{"id":1059,"date":"2012-01-23T16:01:54","date_gmt":"2012-01-23T16:01:54","guid":{"rendered":""},"modified":"2015-03-15T17:30:04","modified_gmt":"2015-03-15T17:30:04","slug":"oportunidade-para-a-catolicidade-do-dialogo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/oportunidade-para-a-catolicidade-do-dialogo\/","title":{"rendered":"Oportunidade para a catolicidade do di\u00e1logo"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"241\" height=\"256\" alt=\"\" src=\"\/ocpm\/ficheiros\/image\/vaticano.jpg\" \/><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"border-bottom: #ece9d8; border-left: #ece9d8; padding-bottom: 0cm; background-color: transparent; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; border-top: #ece9d8; border-right: #ece9d8; padding-top: 0cm\">\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">As migra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma caracter&iacute;stica n&atilde;o provis&oacute;ria, n&atilde;o tempor&acirc;nea, mas definitiva e permanente da hist&oacute;ria dos homens, civiliza&ccedil;&otilde;es, povos, culturas, artes e religi&otilde;es. O mundo &#8211; e n&atilde;o apenas os pa&iacute;ses tradicionalmente marcados pela emigra&ccedil;&atilde;o, como Portugal e Cabo Verde &#8211; tornou-se uma realidade m&oacute;vel, din&acirc;mica e interdependente devido &agrave; Globaliza&ccedil;&atilde;o e consequentes desigualdades e assimetrias que ela produz no acesso aos bens, ao trabalho e &aacute; paz.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">O Papa, <a href=\"\/ocpm\/ficheiros\/file\/Mensagem%20do%20Santo%20Padre%20para%20o%20Dia%20Mundial%20do%20Migrante%20e%20do%20Refugiado%202012.doc\">na mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado<\/a>, volta a recordar, na sequ&ecirc;ncia de outras suas interven&ccedil;&otilde;es que as migra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma oportunidade providencial para o an&uacute;ncio do Evangelho no mundo contempor&acirc;neo.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Uma chance tamb&eacute;m para a Igreja em Portugal e na CPLP que atravessa uma era de grande mudan&ccedil;a de paradigmas, estilo de presen&ccedil;a, influ&ecirc;ncia pol&iacute;tica e econ&oacute;mica, mesti&ccedil;agem intercultural e intereligiosa. Isto &eacute;, est&aacute;-se diante duma nova vis&atilde;o do homem e do mundo para a qual as migra&ccedil;&otilde;es continuam a ser grande oportunidade pelo capital humano e cultural que encerram. Elas proporcionam novos conhecimentos culturais, outros encontros religiosos, ensinam a toler&acirc;ncia, humildade e abertura, denunciam injusti&ccedil;as no tratamento e escravid&otilde;es no trabalho, exigem &eacute;tica na pol&iacute;tica e economia, desafiam para a forma&ccedil;&atilde;o e evangeliza&ccedil;&atilde;o, provocam a territorialidade que discrimina e os nacionalismos que humilham, quebram barreiras jur&iacute;dicas e preconceituais. As migra&ccedil;&otilde;es trazem at&eacute; nossa casa, no caso do testemunho dos imigrantes, ou levam at&eacute; longe, no caso da fidelidade aos valores dos nossos emigrantes, novas experi&ecirc;ncias de vida evang&eacute;lica, novas pr&aacute;ticas eclesiais, ma f&eacute; feita tamb&eacute;m de cora&ccedil;&atilde;o e outras perten&ccedil;as espirituais.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Em ano de reflex&atilde;o e experimenta&ccedil;&atilde;o de novas pr&aacute;ticas apelidadas de Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o, cito apenas algumas notas simples de situa&ccedil;&otilde;es positivas para recolher bons frutos da oportunidade migrat&oacute;ria que a Provid&ecirc;ncia Divina nos oferece como sinal do seu Des&iacute;gnio de amor.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Com a partida dos nossos emigrantes, para a Europa, Am&eacute;ricas e &Aacute;frica &#8211; sem esquecer a nova e intensa vaga que a crise est&aacute; a fazer disparar, como afirmou o Secret&aacute;rio de Estado das Comunidades &#8211; descobrimos que a forma&ccedil;&atilde;o da f&eacute;, sacramentos e caridade ministrada nas par&oacute;quias, escolas e movimentos dever&aacute; ter no horizonte a futura afirma&ccedil;&atilde;o e viv&ecirc;ncia da f&eacute; em novos contextos (sub)urbanos, indiferentes, estrangeiros e adversos resultantes da seculariza&ccedil;&atilde;o, relativismo e situa&ccedil;&atilde;o de minoria. Muitos portugueses, especialmente os que a migra&ccedil;&atilde;o emancipou na f&eacute;, t&ecirc;m (re)fundado comunidades vivas, solid&aacute;rias e din&acirc;micas, tornando as metr&oacute;poles onde se fixaram terra menos estrangeira e mais fraterna. Na verdade, muitas catedrais se enchem de povo de Deus aquando das festas em honra de N. Sra. de F&aacute;tima, Senhor Santo Cristo dos Milagres, Divino Esp&iacute;rito Santo, N. Sra. do Monte e S. Ant&oacute;nio de Lisboa.