Internacional

RECOMENDAÇÕES DA ERGO PARA OS QUADROS ESTRATÉGICOS NACIONAIS NO ÂMBITO DO NOVO QUADRO ESTRATÉGICO DA UE PARA A IGUALDADE, A INCLUSÃO E A PARTICIPAÇÃO DOS CIGANOS 2020-2030 (QEEIPC)

RECOMENDAÇÕES DA ERGO PARA OS QUADROS ESTRATÉGICOS NACIONAIS NO ÂMBITO DO NOVO QUADRO ESTRATÉGICO DA UE PARA A IGUALDADE, A INCLUSÃO E A PARTICIPAÇÃO DOS CIGANOS 2020-2030 (QEEIPC)

Fonte: Newsletter OBCIG - dez 20

Com data de dezembro de 2020, a ERGO (EURO- PEAN ROMA GRASSROOTS ORGANISATIONS NETWORK – Rede Europeia de Organizações Ciganas de Base) fez aos governos nacionais recomendações que deveriam ser prioritizadas quando eles desenvolverem os quadros estratégicos nacionais, nos primeiros meses de 2021. Estas recomendações foram desenvolvidas pela ERGO com base na sua experiência prévia e nos contributos das organizações que a integram em toda a Europa e nas organizações ciganas e pró-ciganas membros da Coligação de Política Cigana da UE (ERPC), com financiamento da UE e do Ministério das Relações Exteriores Alemão.

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UNIVERSIDADE ONLINE CIGANA BARVALIPE

UNIVERSIDADE ONLINE CIGANA BARVALIPE

Fonte: Newsletter OBCIG - dez 20

O Instituto Cigano Europeu para as Artes e a Cultura (European Roma Institute for Arts and Culture - ERIAC), com sede em Berlim, com os apoios do Conselho da Europa, da Universidade da Europa Central (Budapeste), das Fundações Open Society e do Ministério das Relações Exteriores Alemão, lançou recentemente a Universidade Online Cigana Barvalipe (UOCB). A UOCB é uma plataforma educativa a que podem aceder ciganos e não ciganos para adquirirem conhecimentos sobre a(s) identidade(s), a(s) história(s) e a(s) cultura(s) ciganas, através de uma série de palestras de grande qualidade apresenta- das por reconhecidos académicos ciganos sobre temas que vão desde o Holocausto Cigano até a produções culturais ciganas.

 

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FRA: A PANDEMIA PIORA A POBREZA E A DISCRIMINAÇÃO DOS CIGANOS

FRA: A PANDEMIA PIORA A POBREZA E A DISCRIMINAÇÃO DOS CIGANOS

Numa notícia de 29 de setembro, a FRA (Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais) refere o seu último boletim em que se afirma que a pandemia do Coronavírus afetou os ciganos com particular violência. Muitos ciganos perderam a sua fonte de rendimento, a excessiva concentração habitacional e a falta de instalações sanitárias aumentaram os riscos para a sua saúde e o ensino à distância foi dificultado pela falta de acesso à internet. A discriminação e a retórica anticiganos também aumentaram, especialmente online. A FRA apela aos decisores políticos para que encarem com urgência estes desafios imediatos e ponham em funcionamento estruturas perduráveis para combater os preconceitos enraizados e a discriminação.

 

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PODEROSOS PLANOS E POLÍTICAS, MAS IMPLEMENTAÇÃO FRACA E RESULTADOS LIMITADOS

PODEROSOS PLANOS E POLÍTICAS, MAS IMPLEMENTAÇÃO FRACA E RESULTADOS LIMITADOS

Assim define o Relatório de 2020 da FRA (Agência Europeia para os Direitos Fundamentais) a situação da “Igualdade e Inclusão dos Ciganos”

A FRA publicou em 11 de junho o seu Relatório anual que, no que se refere aos ciganos, teve repercussão na comunicação social portuguesa (ver Caravana nº 96). O Relatório da FRA (RF) começa por lembrar que “em 2019 se cumpriram dez anos sobre a adoção pelo Conselho da UE das Conclusões sobre a inclusão dos Ciganos, preparadas na primeira reunião da Plataforma da UE para a Inclusão dos Ciganos. O documento continha 10 princípios básicos comuns para a inclusão dos ciganos. O Princípio 4 apela para políticas de inclusão de todos os ciganos que ‘insiram os ciganos no contexto dominante da sociedade (instituições educativas dominantes, empregos dominantes e habitação dominante)’ e ultrapassem ‘educação ou habitação parcial ou inteiramente segregadas’ onde elas ainda existirem. Mas dez anos de esforços aos níveis da UE, internacional, nacional e local, parece que resultaram em poucas mudanças tangíveis, tal como é evidenciado nos inquéritos e relatórios da FRA e no Relatório da Comissão Europeia de 2019 sobre a implementação das estratégias nacionais para a integração dos ciganos. Muitos ciganos continuam a viver vidas segregadas. Eles enfrentam hostilidade por parte de vizinhos não-ciganos e desconfiam das políticas locais e nacionais que não conseguem dar passos efetivos para enfrentar o anticiganismo.”

 

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A EUROPA PRECISA DE QUEBRAR O CICLO VICIOSO DE POBREZA E DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS CIGANOS E VIAJANTES

A EUROPA PRECISA DE QUEBRAR O CICLO VICIOSO DE POBREZA E DISCRIMINAÇÃO CONTRA OS CIGANOS E VIAJANTES

Em 23 de setembro, a FRA publicou a sua nova Pesquisa sobre os Ciganos e Viajantes que pela primeira vez compara dados sobre as experiências dos ciganos e viajantes nos direitos fundamentais na Bélgica, França, Irlanda, Holanda, Suécia e Reino Unido.

“Vivendo em alguns dos países mais ricos do mundo, um quarto dos Ciganos e Viajantes na Europa Ocidental, não têm dinheiro para coisas tão básicas como aquecimento ou comida saudável, e até um quinto das suas crianças vão para a cama com fome, conclui a Investigação. Discriminação desenfreada associada a abandono escolar precoce leva a falta de oportunidades de emprego e a pobreza generalizada para muitos. Como resultado disso, a esperança de vida dos Ciganos e Viajantes está dez anos abaixo da esperança de vida da população em geral. Estas constatações deveriam suscitar respostas de políticas na UE e a nível nacional e levar os decisores políticos a trabalhar com os Ciganos e Viajantes para enfrentar a exclusão e a pobreza.”

 

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