Editorial

EDITORIAL CARAVANA 68

EDITORIAL CARAVANA

 

Portugal sofreu recentemente os efeitos de violenta tempestade que deixou um rasto de destruição por toda a parte. Vimos nos meios de comunicação as imagens desoladoras de muitas empresas, principalmente agrícolas que se viram a braços com a destruição das culturas lutando agora para recuperar as estruturas e garantir os postos de trabalho dos seus trabalhadores. Assistimos também a alguma destruição em habitações e em automóveis, provocada essencialmente pela queda de árvores.

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O Ano da Fé, iniciado solenemente na celebração dos 50 anos da abertura do Concílio Vaticano II em Roma, e em Portugal, na Peregrinação aniversária de 12 e 13 de outubro em Fátima, é um momento propício para os cristãos em geral e as estruturas da Igreja em particular fazerem uma reflexão centrada em si mesmas, sobre a forma como vivem, encarnam e transmitem a fé na linha do Concílio que apresenta a Igreja, na Gaudim et spes, como “Serva da Humanidade” , e na Lúmen Gentium, como “Comunhão”.

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EDITORIAL CARAVANA

 

Na actualidade, com a crise económica que grassa no mundo, e que afecta particularmente a Europa, onde o número de pobres cresce de forma assustadora, são muitos os analistas, economistas, políticos…, que propõem receitas e mais receitas para ultrapassar a crise, as quais, no fundo, têm vindo a agravar, ainda mais, as situações de pobreza e de marginalização de grandes faixas das populações dos países envolvidos.

As receitas apresentadas para a solução da crise passam sempre pelos grandes interesses económicos daqueles que estão a esgotar o planeta dos seus recursos naturais e a contribuir para o empobrecimento dos países e dos povos. É impressionante a falta de ética e de moralidade de quem guia os destinos da economia global e das políticas económicas nacionais.

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EDITORIAL - CARAVANA 64

EDITORIAL

 

Com a crise económica que o mundo atravessa, sentida mais profundamente no velho Continente, sente-se que estamos a viver ‘uma crise dos direitos humanos’ em toda a Europa, na qual se salienta um aumento de práticas de descriminação e anti-ciganismo que exigem uma intervenção estratégica urgente, por parte das entidades detentoras do destino das sociedades.

Em Portugal, desde sempre, a população cigana tem vivido uma realidade de rejeição, alimentada pela falta de conhecimento da sua cultura, e modo de vida. Apesar de usufruir de cidadania no País, a maioria dos ciganos são considerados cidadãos de ‘segunda classe’, gerando-se, de ambas as partes, desconfianças que levam à criação de barreiras que parecem intransponíveis.

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Editorial Caravana 63

Terminou no dia 18 de janeiro a consulta pública sobre a “Estratégia Nacional para a Integração do Ciganos”. Não sabemos o resultado da consulta nem se o texto final apresentará alguma alteração face ao texto apresentado para a consulta e que, no nosso entender, apresenta duas fortes lacunas que podem contribuir para que a Estratégia não alcance os seus objectivos.

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