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Com os cat&oacute;licos provenientes de &Aacute;frica redescobrimo-nos tamb&eacute;m africanos na nossa lusitanidade e hist&oacute;ria. Felizmente que a vida lit&uacute;rgica e sacramental tem vindo a acolher, nuns lugares mais do que noutros, a perspetiva de encarar a f&eacute; tamb&eacute;m como cultura, l&iacute;ngua materna, ritmo e dan&ccedil;a, c&ocirc;r e trajes, frutos da terra e do trabalho, linguagem da alegria, rito e s&iacute;mbolos, igualdade de oportunidades, inclus&atilde;o social e eclesial. Conv&eacute;m fazer refer&ecirc;ncia &agrave; Festa dos Povos, evento em expans&atilde;o nas dioceses, promovido pelos Secretariados da Mobilidade, assim como a valoriza&ccedil;&atilde;o das v&aacute;rias festas em honra dos padroeiros: S&atilde;o Tom&eacute;, todo-poderoso e N. Sra. de Guadalupe para os cat&oacute;licos de S&atilde;o Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe; N. Sra. do Perp&eacute;tuo Socorro para os oriundos de Mo&ccedil;ambique, G&ocirc;a, Dam&atilde;o e Di&uacute;; S. Catarina de Alexandria, N. Sra. do Ros&aacute;rio de F&aacute;tima, N. Sra. da Luz, S&atilde;o Jo&atilde;o e S&atilde;o Vicente para os caboverdanos e descendentes; N. Sra. do Cora&ccedil;&atilde;o\/Mam&atilde; Muximba para os angolanos, entre outras.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Por seu lado, os crist&atilde;os da Europa Oriental, cat&oacute;licos e ortodoxos, que na &uacute;ltima d&eacute;cada criaram em Portugal novas par&oacute;quias e eparquias, testemunharam-nos a fidelidade de tantas fam&iacute;lias &agrave; f&eacute; em situa&ccedil;&atilde;o de opress&#257;o ideol&oacute;gica privados do direito &agrave; liberdade religiosa. Descobrimos que a Igreja &eacute; tamb&eacute;m Oriente: sacerdotes casados, rito bizantino, c&acirc;nticos e celebra&ccedil;&otilde;es solenes da liturgia de S&atilde;o J. Cris&oacute;stomo, paramentos, &iacute;cones, s&iacute;mbolos e pr&aacute;ticas sacramentais diferentes&#8230; Com estes migrantes descobrimo-nos cat&oacute;licos bi-rituais e somos reevangelizados pelo sentido do mist&eacute;rio, sagrado, ora&ccedil;&atilde;o, canto e da beleza lit&uacute;rgica perdida em tantas das nossas comunidades.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Com os cidad&atilde;os da &Aacute;sia e &Aacute;frica, de religi&atilde;o mu&ccedil;ulmana, budista, confucionista, hindu&iacute;sta, baha&rsquo;i, entre outras, vivemos a sensa&ccedil;&atilde;o que o mundo veio at&eacute; n&oacute;s. Eles oferecem uma viagem ao encontro de grandes tradi&ccedil;&otilde;es religiosas long&iacute;nquas e algumas at&eacute; incompreens&iacute;veis &ndash; as polite&iacute;stas &#8211; para nossas categorias filos&oacute;ficas, antropol&oacute;gicas e teol&oacute;gicas. Tradi&ccedil;&otilde;es, algumas anteriores ao Cristianismo, juntamente com o Juda&iacute;smo, onde crentes encontram sentido para a vida, amor e morte. H&aacute; que prosseguir com celebra&ccedil;&otilde;es interreligiosas, sejam ou n&atilde;o promovidas pelos cat&oacute;licos.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Os migrantes da Am&eacute;rica latina, especialmente os brasileiros, nos confontam com outro modo, mais sentimental, alegre, tropical, sociopol&iacute;tico de celebrar e testemunhar a f&eacute; em Jesus Cristo e<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">participar na vida da Igreja. Muitos se dirigiram &agrave;s par&oacute;quias para entregar a contribui&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria\/solid&aacute;ria para a sustentabilidade da comunidade (d&iacute;zimo), como aprenderam nas igrejas de origem. Neles record&aacute;mos o Vaticano II, que ensinou a f&eacute; imersa na vida concreta: o trabalho digno, mas tamb&eacute;m ilegal; o di&aacute;logo com grupos religiosos &ndash; no caso, dos brasileiros s&atilde;o significativos o pentecostalismo independente e espiritismo; a dignidade da mulher; a habita&ccedil;&atilde;o alugada, mas tamb&eacute;m aquela indigna; a solidariedade, a justi&ccedil;a, a sa&uacute;de, a autoriza&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia e a associa&ccedil;&atilde;o de imigrantes.