pobres e dos indefesos. O homem est&aacute; chamado &agrave; comunh&atilde;o com Deus (GS 19) e dessa comunh&atilde;o surgem os &ldquo;imposs&iacute;veis humanos&rdquo;, que Jesus nos manda realizar. O mundo pode ser diferente. Todos podem viver com dignidade. A justi&ccedil;a e a paz s&atilde;o poss&iacute;veis. Precisamos escutar e acreditar no que o Esp&iacute;rito tem a dizer ao nosso tempo.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">26.\tOs crist&atilde;os t&ecirc;m uma miss&atilde;o a realizar no seio da cria&ccedil;&atilde;o, que brota da sua f&eacute;: juntar justi&ccedil;a com amor. Ao mesmo tempo que se presta aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s v&iacute;timas acudindo &agrave;s suas afli&ccedil;&otilde;es, promove-se o compromisso de torn&aacute;-las protagonistas da sua pr&oacute;pria liberta&ccedil;&atilde;o. A ajuda n&atilde;o pode asfixiar a sua capacidade de ser sujeitos, protagonistas da sua pr&oacute;pria luta contra a pobreza. &Eacute; necess&aacute;rio colocar os pobres no interior da Sociedade e da Igreja, n&atilde;o permitir que permane&ccedil;am na margem, que sejam sobras,&hellip; mas dar-lhes a palavra.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">27.\tPara se compreender o nosso tempo, n&atilde;o se pode ignorar que a reivindica&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a e a exig&ecirc;ncia de participa&ccedil;&atilde;o ganharam um lugar central nas nossas sociedades democr&aacute;ticas. A democracia n&atilde;o pode reduzir a participa&ccedil;&atilde;o dos cidad&atilde;os ao exerc&iacute;cio do voto e &agrave; interven&ccedil;&atilde;o partid&aacute;ria, antes deve permitir a multiplica&ccedil;&atilde;o dos lugares de afirma&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica e de cidadania, possibilitando desse modo a integra&ccedil;&atilde;o de muitos que hoje s&atilde;o exclu&iacute;dos. De modo mais concreto, n&atilde;o podemos iludir quanto a justi&ccedil;a e a participa&ccedil;&atilde;o foram postas em causa numa &aacute;rea de grande centralidade para a vida social: o trabalho.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">28.\tNeste contexto, &eacute; urgente que a Igreja proceda a uma renovada reflex&atilde;o antropol&oacute;gica e teol&oacute;gica sobre o trabalho numa sociedade e numa economia que, em nome da competitividade e do &ldquo;deus mercado&rdquo;, desvaloriza econ&oacute;mica e socialmente o trabalho &ndash; de tal modo que o trabalho, em muitos casos mal remunerado, j&aacute; n&atilde;o &eacute; garantia de supera&ccedil;&atilde;o da pobreza, mas manuten&ccedil;&atilde;o dessa condi&ccedil;&atilde;o e de aviltamento com situa&ccedil;&otilde;es de grande sofrimento. &ldquo;O trabalho &eacute; uma necessidade, faz parte do sentido da vida nesta terra, &eacute; caminho de matura&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento humano e realiza&ccedil;&atilde;o pessoal. Neste sentido, ajudar os pobres com o dinheiro deve ser sempre um rem&eacute;dio provis&oacute;rio para enfrentar emerg&ecirc;ncias. O verdadeiro objetivo deveria ser sempre consentir-lhes uma vida digna atrav&eacute;s do trabalho. (&hellip;) A diminui&ccedil;&atilde;o dos postos de trabalho tem tamb&eacute;m um impacto negativo no plano econ&oacute;mico com a progressiva corros&atilde;o do &ldquo;capital social&rdquo; (&hellip;) Renunciar a investir nas pessoas para se obter maior receita imediata &eacute; um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio para a sociedade&rdquo; (Louvado sejas n&ordm; 128 &ndash; Papa Francisco).  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">29.\t&ldquo;Quem trabalha tem direito a uma remunera&ccedil;&atilde;o equitativa e satisfat&oacute;ria, que lhe permita e &agrave; sua fam&iacute;lia uma exist&ecirc;ncia conforme com a dignidade humana, e completada, se poss&iacute;vel, por todos os outros meios de prote&ccedil;&atilde;o social&rdquo; (art&ordm;23 da Declara&ccedil;&atilde;o Universal dos Direitos do Homem); &ldquo;Todos t&ecirc;m direito ao trabalho&rdquo; e &ldquo;&agrave; assist&ecirc;ncia material, quando involuntariamente se encontrem em situa&ccedil;&atilde;o de desemprego&rdquo; (art&ordm;58 e 59 da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica Portuguesa). O Trabalho &eacute; para a pessoa e n&atilde;o a pessoa para o trabalho. Por isso, a pessoa nunca deve ser instrumento mas sempre o sujeito e o fim do trabalho. O trabalho digno, que respeita os direitos dos trabalhadores faz de cada ser humano um ser mais feliz, um agente de esperan&ccedil;a, da inova&ccedil;&atilde;o e da partilha de saberes que, completando a Obra do Criador, o coloca ao servi&ccedil;o de um mundo novo, onde possam jorrar a paz, a justi&ccedil;a e a fraternidade. