{"id":100,"date":"2004-01-28T00:00:00","date_gmt":"2004-01-28T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/2004\/01\/28\/o-p-filipe-recordado-na-imprensa\/"},"modified":"2004-01-28T00:00:00","modified_gmt":"2004-01-28T00:00:00","slug":"o-p-filipe-recordado-na-imprensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/o-p-filipe-recordado-na-imprensa\/","title":{"rendered":"O P. Filipe recordado na imprensa"},"content":{"rendered":"<p>O P. Filipe recordado na imprensa<br \/>\nA Defesa (14 Jan)<br \/>\nQue vivas Padre Filipe!<br \/>\nPublica o testemunho do Dr. Manuel Ferreira da Silva, publicado na &#8216;Voz das Miseric\u00f3rdias&#8217;.<br \/>\nVoz das Miseric\u00f3rdias (Jan)<br \/>\nQue vivas Padre Filipe!<br \/>\n&#8220;Quem, como tu, morre sem prevenir, e parte para outro lado da vida, que \u00e9 o mesmo que n\u00e3o morrer &#8211; valha bem o paradoxo &#8211; fica sempre vivo: na voca\u00e7\u00e3o que viveste; na miss\u00e3o que cumpriste; nas largas caminhadas que empreendeste; nas boas obras que espalhaste a m\u00e3os cheias; nas mensagens que subscreveste; nas causas pelas quais t\u00e3o generosamente te bateste&#8221;, escreve o Dr. Manuel Ferreira da Silva num testemunho sobre o Pe. Filipe de Figueiredo.<br \/>\nSumariando as actividades do Pe. Filipe, desde &#8220;os seminaristas que ajudaste a decidirem-se&#8221;, aos &#8220;ciganos a quem te deste como um profecta da promo\u00e7\u00e3o em cidad\u00e3os de direito pleno&#8221;, o autor afirma: &#8220;o que fizeste, fala por si&#8221;. Recorda igualmente D. Manuel Ferreira da Silva, Arcebispo de C\u00edzico, &#8220;um salvador de voca\u00e7\u00f5es e sobre o qual me pediste um dia um testemunho que escrevi longo e denso como mo exigia a alma.&#8221; Entre sonhos e projectos que o Padre Filipe partilhou com o autor este menciona a &#8220;recupera\u00e7\u00e3o eclesial de &#8216;Padres Casados&#8217; &#8221;. Sobre a morte da Dra. Fernanda Seno o autor refere: &#8220;n\u00e3o me dispensaste de um coment\u00e1rio a um pensamento de Unanumo: &#8216;Quando algu\u00e9m reaparece e merece ser lembrado, \u00e9 porque n\u00e3o morreu inteiramente&#8217; &#8221;. O autor termina dizendo: &#8220;a tua aus\u00eancia sinto-a saudavelmente cheia das melhores viv\u00eancias em que ambos discretamente e com muito e m\u00fatuo apre\u00e7o de alma partilh\u00e1vamos.&#8221;<br \/>\nNevi Yag (Dez) (Fogo Novo, \u00f3rg\u00e3o do CCIT (Comit\u00e9 Cat\u00f3lico Internacional para os<br \/>\n\t\t     \t\t\t\t   Ciganos)<br \/>\nIN MEMORIAM<br \/>\nNoticia o falecimento do C\u00f3nego Filipe de Figueiredo, um grande amigo dos Ciganos  e do CCIT. &#8220;Tinha assistido , pela primeira vez, ao Encontro internacional do CCIT em Anvers, em 1983. &#8230;&#8221; &#8220;N\u00f3s guardamos, deste homem bom, a lembran\u00e7a de um rosto com um sorriso discreto, com uma F\u00e9 serena e inquebrant\u00e1vel e com uma imensa vontade de servi\u00e7o. &#8230; O que irradiava, porque era sereno, era profundo.&#8221;<br \/>\nO CCIT apresenta as suas condol\u00eancias comovidas \u00e0 ONPC e aos seus amigos. &#8220;O Pe. Filipe est\u00e1 agora na plenitude da F\u00e9 de que enriqueceu a sua vida e tamb\u00e9m a de muitos!