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Como oportunidade de evangeliza&ccedil;&atilde;o, de conhecer e integrar novas experi&ecirc;ncias de f&eacute;, n&atilde;o se podem ignorar os imigrantes &ndash; hoje indevidamente apelidados, como h&aacute; s&eacute;culos atr&aacute;s, de gentios confinados aos p&aacute;tios do templo &#8211; que, n&atilde;o sendo religiosos t&ecirc;m sido um grande dom para a sociedade. T&ecirc;m sido aliados das diferentes religi&otilde;es pelo seu compromisso human&iacute;stico, em tantas associa&ccedil;&otilde;es, organiza&ccedil;&otilde;es e meios de comunica&ccedil;&atilde;o social, na defesa da dignidade humana, direitos dos migrantes e integra&ccedil;&atilde;o sociocultural.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">No processo de colher oportunidades a partir da mobilidade para a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o, uma palavra final sobre uma especial e minorit&aacute;ria categoria de migrantes: os agentes pastorais. Constata-se que, na &uacute;ltima d&eacute;cada, temos recebido mais sacerdotes estrangeiros para o servi&ccedil;o da Igreja em Portugal do que enviado mission&aacute;rios portugueses para as nossas comunidades da di&aacute;spora. Na verdade, &eacute; um fato o crescimento entre n&oacute;s do n&uacute;mero de sacerdotes provenientes das igrejas, entre outras, de Angola, Cabo Verde, India, Brasil, Ucr&acirc;nia, Mo&ccedil;ambique, pa&iacute;ses dos imigrantes. Mediante a valoriza&ccedil;&atilde;o por parte das dioceses da afinidade e situa&ccedil;&atilde;o cultural e mais cuidada inicia&ccedil;&atilde;o cultural e pastoral ao trabalho em Portugal, poder&atilde;o atuar a natural media&ccedil;&atilde;o cultural na evangeliza&ccedil;&atilde;o. Oportunidade a n&atilde;o perder numa igreja que, desde o I Congresso Mission&aacute;rio Nacional, quer assumir sempre mais a Miss&atilde;o no seu territ&oacute;rio e estruturas.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">As diferen&ccedil;as culturais no modo de viver e celebrar a f&eacute; em Deus, praticar a caridade e a justi&ccedil;a, assumir a universalidade do Evangelho, cumprir a evangeliza&ccedil;&atilde;o unida &agrave; promo&ccedil;&atilde;o humana, servir a dignidade dos mais pobres e vulner&aacute;veis dever&atilde;o ser vividas sem temer a sadia conflitualidade e tens&atilde;o necess&aacute;rias do processo do an&uacute;ncio do Evangelho atrav&eacute;s da incultura&ccedil;&atilde;o. Continuar a integrar os agentes pastorais e todas as experi&ecirc;ncias religiosas em contexto migrat&oacute;rio na forma de planificar a pastoral ordin&aacute;ria &#8211; kerigma, liturgia, diaconia e koinonia &#8211; significa seguir por caminhos de Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o. &Eacute;, por isso, que a Pastoral da Mobilidade, em sinergia com outras pastorais de cariz mission&aacute;rio, oferece condi&ccedil;&otilde;es para o novo ardor, novos m&eacute;todos, novas express&otilde;es&#8230; novas estruturas e novos agentes &ndash; religiosos e leigos &ndash; de que h&aacute; muito a Igreja busca para dialogar com a cultura e servir com humildade o mundo hodierno.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt\"><i><span style=\"color: black; font-size: 12pt\">Rui Silva Pedro, c.s.<\/span><\/i><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt\"><a href=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/cgi-bin\/noticia.pl?&amp;id=89043\"><font color=\"#800080\">http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/cgi-bin\/noticia.pl?&amp;id=89043<\/font><\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As migra&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma caracter&iacute;stica n&atilde;o provis&oacute;ria, n&atilde;o tempor&acirc;nea, mas definitiva e permanente da hist&oacute;ria dos homens, civiliza&ccedil;&otilde;es, povos, culturas, artes e religi&otilde;es. 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