{"id":2965,"date":"2017-10-09T10:14:17","date_gmt":"2017-10-09T10:14:17","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/?p=2965"},"modified":"2017-10-09T10:14:17","modified_gmt":"2017-10-09T10:14:17","slug":"servas-de-nossa-senhora-de-fatima-comemoram-25-anos-no-luxemburgo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/servas-de-nossa-senhora-de-fatima-comemoram-25-anos-no-luxemburgo\/","title":{"rendered":"Servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima comemoram 25 anos no Luxemburgo"},"content":{"rendered":"<p>As irm\u00e3s servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima est\u00e3o em festa. H\u00e1 25 anos a Congrega\u00e7\u00e3o chegava ao Luxemburgo. Tr\u00eas irm\u00e3s, duas vindas de Portugal e uma de Bruxelas, desembarcaram no Gr\u00e3o-Ducado, a pedido do padre Belmiro.<\/p>\n<p>\u201cO Padre Belmiro pediu ao bispo da altura, Mons. Fernand Franck, que a nossa Congrega\u00e7\u00e3o viesse para c\u00e1 trabalhar, com os imigrantes\u201d, conta a irm\u00e3 Perp\u00e9tua Coelho, a superiora da comunidade no Luxemburgo. \u201cA congrega\u00e7\u00e3o estava na Casa de Retiros do Bom Pastor, na Buraca, nos arredores de Lisboa, e o padre Belmiro conhecia-nos porque passava l\u00e1 f\u00e9rias. N\u00f3s j\u00e1 t\u00ednhamos uma comunidade em Bruxelas, junto dos imigrantes portugueses, e por isso, h\u00e1 25 anos, uma irm\u00e3 que estava em Bruxelas, a irm\u00e3 Ilda Filipe, veio para c\u00e1, e as outras duas vieram de Portugal\u201d, acrescenta a irm\u00e3 Perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>O bairro de Rollingergrund na capital foi sempre a morada da Congrega\u00e7\u00e3o no Luxemburgo. Uma casa do n\u00famero 294 da rua com o mesmo nome acolheu as tr\u00eas irm\u00e3s, at\u00e9 ao Ver\u00e3o de 2007. Depois mudaram de casa, mas n\u00e3o de bairro.<\/p>\n<p>\u201cQuando as tr\u00eas irm\u00e3s chegaram ao Luxemburgo, apesar da casa do n\u00famero 294 j\u00e1 nos estar destinada, tiveram que ir viver um ano para Gasperich, enquanto a comuna fazia obras de conserva\u00e7\u00e3o e restauro na casa. Depois, e at\u00e9 2007, vivemos na mesma casa, mas a verdade \u00e9 que a casa j\u00e1 estava muito velha e tivemos que procurar outra solu\u00e7\u00e3o. A Congrega\u00e7\u00e3o comprou esta casa, onde vivemos actualmente, tamb\u00e9m em Rollingergrund, mas agora na rua Mont\u00e9e des Tilleuls. Eu ainda vi a casa a ser demolida, em 2014. Estava muito degradada e a Comuna garantiu-nos que n\u00e3o havia possibilidade de fazer mais obras\u201d, recorda a irm\u00e3 Perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>A comunidade das Irm\u00e3s Servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima, foi sempre constitu\u00edda por tr\u00eas irm\u00e3s, e a sua miss\u00e3o ficou bem definida logo no ano em que chegaram ao Luxemburgo: organizar a catequese dos portugueses no Gr\u00e3o-Ducado.<\/p>\n<p>\u201cA catequese na ent\u00e3o Miss\u00e3o Cat\u00f3lica Portuguesa do Luxemburgo Centro, s\u00f3 ia at\u00e9 ao 6\u00b0 ano e era preciso estrutur\u00e1-la. O padre Belmiro tinha consci\u00eancia disso. Era o senhor Barbosa que organizava a catequese, mas era preciso mais, e a irm\u00e3 Maria Em\u00edlia, uma das primeiras a vir para c\u00e1, tinha forma\u00e7\u00e3o nessa \u00e1rea. Depois da catequese come\u00e7amos a formar as pessoas no sector da Liturgia, no canto, a sensibilizar as pessoas para a Liturgia e para a forma de preparar a Liturgia, de acordo com a Palavra de Deus. Cedo as irm\u00e3s come\u00e7aram a preparar pequenos grupos b\u00edblicos, grupos de liturgia, grupos de visita \u00e0s fam\u00edlias, festas