&#8221;<br \/>\nJornal de S. Br\u00e1s (Dez)<br \/>\nP\u00e1scoa do C\u00f3nego Filipe de Figueiredo<br \/>\nNoticia o falecimento inesperado do Padre Filipe de Figueiredo, dando especial destaque \u00e0 f\u00e9 inquebrant\u00e1vel e \u00e0 vasta experi\u00eancia deste sacerdote da Arquidiocese de \u00c9vora. O Jornal de S. Br\u00e1s, de quem o Padre Filipe foi fundador e director desde o in\u00edcio, refere que &#8220;o seu exemplo de incans\u00e1vel obreiro da messe do Senhor \u00e9 um poema doce atirado \u00e0 mem\u00f3ria do tempo e da hist\u00f3ria&#8221;.<br \/>\nUm cora\u00e7\u00e3o de Ap\u00f3stolo<br \/>\n&#8220;O Senhor acaba de chamar a Si mais um querido membro do nosso presbit\u00e9rio, c\u00f3nego desta S\u00e9 e generoso pastor da nossa Arquidiocese: o C\u00f3nego Filipe Marques de Figueiredo.&#8221; Estas foram palavras de D. Maur\u00edlio de Gouveia, Arcebispo de \u00c9vora, quando presidia \u00e0 Missa de Sufr\u00e1gio pelo C\u00f3nego Filipe de Figueiredo. O C\u00f3nego Filipe, frisou, deixou-nos &#8220;um exemplo admir\u00e1vel de padre diocesano, um minist\u00e9rio da maior import\u00e2ncia, embora nem sempre compreendido n\u00e3o s\u00f3 por parte da sociedade, mas, \u00e0s vezes, at\u00e9 em sectores da pr\u00f3pria comunidade eclesial&#8221;.<br \/>\nD. Maur\u00edlio destacou algumas das m\u00faltiplas iniciativas e actividades exercidas pelo C\u00f3nego Filipe, nomeadamente, como &#8220;educador nos semin\u00e1rios, promotor do apostolado dos leigos, animador da pastoral das voca\u00e7\u00f5es. Fundou institui\u00e7\u00f5es de car\u00e1cter social, apost\u00f3lico e espiritual; foi jornalista e escritor.&#8221;<br \/>\nDefiniu-o como um &#8220;padre profundamente apost\u00f3lico. Sentia-se nele um forte apelo interior a responder \u00e0 urg\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o e a dar um testemunho efectivo de amor e servi\u00e7o aos homens, em particular, aos mais carenciados&#8221;. E acrescenta que o C\u00f3nego Filipe ficar\u00e1 conhecido como o &#8220;Padre dos Ciganos&#8221;, campo onde foi pioneiro. D. Maur\u00edlio agradeceu a Deus Pai o dom da vida e do minist\u00e9rio presbiteral do C\u00f3nego Filipe.<br \/>\n&#8220;- Ainda n\u00e3o sabes? Morreu o nosso amigo!?!&#8221;<br \/>\nO Dr. Jo\u00e3o Canha d\u00e1 o seu testemunho sobre como acompanhou a not\u00edcia do falecimento do Pe. Filipe nos &#8220;locais do teu universo. Foi uma peregrina\u00e7\u00e3o de afectos&#8221; &#8230;que testemunhou &#8220;que deixaste a f\u00e9 na ressurrei\u00e7\u00e3o como heran\u00e7a maior, consolidada.&#8221;<br \/>\nO autor narra alguns dos muitos momentos que viveu com o Pe. Filipe e refere: &#8220;outras vezes chor\u00e1mos juntos a alegria do perd\u00e3o.&#8221; Relata o testemunho da cigana Vera que &#8220;disse que enquanto puderam contar contigo podiam contar com um pai, defensor devotadamente dedicado.&#8221; &#8220;Recordo as preocupa\u00e7\u00f5es que partilhaste comigo, nos nossos dois \u00faltimos encontros.&#8221; &#8220;Deus em ti manifestar\u00e1, uma vez mais, a sua santidade. &#8230;Obrigado Filipe!&#8221;<br \/>\n&#8220;Beati mortui qui in Domino moriuntur: Opera enim illorum sequuntur illos!