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 30.\tTemos de voltar a interrogar-nos sobre se &eacute; aceit&aacute;vel e sustent&aacute;vel uma sociedade em que apenas se garante trabalho a uma parte reduzida da popula&ccedil;&atilde;o ativa. Ser&aacute; que caminhamos para uma sociedade fraturada entre os que t&ecirc;m trabalho, e portanto algum rendimento, e os que nunca conseguem emprego? N&atilde;o ser&aacute; a pergunta de Deus: &ldquo;Caim, onde est&aacute; teu irm&atilde;o Abel?&rdquo; (Gn 4, 9) hoje traduz&iacute;vel por: &ldquo;Como podemos conviver com uma realidade em que uma minoria tem bons empregos e a maioria vive sem trabalho remunerado, sem estabilidade, sem condi&ccedil;&otilde;es de dignidade?&rdquo; E n&atilde;o ser&aacute; que a l&oacute;gica crist&atilde; da partilha se deve tamb&eacute;m estender &agrave; partilha do trabalho, desse modo garantindo, ao mesmo tempo, a realiza&ccedil;&atilde;o de cada pessoa e uma sociedade mais solid&aacute;ria e coesa?  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">31.\tPara a pessoa que vive machucada e triste, desempregada, n&atilde;o servem as estat&iacute;sticas da an&aacute;lise da realidade, para que ela levante a cabe&ccedil;a e comece a ver a sua situa&ccedil;&atilde;o com esperan&ccedil;a renovada. &Eacute; necess&aacute;rio, antes de tudo, cuidar do p&atilde;o para a boca e das feridas do cora&ccedil;&atilde;o, acolhendo-a com muita ternura e bondade. Os disc&iacute;pulos de Jesus t&ecirc;m de prestar os primeiros socorros e ter uma conversa atenciosa, cheia de ternura e consolo, de acolhimento e encorajamento. Indignados com as injusti&ccedil;as, mas sem &oacute;dios no cora&ccedil;&atilde;o, agem numa atitude de ternura nunca vista antes, que funciona como b&aacute;lsamo e disp&otilde;e as pessoas para olhar a realidade com mais objetividade. &ldquo;O comportamento da pessoa &eacute; plenamente humano quando nasce do amor, &eacute; manifesta&ccedil;&atilde;o do amor e &eacute; orientado ao amor. Esta verdade n&atilde;o &eacute; socialmente reconhecida: &eacute; necess&aacute;rio que os crist&atilde;os sejam testemunhas profundamente convictas e saibam mostrar, com  a SUA vida, como o amor &eacute; a &uacute;nica for&ccedil;a (cf. 1 Cor 12, 31-14, 1) que pode levar &agrave; promo&ccedil;&atilde;o pessoal e social e mover a hist&oacute;ria rumo ao bem&quot; (Comp&ecirc;ndio da Doutrina Social da Igreja 580).  <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">A LOC\/MTC quer viver um projecto de evangeliza&ccedil;&atilde;o do mundo laboral, e do trabalho no seu conjunto, propondo a forma de ser e de viver profundamente humana que nos oferece Deus, em Jesus Cristo, para colaborar na constru&ccedil;&atilde;o de uma realidade pessoal, familiar e social mais de acordo com o plano de Deus.   <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">AGIR<\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> <\/span><em><strong><span style=\"font-family: Arial;\">Precisamos: <\/span><\/strong><\/em><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">&bull;\tMotivar atrav&eacute;s da palavra, dos contactos, da solidariedade, com os outros, as estruturas pol&iacute;ticas, os movimentos e redes sociais, fazendo a cr&iacute;tica, a den&uacute;ncia das injusti&ccedil;as e das suas causas, da m&aacute; reparti&ccedil;&atilde;o da riqueza criada, e reivindicando &ndash; tomando posi&ccedil;&atilde;o do lado dos trabalhadores &ndash; uma sociedade mais justa e fraterna, numa economia ao servi&ccedil;o da pessoa humana, na qual os bens materiais e espirituais sejam acess&iacute;veis a todos. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">&bull;\tDar maior relevo &agrave; partilha em grupo e entre grupos, que permita alimentar a motiva&ccedil;&atilde;o de cada um de n&oacute;s para compreendermos melhor o mundo que nos rodeia e qual o nosso papel enquanto Crist&atilde;os, para podermos, atrav&eacute;s do Movimento, chegar a outros; <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">&bull;\tInteriorizar e assumir o nosso compromisso com o Movimento e com a sua miss&atilde;o evangelizadora e prof&eacute;tica de den&uacute;ncia e an&uacute;ncio.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">&bull;\tFazer press&atilde;o em conjunto com sindicatos e outras organiza&ccedil;&otilde;es para que surjam e se apliquem leis que acabem com todos os tipos de precariedade e de pobreza (recibos verdes, banco de horas, trabalho clandestino,&hellip;).  