{"id":3769,"date":"2019-07-03T09:35:08","date_gmt":"2019-07-03T09:35:08","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/?p=3769"},"modified":"2019-07-03T10:41:33","modified_gmt":"2019-07-03T10:41:33","slug":"emaus-uma-comunidade-com-cinquenta-anos-meio-seculo-de-actividade-continua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/ocpm\/emaus-uma-comunidade-com-cinquenta-anos-meio-seculo-de-actividade-continua\/","title":{"rendered":"EMA\u00daS &#8211; UMA COMUNIDADE COM CINQUENTA ANOS &#8211; Meio S\u00e9culo de actividade cont\u00ednua"},"content":{"rendered":"<p>Por Ant\u00f3nio Fernandes<\/p>\n<p>Trazida nas asas do tempo, a\u00a0<strong>Comunidade Portuguesa de Ema\u00fas\u00a0<\/strong>em Bruxelas, exalta a sua bonita idade, nos\u00a0<strong>Cinquenta Anos<\/strong>\u00a0de vida e de actividade cont\u00ednua; de servi\u00e7o e de compromisso, de partilha e de entrega, de incentivo e de forma\u00e7\u00e3o. De muitas aten\u00e7\u00f5es, de promo\u00e7\u00e3o humana e crist\u00e3&#8230; Com prof\u00edcuo trabalho realizado em prol da Comunidade Portuguesa na B\u00e9lgica; meio s\u00e9culo (<strong>1969-2019)<\/strong>, anunciando a esperan\u00e7a, lutando pela justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Nascida de uma vontade compartilhada, na\u00a0<strong>P\u00e1scoa de 1969<\/strong>, final da d\u00e9cada de sessenta. Foi na igreja de\u00a0<strong><em>Sainte-Croix<\/em><\/strong>\u00a0que tudo come\u00e7ou. As pessoas, em n\u00famero crescente, come\u00e7aram a encontrar-se, a conhecer-se melhor e a manifestar uma eficaz entreajuda, que depressa ganhou forma e sentido. Eram os primeiros passos para a cria\u00e7\u00e3o de uma estrutura mais consistente e com os meios adequados para se poder afirmar, tamb\u00e9m junto das inst\u00e2ncias oficiais e de reconhecimento. A evolu\u00e7\u00e3o foi c\u00e9lere e contou com a preciosa ajuda da Igreja local.<\/p>\n<p>O seu nome inspira-se no pr\u00f3prio Evangelho de S. Lucas, que nos fala daquela admir\u00e1vel experi\u00eancia de dois homens, a caminho de Ema\u00fas, cidade pr\u00f3xima de Jerusal\u00e9m. Caminhantes, peregrinos, derrotados e abatidos, pela not\u00edcia do desastre humano na morte do Redentor, Aquele que havia de libertar o seu povo! Acabrunhados \u2013 o que acontecia e ainda acontece com quem emigra, no caminho duro da desilus\u00e3o \u2013 eis que lhes aparece um terceiro personagem, interessado pela sua dor e preocupa\u00e7\u00e3o, que os escuta e os compreende; que se faz amigo e que aceita o convite para uma refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De t\u00e3o especial encontro, adv\u00e9m uma enorme transforma\u00e7\u00e3o: o des\u00e2nimo toma a forma de coragem, a tristeza transforma-se em aceita\u00e7\u00e3o e alegria, a solid\u00e3o torna-se num fraterno conv\u00edvio, a vida ganha novo alento, outro sentido! Foi este o ideal que norteou, com altos e baixos, todos estes anos da\u00a0<em>Comunidade Portuguesa de Ema\u00fas<\/em>, que mais tarde se veio a constituir\u00a0<em>\u201cAssocia\u00e7\u00e3o Sem Fins Lucrativos \u2013 ASBL\u201d<\/em>, um regulamento que lhe permite usufruir dos diversos subs\u00eddios e outros direitos destinados a suportar as suas actividades socioculturais.<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 28 anos adquiriu a sua pr\u00f3pria infra-estrutura; a casa que lhe serve de Sede, o n\u00famero 26 da\u00a0<em>Rue du Belv\u00e9d\u00e8re<\/em>\u00a0\u00e9 propriedade da\u00a0<em>Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es<\/em>, entidade portuguesa que gere e organiza a pastoral portuguesa no estrangeiro. Este patrim\u00f3nio portugu\u00eas em Bruxelas, destina-se \u00e0s actividades pastorais e outras componentes de organiza\u00e7\u00e3o educativa. Para melhor servir,\u00a0<strong>\u201cna forma\u00e7\u00e3o humana e crist\u00e3, segundo o esp\u00edrito do Evangelho\u201d<\/strong>, tal como consta do artigo 4 dos estatutos.