{"id":2496,"date":"2016-06-20T11:56:02","date_gmt":"2016-06-20T11:56:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.portal.ecclesia.pt\/ocpm\/v2\/?p=2496"},"modified":"2016-06-20T11:56:02","modified_gmt":"2016-06-20T11:56:02","slug":"cambridge-religiosidade-e-tradicoes-portuguesa-no-canada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/cambridge-religiosidade-e-tradicoes-portuguesa-no-canada\/","title":{"rendered":"Cambridge, religiosidade e tradi\u00e7\u00f5es portuguesa no Canad\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>O assistente da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es esteve recentemente no Canad\u00e1 mais propriamente em Cambridge, no sul da Prov\u00edncia do Ont\u00e1rio, e viu uma comunidade \u201cviva\u201d e ativa que paroquialmente est\u00e1 \u201cenvelhecida\u201d mas mant\u00e9m a din\u00e2mica.<!--more--><\/p>\n<p>\u201cEles t\u00eam muitas coisas, Imp\u00e9rios\u00a0do Esp\u00edrito Santo, bastantes clubes de futebol, associa\u00e7\u00f5es. A maior padaria portuguesa \u00e9 enorme e fornece o p\u00e3o a quase toda a gente. H\u00e1 muitas\u00a0lojas com produtos portugueses\u201d, contou frei Francisco Sales sobre uma comunidade \u201cempenhada e ativa\u201d que \u00e9 \u201cinteressante\u201d de se conhecer.<\/p>\n<p>\u00c0 Ag\u00eancia ECCLESIA, o assistente\u00a0da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es comentou que a n\u00edvel paroquial a comunidade de Cambridge, no Canad\u00e1, \u201c\u00e9 viva\u201d e existem muitos grupos de anima\u00e7\u00e3o musical, entre outros.<\/p>\n<p>Contudo, relata o frade franciscano, as gera\u00e7\u00f5es mais novas \u201cn\u00e3o aderem tanto\u201d e v\u00ea-se \u201cmuita gente idosa\u201d porque a \u201ccomunidade tamb\u00e9m est\u00e1 envelhecida, n\u00e3o h\u00e1 emigra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cFalta a catequese, as par\u00f3quias n\u00e3o t\u00eam e, normalmente, d\u00e1 uma grande vida. Faz parte da cultura a catequese ser dada na escola cat\u00f3lica e os sacramentos tamb\u00e9m, pode ser muito positivo e educativo mas das comunidades mais morta com menos vida\u201d, desenvolve o frei Francisco Sales.<\/p>\n<p>A comunidade portuguesa de Cambridge foi fundada h\u00e1 56 anos e este ano celebra duas efem\u00e9rides: Os 50 anos da constru\u00e7\u00e3o da igreja paroquial e os 25 anos da constru\u00e7\u00e3o da capela do Senhor Santo Cristo e da \u201cprimeira festa\u201d em sua honra.<\/p>\n<p>Foi esta a festa que levou o assistente da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es ao Canad\u00e1 uma vez que foi\u00a0convidado a presidir \u00e0s celebra\u00e7\u00f5esdo Senhor Santo Cristo dos Milagres, na Par\u00f3quia de Nossa Senhora de F\u00e1tima, \u201cuma das par\u00f3quias nacionais portuguesas\u201d. A Igreja do Canad\u00e1 instituiu as par\u00f3quias nacionais, ligadas a cada cultura.<\/p>\n<p>Cambridge fica no sul da Prov\u00edncia do Ont\u00e1rio, no Canad\u00e1 e tem 140 mil habitantes; A comunidade portuguesa e lusodescendentes tem cerca de 42 a 45 mil elementos.<\/p>\n<p>\u201cA maioria dos que conhe\u00e7o e vejo s\u00e3o da Ilha de Santa Maria, dos A\u00e7ores. \u00c9 interessante que escolheram como festa que manifestasse a unidade da par\u00f3quia o Santo Cristo do Milagres, que \u00e9 de S\u00e3o Miguel\u201d, comenta o frei Francisco Sales acrescentado que tamb\u00e9m h\u00e1 muitas pessoas da Ilha Terceira e o p\u00e1roco, o padre Ant\u00f3nio Cunha, \u00e9 natural de Braga.<\/p>\n<p>Uma comunidade que foi crescendo e hoje tem grande express\u00e3o, com os pais a incentivarem os filhos a estudar sendo que h\u00e1 lusodescendentes em variad\u00edssimas \u00e1reas profissionais como m\u00e9dicos, advogados.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de portugueses no Canad\u00e1 \u00e9 do s\u00e9culo XVI mas a emigra\u00e7\u00e3o s\u00f3 come\u00e7ou a ter express\u00e3o a partir de 1953.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O assistente da Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es esteve recentemente no Canad\u00e1 mais propriamente em Cambridge, no sul da Prov\u00edncia do Ont\u00e1rio, e viu uma comunidade \u201cviva\u201d e ativa que paroquialmente est\u00e1 \u201cenvelhecida\u201d mas mant\u00e9m a din\u00e2mica.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2497,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[4,7],"tags":[],"class_list":["post-2496","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-recortes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2496","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2496"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2496\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2498,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2496\/revisions\/2498"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2497"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2496"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2496"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2496"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}