Ciganos são Notícia

RTP 1 (Telejornal das 20h00m de 3 de mar)

RTP 1 (Telejornal das 20h00m de 3 de mar)

Refere a situação da escolarização das crianças ciganas em tempos de pandemia e de tele escola, com a intervenção de Luís Romão da Associação Sílaba Dinâmica, entre outros. Indica que são 25.000 os alunos ciganos no ensino básico e secundário, sendo menos de 1.000 no secundário e realça o problema do abandono escolar.

RR (2 mar)

RR (2 mar)

Dá relevo ao comunicado da Comissão Nacional Justiça e Paz sobre os ciganos. (Ver páginas 2 e 3)

O Jornal da Nossa Terra (15 mar)

O Jornal da Nossa Terra (15 mar)

A edição deste Jornal é inteiramente dedicada aos ciganos de Moura. No presente nº da Caravana vamos apresentar alguns excertos desta edição, continuando-os nos próximos números.

O Jornal da Nossa Terra (nº 7) (JNT) deu a conhecer os resultados do inquérito à comunidade cigana do Concelho de Moura, o qual foi realizado no final de 2020.

 

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Ecclesia – internet (10 mar)

Ecclesia – internet (10 mar)

COVID 19: CÁRITAS DE COIMBRA APOIA A CO- MUNIDADE CIGANA NO ESTUDO À DISTÂNCIA

A Cáritas Diocesana de Coimbra está a desenvolver um trabalho de “proximidade e acompanhamento” ao estudo com a comunidade cigana, através do seu Centro Comunitário Nossa Senhora da Boa Viagem na Lei- rosa, Figueira da Foz.

Num comunicado enviado à Agência Ecclesia, a Cáritas explica que, ao longo deste novo confinamento, apoia “alunos de vários graus de ensino, com ou sem acesso virtual às plataformas a que precisam de aceder”, e que os estudantes recorrem àquele Centro Comunitário à procura de “apoio e estratégias de aprendizagem”, para acompanhar as matérias que são lecionadas.

 

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JUPONLINE.PT - (6 fev)

JUPONLINE.PT - (6 fev)

CIGANOS: UMA HISTÓRIA DE RACISMO

Os ciganos construíram, connosco, nacionalidade.  Adolpho Coelho, em “Os ciganos de Portugal: com um estudo sobre o calão” (1892), evoca os “mais de 250 homens  d’essa raça” que “alistados no exercito português, desde a  restauração do reino” serviram “nas fronteiras «com zelo  e valor com que já foram muito apremeados».” Evoca,  ainda, no espírito de Thomé Pinheiro da Veiga, “o caso  d’aquelle pobre cigano que serviu a sua pátria adoptiva  «três annos contínuos com suas armas e cavallo á sua cus ta, sem soldo», combatendo até à morte por um país que,  400 anos depois, ainda persegue a sua etnia.

Desde que penetrou no território nacional, em meados do século XV, o cigano foi sempre visto como um alvo  a abater. Variadíssimas foram as tentativas de lhe expurgar os costumes, a língua, a livre vida do seu nomadismo, que sempre foi resposta a uma perseguição generalizada por parte das populações e autoridades.

 

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