&#8221; (Ap. 14, 13)<br \/>\nO Pe. Jos\u00e9 Augusto Pedroza da Silva recorda &#8220;muitas p\u00e1ginas da minha vida onde o seu nome est\u00e1 gravado para sempre.&#8221; &#8220;Amigo dos pobres, dos ciganos, dos sacerdotes em dificuldades, dos padres que deixaram o exerc\u00edcio do minist\u00e9rio, das crian\u00e7as desfavorecidas, dos jovens, nomeadamente do JAAI 2000, dos idosos mais abandonados.&#8221; &#8220;Amante da Eucaristia&#8221; e &#8220;devoto insigne da Virgem Maria&#8221;, refere o autor sobre o Pe. Filipe  e nomeia as comunidades paroquiais alentejanas em que o Pe. Filipe \u00e9 lembrado com saudade. &#8220;Certamente, o C\u00e9u do Sr. C\u00f3nego Filipe n\u00e3o ser\u00e1 um &#8220;eterno descanso&#8221;&#8230; O seu dinamismo e empenho&#8230; h\u00e1-de avan\u00e7ar naqueles que aprenderam com ele tantas li\u00e7\u00f5es de ardor apost\u00f3lico&#8221;&#8230; &#8220;Ele pr\u00f3prio, do C\u00e9u, vai, seguramente, insistir na inspira\u00e7\u00e3o das obras que aqui deixou&#8221;. &#8220;Tenho-te sempre muito presente no altar e no cora\u00e7\u00e3o!&#8221; dizia o Pe. Filipe. &#8220;Que mais podemos esperar?&#8221;<br \/>\nFaleceu o P. Filipe de Figueiredo, homem de Deus<br \/>\nTexto que publicamos na 1\u00aa p\u00e1gina deste n\u00famero.<br \/>\nFolha de S\u00e3o Paulo &#8211; Suplemento do Jornal de S. Br\u00e1s (Dez)<br \/>\nFinou-se rapidamente<br \/>\nApresenta o testemunho do Centro Social de S\u00e3o Paulo, fundado e dirigido pelo C\u00f3nego Filipe de Figueiredo, referindo que este sacerdote era &#8220;uma pessoa com ideias bem delineadas, valores bem definidos e, acima de tudo, com um grande cora\u00e7\u00e3o e um profundo sentido de solidariedade&#8221;.<br \/>\nMission\u00e1rios de Cristo Sacerdote &#8211; Suplemento especial do Jornal de S. Br\u00e1s (Dez)<br \/>\n\u00c9 um n\u00famero especial todo dedicado ao C\u00f3nego Filipe onde s\u00e3o apresentados alguns testemunhos de pessoas que conviveram com ele e trechos de uma rubrica que escrevia no Jornal de S. Br\u00e1s, intitulada &#8220;Carta Aberta &#8211; Mensagem de Esperan\u00e7a&#8221;. O Suplemento acentua que &#8220;a serenidade e o bom acolhimento que, para com todos manifestava eram sinal de que Cristo estava nele&#8221;. &#8220;Obrigado Senhor C\u00f3nego Filipe pelo muito que tiv\u00e9mos a gra\u00e7a de aprender, pelo testemunho de vida que nos deu&#8230; Eternamente agradecidos ao SENHOR por o ter colocado como Pastor das nossas almas&#8221;, escreve M. F. F. A..<br \/>\nEcclesia (9 Dez)<br \/>\nO homem que amou os ciganos<br \/>\n&#8220;Um homem que esteve sempre no curso do sentido da Igreja &#8220;. Com mod\u00e9stia, o C\u00f3nego Filipe de Figueiredo vivia atr\u00e1s do palco. &#8220;Escrevia e ensaiava as pe\u00e7as &#8230; depois retirava-se&#8221;. &#8220;Amou muitos&#8230; aqueles que publicamente n\u00e3o dava jeito amar&#8221;. Foi deste modo que D. Janu\u00e1rio Torgal Ferreira se referiu ao C\u00f3nego Filipe de Figueiredo quando presidia \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia de 7\u00ba dia, nas instala\u00e7\u00f5es da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Ao referir-se ao Director da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos (ONPC), o Prelado  enalteceu o trabalho que realizou junto dos ciganos e tamb\u00e9m na Associa\u00e7\u00e3o Fraternitas, onde revelou sempre proximidade dos padres dispensados do exerc\u00edcio do seu minist\u00e9rio e suas esposas.