O ser humano sem trabalho digno n&atilde;o se realiza, n&atilde;o tem independ&ecirc;ncia econ&oacute;mica, n&atilde;o pode contribuir para o desenvolvimento social. O trabalho digno, justamente remunerado &eacute;, pois, pilar fundamental do progresso, centrado na pessoa, que prioriza a justi&ccedil;a social, a distribui&ccedil;&atilde;o da riqueza e respeita a sustentabilidade dos recursos naturais. &ldquo;O Papa Francisco identificou tr&ecirc;s instrumentos fundamentais para a inclus&atilde;o social dos mais necessitados: a instru&ccedil;&atilde;o, o acesso &agrave; sa&uacute;de e trabalho para todos&rdquo;.    <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">Para isso, nos comprometemos a: <\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">32.\tEstar atentos e a acompanhar com sentido de servi&ccedil;o, a vida das nossas comunidades e grupos, a ouvir as v&iacute;timas do desemprego, da precariedade, dos espoliados da dignidade, no sentido de cuidar, de ir ao encontro de cada um, praticar a terapia do afeto de que o Papa tanto nos fala, a terapia do cuidar, que acolhe e cura.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">33.\tDefender e valorizar o trabalho digno, como um direito e fonte de realiza&ccedil;&atilde;o humana e a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva de trabalho, por sal&aacute;rios mais elevados como forma de distribui&ccedil;&atilde;o mais justa da riqueza; lutar pela redu&ccedil;&atilde;o do tempo de trabalho, para que este bem precioso possa ser distribu&iacute;do por todos, defendendo que as precariedades e inseguran&ccedil;as n&atilde;o podem ser normalidade. E valorizando as organiza&ccedil;&otilde;es de defesa dos trabalhadores.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">34.\tAcompanhar e estimular outros a perceber os acontecimentos da sociedade, a saber interpret&aacute;-los e a dialogar, de modo a fomentar a participa&ccedil;&atilde;o na vida social.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">35.\tLutar contra o individualismo e a indiferen&ccedil;a provocando conversa, mesmo nos espa&ccedil;os espont&acirc;neos de caf&eacute;, de transportes, filas de espera, sobre as causas p&uacute;blicas, o bem comum, a defesa da dignidade humana. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 36.\tAcreditar que cada um &eacute; portador de Esperan&ccedil;a, que somos agentes ativos, capazes de transformar e renovar os nossos ambientes, de dar o nosso contributo. Valorizar as mudan&ccedil;as que acontecem a partir do envolvimento e da atitude\/agir de cada um de n&oacute;s e incentivar ao associativismo na procura de respostas para os problemas.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">37.\tValorizar a participa&ccedil;&atilde;o em parcerias e o trabalho em rede, abrir-nos a outros e ver o que de bom t&ecirc;m, aumentar o sentido de comunidade. Em conjunto, construir novas din&acirc;micas para tentar encontrar novas respostas.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">38.\tDesenvolver mais abertura a novas culturas, maneiras diferentes de viver, de pensar, de fazer, acolhendo os novos grupos de refugiados e imigrantes que v&ecirc;m at&eacute; n&oacute;s e fazer o que est&aacute; ao nosso alcance para a sua integra&ccedil;&atilde;o. Pensar que com eles temos a aprender e a ensinar. N&oacute;s, tamb&eacute;m, ao longo da hist&oacute;ria fomos um povo emigrante. Jesus Cristo tamb&eacute;m foi um emigrante na terra do Egito. A B&iacute;blia pede especial aten&ccedil;&atilde;o para os grupos mais vulner&aacute;veis que s&atilde;o: os emigrantes, os &oacute;rf&atilde;os e as vi&uacute;vas. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 39.\tAssumir a responsabilidade do compromisso C&iacute;vico e Crist&atilde;o na aproxima&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios grupos e diferentes gera&ccedil;&otilde;es e na sensibilidade &agrave; prote&ccedil;&atilde;o do meio ambiente.<\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">40.\t Apostar e investir mais na forma&ccedil;&atilde;o pessoal ao longo da vida. Agu&ccedil;ar mais o interesse pelo que se passa nos nossos locais de trabalho e pelos diferentes saberes de modo a melhorar o nosso envolvimento e a nossa maior forma&ccedil;&atilde;o e emancipa&ccedil;&atilde;o. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 41.\t Ter consci&ecirc;ncia de que hoje a realidade &eacute; global, pensa-se &agrave; escala global. O que acontece em qualquer parte do globo afeta direta ou indiretamente a minha comunidade, pode implicar com o mundo todo, e o contr&aacute;rio tamb&eacute;m. Isto exige que o nosso olhar tamb&eacute;m seja &agrave; escala global e abra o nosso horizonte de conhecer e saber.