com os pais, festas com as crian\u00e7as, festas populares\u2026tudo porque do nosso carisma faz parte a inser\u00e7\u00e3o no meio, temos que nos inserir no meio onde estamos. Se lermos os registos da altura vemos com as irm\u00e3s dizem que o trabalho era muito intenso\u201d, garante a irm\u00e3 Perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>Desde h\u00e1 25 anos que as tr\u00eas irm\u00e3s da Congrega\u00e7\u00e3o trabalham com as comunidades portuguesas de Bonnevoie, Santo Afonso, Sandweiler, Steinfort, Steinsel, Grevenmacher e Remich. Onde h\u00e1 portugueses ai est\u00e3o as Servas da Congrega\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 cerca de dez anos come\u00e7\u00e1mos a ser chamadas para trabalhar a n\u00edvel diocesano, e a procurar que a comunidade portuguesa n\u00e3o se feche, mas que se integre. Queremos que os portugueses participem na \u201cOctave\u201d, no Ter\u00e7o&#8230;queremos criar pontes e n\u00e3o muros. Isto tem que ver com o aspecto sacerdotal da nossa Congrega\u00e7\u00e3o: o sacerdote \u00e9 aquele que faz a liga\u00e7\u00e3o entre o povo de Deus\u201d, diz a irm\u00e3 Perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo fim-de-semana, as Servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima v\u00e3o celebrar as Bodas de Prata no Luxemburgo. O ponto alto \u00e9 a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia presidida pelo arcebispo do Luxemburgo,na Igreja do Sacr\u00e9-Coeur, no domingo, \u00e0s 17 horas.<\/p>\n<p>\u201cEu sinto que as pessoas confiam em n\u00f3s, n\u00e3o s\u00f3 os portugueses, mas tamb\u00e9m a Igreja local que sempre manifestou confian\u00e7a em n\u00f3s. Nesta altura h\u00e1 duas palavras que eu quero recordar: dar e receber. Ao longo destes anos temo-nos dado \u00e0s pessoas, \u00e0 Igreja, mas sobretudo a Deus, atrav\u00e9s destas pessoas. Depois receber: n\u00f3s recebemos muito das pessoas, a aceita\u00e7\u00e3o, a amizade, a partilha.Temos um sentimento de agradecimento enorme\u201d, confessa a irm\u00e3 Perp\u00e9tua.<\/p>\n<p>As servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima s\u00e3o uma Congrega\u00e7\u00e3o Religiosa fundada por Luiza Andaluz, em 1923, na cidade de Santar\u00e9m, Portugal. Actualmente s\u00e3o 170 religiosas espalhadas por Portugal, Brasil, Angola, Mo\u00e7ambique, Guin\u00e9, B\u00e9lgica e Luxemburgo.<\/p>\n<p>Desde que chegaram ao Luxemburgo j\u00e1 por aqui passaram 17 irm\u00e3s. Aqui ficam os seus nomes:<\/p>\n<p>Ilda Filipe<br \/>\nMaria Em\u00edlia Carlos<br \/>\nMaria de Oliveira<br \/>\nLurdes Gaspar<br \/>\nMaria do Carmo Alves<br \/>\nSuzete Ferreira<br \/>\nMaria Isabel Rodrigues<br \/>\nIsabel Duarte<br \/>\nDonz\u00edlia Ferreira<br \/>\nJoaquina Ribeiro<br \/>\nPerp\u00e9tua Coelho<br \/>\nCatarina C\u00e2ndido<br \/>\nJoaquina Gon\u00e7alves<br \/>\nVitoria Alves<br \/>\nSandra Fernandes<br \/>\nMaria Jos\u00e9 Nicolau<\/p>\n<p>A irm\u00e3 Maria Jos\u00e9, a irm\u00e3 Vit\u00f3ria e a irm\u00e3 Perp\u00e9tua formam actualmente a Comunidade das Irm\u00e3s Servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima, no Luxemburgo (na foto em baixo).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-content\/uploads\/servas_dentro2-f87a2-e1507544022793.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2968\" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/wp-content\/uploads\/servas_dentro2-f87a2-e1507544022793.jpg\" alt=\"\" width=\"290\" height=\"193\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As irm\u00e3s servas de Nossa Senhora de F\u00e1tima est\u00e3o em festa. 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