Editorial

EDITORIAL

Ao longo dos últimos anos temos ouvido falar tanto de ciganos e de estratégias de política social adoptadas, assim como dos milhões de euros gastos em projectos, a nível europeu e nacional, que nos leva a pensar sobre o porquê se ter caminhado tão pouco na inclusão real desta etnia na Europa e, mais concretamente, em Portugal. A União Europeia, mais uma vez, está a lançar um plano de estratégias para a inclusão dos ciganos até 2020.

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EDITORIAL CARAVANA nº 61

Portugal considera-se a si mesmo um país tolerante, berço do diálogo entre os povos, pai da mestiçagem desde o início da expansão portuguesa. Este orgulho de um país que se diz tolerante, manifesto no acolhimento do recente fenómeno imigratório, cai por terra no confronto com a etnia cigana.

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É difícil encontrar um exemplo de preconceito mais profundamente enraizado na sociedade europeia do que o que existe contra as populações ciganas e que continua tão presente em muitos dos nossos concidadãos em toda a Europa e também em Portugal.

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Durante mais de mil anos, as pessoas de etnia cigana têm sido parte integrante da civilização europeia e da portuguesa, em particular, há mais de seiscentos anos. Apesar desta pertença histórica, a sua situação ao longo dos séculos caracterizou-se, quase sempre, pela discriminação persistente e pela exclusão social, o que remeteu a maioria das comunidades ciganas para situações de extrema pobreza e para a promoção de estereótipos e preconceitos muito presentes na sociedade.

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Editorial Caravana 55

Foi em meados do século XV que o povo cigano se estabeleceu em Portugal. Bem acolhido no início, durante séculos este povo tem sido marginalizado e pouco apreciado, o que o levou a criar uma estrutura comunitária, fechada, muitas vezes envolta em mistério e exotismo, e contribuiu para que o cigano seja visto como um indesejável e para que fossem criados muitos estereótipos negativos à sua volta.

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