<\/p>\n<p>A compra deste im\u00f3vel tem a marca do trabalho abnegado dos seus dirigentes, dos associados e de tantos amigos, que durante muitos anos amealharam, com erudi\u00e7\u00e3o e benevol\u00eancia, os meios para concretizar esse sonho! Abra\u00e7ando a ideia de proporcionar \u00e0s gera\u00e7\u00f5es vindouras, outra sorte, com melhores condi\u00e7\u00f5es para desenvolver as actividades pr\u00f3prias e adequadas para cada \u00e9poca. Neste momento de celebra\u00e7\u00e3o, importa continuar a enobrecer t\u00e3o expressivo legado, fruto de uma grande solidariedade, de muito empenho e fraternidade; que na sequ\u00eancia e na ac\u00e7\u00e3o esteja sempre, o nobre sentimento da gratid\u00e3o!<\/p>\n<p><strong>UMA COMUNIDADE MISSION\u00c1RIA\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><em>Primeiro as pessoas e a sua forma\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>A principal voca\u00e7\u00e3o da Comunidade foi e ser\u00e1 sempre a da forma\u00e7\u00e3o humana e crist\u00e3, da promo\u00e7\u00e3o e da valoriza\u00e7\u00e3o das pessoas, na peculiar defesa dos seus direitos, num tempo de agravantes injusti\u00e7as sociais, com incid\u00eancia numa pervertida explora\u00e7\u00e3o laboral. E foram tantos os casos de asseverada interven\u00e7\u00e3o, com o apoio das autoridades competentes. Os primeiros anos, j\u00e1 depois de fechadas as fronteiras \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o, a Comunidade prosseguiu um intenso trabalho de assist\u00eancia e de protec\u00e7\u00e3o, aos que continuavam a chegar, desprovidos de tudo.<\/p>\n<p>Na rota da sua exist\u00eancia que conta agora\u00a0<strong>50 anos<\/strong>, a Comunidade destacou-se tamb\u00e9m na vertente de servi\u00e7o e de miss\u00e3o; de apoio e de celebra\u00e7\u00e3o, de assist\u00eancia e administra\u00e7\u00e3o. De inspira\u00e7\u00e3o crist\u00e3, realizou um trabalho pastoral digno do reconhecimento e da estima de todos: na forma\u00e7\u00e3o e na administra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos; nas celebra\u00e7\u00f5es festivas e de catequese; na pastoral das fam\u00edlias, dos doentes e dos presos; no apoio monet\u00e1rio a tanta gente, necess\u00e1rio e discreto; na colabora\u00e7\u00e3o com outras comunidades estrangeiras; na organiza\u00e7\u00e3o de reuni\u00f5es e confer\u00eancias\u2026 Em\u00a0<strong>Maio de 1977<\/strong>\u00a0organizou a primeira\u00a0<strong>peregrina\u00e7\u00e3o a Banneux<\/strong>, em comunh\u00e3o com os peregrinos de F\u00e1tima; a desloca\u00e7\u00e3o a esse santu\u00e1rio Mariano repetiu-se ao longo dos anos. E \u00e9 j\u00e1 no dia 5 de Maio que a comunidade organiza, novamente, essa viagem, at\u00e9 aos p\u00e9s da Senhora dos pobres, em Banneux. Sempre com uma liga\u00e7\u00e3o institucional e comunh\u00e3o, \u00e0 Igreja M\u00e3e, junto da OCPM (<em>Obra Cat\u00f3lica Portuguesa de Migra\u00e7\u00f5es<\/em>).<\/p>\n<p>Nestas Bodas de Ouro, que a atual Direc\u00e7\u00e3o ir\u00e1 certamente agendar, importa continuar a trilhar um caminho digno e dignificante, naquele esp\u00edrito que sempre pauteou a Comunidade; de exig\u00eancia e de permanente ac\u00e7\u00e3o. De reconhecimento e de gratid\u00e3o, para com os obreiros do passado, t\u00e3o bem representado nos sacerdotes que serviram e animaram, que desenvolveram e mobilizaram! E nos ajudaram a crescer na f\u00e9 e no amor ao pr\u00f3ximo. Que n\u00e3o se pouparam aos grandes esfor\u00e7os, para conseguir significativos objectivos, que honraram e continuam