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">42.\t Aprofundar, dialogando e debatendo, no Movimento e com outras associa&ccedil;&otilde;es e grupos, a ideia de um Rendimento B&aacute;sico Incondicional.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">43.\t Denunciar as injusti&ccedil;as, tanto do meio laboral, como social, com tomadas de posi&ccedil;&atilde;o p&uacute;blicas e locais.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">44.\t Dar visibilidade &agrave;s preocupa&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es dos Movimentos de Trabalhadores Crist&atilde;os a n&iacute;vel mundial, europeu, nacional, diocesano e de grupo. Aproveitar essas a&ccedil;&otilde;es e temas para abrir di&aacute;logo com outros movimentos sociais e com as pessoas.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">45.\t  Motivar os militantes para um maior uso e valoriza&ccedil;&atilde;o dos meios do Movimento, o Boletim de Militantes, o jornal Voz do Trabalho, as Redes Sociais e as a&ccedil;&otilde;es que o Movimento promove, fazendo eco delas nos nossos meios de vida, divulgando-as junto das pessoas com quem convivemos e contatamos.   <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">46.\t  Continuar a trabalhar para a expans&atilde;o da LOC\/MTC, procurando sempre novas maneiras de chegar a outros; cativar, convidar e envolver nas nossas causas, nossas a&ccedil;&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">47.\t Implementar nos grupos de militantes e de inicia&ccedil;&atilde;o a pr&aacute;tica da Revis&atilde;o de Vida Oper&aacute;ria como fortalecimento da nossa f&eacute; e do nosso agir militante. Motivar cada militante, cada grupo a definir o seu campo de a&ccedil;&atilde;o e agir no seu meio, com quem convive.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">48.\t Valorizar em cada grupo o sentido da amizade, da uni&atilde;o fraterna. Que o &ldquo;Vede como eles se amam&rdquo;, d&ecirc; sentido e fortale&ccedil;a os nossos ambientes e grupos. <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> 49.\t Ousar defender sempre em todos os nossos meios de vida, os princ&iacute;pios da dignidade, humana que constr&oacute;i e d&aacute; for&ccedil;a.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">50.\t Fomentar e investir no estudo da palavra de Deus e descobrir em cada momento raz&otilde;es da nossa Esperan&ccedil;a fundamentada no estudo do Evangelho, na DSI, e na forma&ccedil;&atilde;o da F&eacute;.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">51.\t Continuar a articula&ccedil;&atilde;o com os Movimentos da Pastoral Oper&aacute;ria no sentido de se fortalecerem uns aos outros e poderem projetar para fora novas iniciativas comuns e encontrar formas de maior visibilidade dos Movimentos.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">52.\t Despertar para a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o financeira, do consumo respons&aacute;vel, do discernimento do que &eacute; essencial para viver com dignidade e qualidade, e do que &eacute; sup&eacute;rfluo, no respeito pelo meio ambiente, pelos recursos naturais e pelos bens universais da nossa casa comum.  <\/span><\/span><\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">53.\t Continuar a celebrar o Dia Mundial do Trabalho Digno &ndash; 7 de Outubro -, em conjunto com os Movimentos Europeu e Mundial, com a&ccedil;&otilde;es viradas para o exterior, questionando e levando a pensar, envolvendo e cativando outros. <\/span><\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\"> N&atilde;o ficaremos indiferentes e comodamente instalados perante as injusti&ccedil;as cometidas contra os mais desfavorecidos da sociedade. Vamos ser cidad&atilde;os mais ativos e empenhados na den&uacute;ncia das causas que provocam uma sociedade t&atilde;o desigual. N&atilde;o nos vamos demitir dos nossos deveres c&iacute;vicos e pol&iacute;ticos, e seremos agentes de transforma&ccedil;&atilde;o no implementar de uma nova viv&ecirc;ncia social, baseada nos valores crist&atilde;os.<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"font-family: Arial;\">&ldquo;HUMANIZAR E EVANGELIZAR O MUNDO DO TRABALHO&rdquo;<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[23,2],"tags":[],"class_list":["post-770","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-23","category-noticias"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Linhas de Orienta\u00e7\u00e3o 2016-2019 - 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