<br \/>\nCorreio do Vouga (3 Dez)<br \/>\nMorreu o C\u00f3nego Filipe, ap\u00f3stolo dos ciganos h\u00e1 meio s\u00e9culo<br \/>\nDaniel Rodrigues noticia a morte do C\u00f3n. Filipe de Figueiredo e fala do conhecimento de mais de 40 anos que teve deste sacerdote de quem aprendeu &#8220;bastante da viv\u00eancia que se deve ter com a etnia cigana&#8221;. E refere como, h\u00e1 40 anos, o P. Filipe se meteu a caminho de F\u00e1tima com uma grande caravana de Ciganos. &#8220;Por onde andei com a Irm\u00e3 Zulmira e o Dr. Monteiro, Equipa Nacional da Pastoral dos Ciganos, recebi testemunhos que me falam, a cada momento, que os ciganos s\u00e3o PESSOAS e, como tal, devem ser tratados&#8221;. &#8220;Recentemente, na Hungria, pude constatar o grande amor (do P. Filipe) a Nossa Senhora, aos ciganos. Apesar da sua d\u00e9bil sa\u00fade, parecia que as energias lhe vinham \u00e0 tona quando se diziam coisas lindas de ciganos e sentia-se triste quando lhe apregoavam coisas menos boas dos seus irm\u00e3os ciganos&#8221;. E define o Director da ONPC como um exemplo de disponibilidade que procurou sempre incutir nos ciganos o amor \u00e0 Senhora da Nazar\u00e9.<br \/>\nNa missa de sufr\u00e1gio na Igreja Matriz de Bedu\u00eddo, presidida pelo Bispo Auxiliar de \u00c9vora, D. Am\u00e2ndio Tom\u00e1s, ficou bem patente o quanto este sacerdote fez de bem pelos mais carenciados. Tamb\u00e9m Monsenhor Jo\u00e3o Gaspar, Vig\u00e1rio Geral de Aveiro, que representou D. Ant\u00f3nio Marcelino, ainda internado no Hospital de Aveiro, ratificou este carisma. &#8220;O C\u00f3n. Filipe estar\u00e1 junto do cigano Zeferino a interceder ao Pai por aqueles que n\u00e3o t\u00eam eira nem beira. &#8230;O Senhor da Messe mandar\u00e1 outros oper\u00e1rios para esta seara imensa&#8221;.<br \/>\nEcclesia &#8211; internet (2 Dez)<br \/>\nFaleceu o P. Filipe de Figueiredo, homem de Deus<br \/>\nNoticia a morte do P. Filipe de Figueiredo (ver not\u00edcia na  p\u00e1g. 1 deste n\u00ba.).<br \/>\nA Defesa (2 Dez)<br \/>\nMorreu o Padre Filipe de Figueiredo<br \/>\nNoticia a morte do C\u00f3nego Filipe de Figueiredo, que durante 54 anos exerceu o minist\u00e9rio sacerdotal na Arquidiocese de \u00c9vora. Apresenta a sua biografia destacando o facto de o Pe. Filipe ter criado a Funda\u00e7\u00e3o D. Manuel Mendes da Concei\u00e7\u00e3o Santos e os Mission\u00e1rios de Cristo Sacerdote, al\u00e9m das obras sociais que ajudou a levantar, como \u00e9 o caso do Lar de S\u00e3o Paulo.<br \/>\nAdeus Pe. Filipe<br \/>\nJos\u00e9 de Vasconcellos e S\u00e1 d\u00e1 um testemunho sobre o Padre Filipe dizendo: &#8220;foste para a Fam\u00edlia de uma utilidade e franqueza a ro\u00e7ar o divino, foste um irm\u00e3o, foste, principalmente, um excelente amigo&#8221;. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O P. Filipe recordado na imprensa A Defesa (14 Jan) Que vivas Padre Filipe! Publica o testemunho do Dr. Manuel Ferreira da Silva, publicado na &#8216;Voz das Miseric\u00f3rdias&#8217;. 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