a enaltecer a nossa caminhada comum pela estrada de Ema\u00fas, em Bruxelas, onde o mundo nos olha com redobrada aten\u00e7\u00e3o! Um enorme legado que devemos continuar a exaltar, na ac\u00e7\u00e3o e no compromisso. De tudo, o mais importante \u00e9 prosseguir nesse bom exemplo e no testemunho que congrega e enobrece a nossa origem e a nossa identidade comum. Tendo sempre em linha de conta que as grandes obras e feitos consequentes, nunca acabam! Enquanto houver portugueses na B\u00e9lgica, a Comunidade ser\u00e1 sempre um farol de esperan\u00e7a e de viv\u00eancia da cultura e da f\u00e9, com as caracter\u00edsticas que nos identificam como povo e Na\u00e7\u00e3o; somos Portugal no mundo e com orgulho!<\/p>\n<p><strong>UMA COMUNIDADE COM HIST\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p><em>Mobilizar e formar, promover e dinamizar<\/em><\/p>\n<p>A Igreja belga foi o primeiro grande suporte para a cria\u00e7\u00e3o da Comunidade, (Comum Unidade); na forma como acolheu o projeto e se interessou por ele, acompanhando espontaneamente, com efic\u00e1cia e disponibilidade. Os portugueses n\u00e3o paravam de chegar trazendo consigo os mais diversos problemas, que se iam resolvendo caso a caso. Era uma vez um portugu\u00eas que, depois da Segunda Grande Guerra, da Exposi\u00e7\u00e3o de 1958, da independ\u00eancia do Zaire e outros desaires nacionais, veio \u00e0 B\u00e9lgica e por c\u00e1 ficou. Era uma vez, uns portugueses que a partir de 1965 come\u00e7aram a chegar \u00e0 B\u00e9lgica, em constante crescendo, na procura de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida. Os contactos com a popula\u00e7\u00e3o espanhola, j\u00e1 instalada, levou-os a fixarem-se no baixo Ixelles.<\/p>\n<p>Ainda hoje os sinais da portugalidade se notam com facilidade, na Place\u00a0<em>Eug\u00e8ne Flagey<\/em>\u00a0e arredores. Foi ali que se realizou a primeira grande festa dos Santos populares, princ\u00edpio da d\u00e9cada de oitenta! Foi a\u00ed que durante muitos anos se realizou a festa do Dia de Portugal, de Cam\u00f5es e das Comunidades Portuguesas. Momentos altos da vida associativa passavam pela for\u00e7a dinamizadora e organizativa da Comunidade, muito antes de se constituir\u00a0<strong>asbl<\/strong>, associa\u00e7\u00e3o de facto.<\/p>\n<p>No seu percurso hist\u00f3rico travou lutas constantes, venceu s\u00e9rios obst\u00e1culos; promoveu, mobilizou, estimulou, deu consist\u00eancia e raz\u00e3o de viver a esperan\u00e7a, a fraternidade, a autoestima\u2026 Atrav\u00e9s de tantas iniciativas apresentadas em relat\u00f3rios, para depois se realizarem com asseverado sucesso: desde o Grupo de\u00a0<em>Vie Feminine<\/em>, onde as mulheres se reviam e actuavam; do Grupo de\u00a0<em>Jovens Puzzle<\/em>, capaz de transformar, pela for\u00e7a e pela din\u00e2mica do Evangelho; do servi\u00e7o Social, num apoio constante e decisivo; do curso de costura, momento privilegiado de encontro e trabalho; da escola de deveres, no apoio \u00e0s crian\u00e7as em idade escolar; do atelier de m\u00fasica popular portuguesa\u00a0<em>SolMinho<\/em>, ensino pr\u00e1tico de alguns instrumentos; do Teatro, verdadeira escola dos valores s\u00f3cio\/culturais; do Conselho pastoral e econ\u00f3mico, motor das atividades eclesiais; dos cursos de escolaridade, na prepara\u00e7\u00e3o de adultos para exames do ensino preparat\u00f3rio e secund\u00e1rio; das confer\u00eancias tem\u00e1ticas, importantes momentos de (in)forma\u00e7\u00e3o; das festas e dos festivais, importantes ocasi\u00f5es de divers\u00e3o popular; a cria\u00e7\u00e3o de um Grupo folcl\u00f3rico, Rancho de Ema\u00fas, a defender as cores e os valores da tradi\u00e7\u00e3o minhota em Bruxelas; o jornal informativo, O Elo; o comit\u00e9 de Direc\u00e7\u00e3o administrativa, determinante no desenvolvimento de todas as atividades; a compra da casa e a constitui\u00e7\u00e3o de uma ASBL (<em>Associa\u00e7\u00e3o Sem Fins Lucrativos<\/em>)&#8230; E tantas outras ac\u00e7\u00f5es que o tempo e a hist\u00f3ria n\u00e3o apaga!<\/p>\n<p>Em\u00a0<strong>Abril de 1994<\/strong>\u00a0foi o assinalar Solene das\u00a0<strong>Bodas de Prata, nos 25 Anos da Comunidade<\/strong>! Com v\u00e1rias e relevantes atividades: edi\u00e7\u00e3o de uma\u00a0<strong>brochura<\/strong>, com significativos patroc\u00ednios e os testemunhos impressos vindos dos v\u00e1rios quadrantes pol\u00edticos\/sociais; por indica\u00e7\u00e3o dos s\u00f3cios foi cunhada uma\u00a0<strong>medalha comemorativa<\/strong>\u00a0em metal de relevo; significativa e convergente foi a\u00a0<strong>sess\u00e3o Solene<\/strong> no Centro Lumen, com a presen\u00e7a das v\u00e1rias entidades politicas e religiosas, belgas e portuguesas, com destaque para a vinda de Portugal, do senhor Bispo, D. Teodoro de Faria, em\u00e9rito da Madeira, ent\u00e3o presidente da Confer\u00eancia Episcopal das Migra\u00e7\u00f5es e Turismo, que nos deixou consistente mensagem e abundantes b\u00ean\u00e7\u00e3os. Bom mesmo foi ver aquela sala repleta de gente, que aprovou cada discurso, com efusivos aplausos, alegria e entusiasmo. Assinalar o passado, com o olhar no futuro \u00e9 dignificar a obra e todos aqueles que nela se rev\u00eaem! A grande li\u00e7\u00e3o de Ema\u00fas assenta no entusiasmo, na esperan\u00e7a, na alegria e na fraternidade; que o seja por muito e longos anos!<\/p>\n<p><strong>1984 &#8211; 15\u00b0 Anivers\u00e1rio,<\/strong>\u00a0<strong>Prosseguir com f\u00e9 e determina\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0\u201c-Somos uma Comunidade de inspira\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, de todos e para todos, crist\u00e3os ou n\u00e3o, que aceitam o nosso principio. Queremos e precisamos de trabalhar em paz, conviver com todos dentro do respeito e da dignidade\u201d<\/p>\n<p><strong>1989<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0<strong>20\u00b0 Anivers\u00e1rio, Vinte Anos Pela Cal\u00e7ada de Ema\u00fas<\/strong>\u00a0\u201c-Foram 20 anos a anunciar a esperan\u00e7a e a lutar pela justi\u00e7a\u201d\u2026\u00a0 \u201c-Queremos comemorar 20 anos da presen\u00e7a da Igreja portuguesa em Bruxelas, fazer mem\u00f3ria da nossa caminhada ao longo destes 20 anos, revivendo o passado, numa perspetiva de futuro\u201d\u00a0<em>in ELO 4\/89<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>1994 \u2013 25\u00b0 Anivers\u00e1rio, Recordar Para Viver\u00a0<\/strong>\u201c-Celebrar 25 anos de hist\u00f3ria e de vida ao servi\u00e7o do reino \u00e9 necessariamente fazer Mem\u00f3ria do passado, voltando aos tempos fundadores. N\u00e3o com um olhar nost\u00e1lgico, mas sim para refontalizar energias e entusiasmo, para pensar o presente e prospectivar o futuro, com o mesmo o esp\u00edrito e a mesma vontade de sonhar\u201d<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.luso.eu\/noticias\/opiniao\/3561-emaus-uma-comunidade-com-cinquenta-anos-meio-seculo-de-actividade-continua.html\">https:\/\/www.luso.eu\/noticias\/opiniao\/3561-emaus-uma-comunidade-com-cinquenta-anos-meio-seculo-de-actividade-continua.html<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Ant\u00f3nio Fernandes Trazida nas asas do tempo, a\u00a0Comunidade Portuguesa de Ema\u00fas\u00a0em Bruxelas, exalta a sua bonita idade, nos\u00a0Cinquenta Anos\u00a0de vida e de actividade cont\u00ednua; de servi\u00e7o e de compromisso, de partilha e de entrega, de incentivo e de forma\u00e7\u00e3o. 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