{"id":1510,"date":"2017-11-20T08:27:24","date_gmt":"2017-11-20T08:27:24","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/2017\/11\/20\/caravana-86-editorial\/"},"modified":"2017-11-20T08:27:24","modified_gmt":"2017-11-20T08:27:24","slug":"caravana-86-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/caravana-86-editorial\/","title":{"rendered":"Caravana 86 &#8211; EDITORIAL"},"content":{"rendered":"<p>Caravana 86 &#8211; EDITORIAL<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O COMO DOM E MISS\u00c3O<\/p>\n<p>Numa not\u00edcia neste n\u00famero da Caravana, amavelmente enviada pela Irm\u00e3 Sylvie, do Mosteiro das Monjas de Bel\u00e9m no Cou\u00e7o, Ribatejo (monjas que se t\u00eam preocupado em interagir com a comunidade cigana local), refere-se a a\u00e7\u00e3o do P\u00e1roco de Vera, Almeria, Espanha. Da dedica\u00e7\u00e3o do P. Carlos Maria \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o da comunidade cigana local, nasceu uma par\u00f3quia &#8220;cigana&#8221; inspiradamente chamada St\u00aa Maria dos Povos. \u00c9 claro, e isso faz todas a diferen\u00e7a, que o P\u00e1roco come\u00e7ou por incluir representantes ciganos no conselho pastoral da par\u00f3quia (Vera).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Depois vieram Missas em flamenco e a dist\u00e2ncia entre o local onde viviam as popula\u00e7\u00f5es ciganas e a Par\u00f3quia de Vera levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da nova par\u00f3quia. \u00c9 conhecida a difus\u00e3o das Igrejas Evang\u00e9licas, designadamente a Igreja Evang\u00e9lica Filad\u00e9lfia Cigana de Portugal, na qual os pastores s\u00e3o ciganos. S\u00e3o igualmente de lembrar as celebra\u00e7\u00f5es de liturgias pelos defuntos ciganos que o P. Jo\u00e3o Paulo Domingues teve a iniciativa de realizar, h\u00e1 anos, na par\u00f3quia que ent\u00e3o dirigia em Cuba, Diocese de Beja e que tanta participa\u00e7\u00e3o tiveram, inclusive de pessoas que vinham de outros locais (tal como aconteceu em Vera). E sobretudo, h\u00e1 que referir os p\u00e1rocos que se interessam por interagir com as suas ovelhas que s\u00e3o de etnia cigana (como agora o fazem as Monjas de Bel\u00e9m no Cou\u00e7o) e procuram saber mais sobre a cultura cigana e como agir com esta pastoral espec\u00edfica. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 essa: primeiro, sentir que uma parte da popula\u00e7\u00e3o da sua par\u00f3quia \u00e9 cigana. Segundo, reconhecer a diversidade das culturas: n\u00e3o costumamos dizer &#8220;todos diferentes e todos iguais&#8221;? Terceiro, como t\u00eam feito alguns p\u00e1rocos, incluindo o de Vera, pensar: &#8220;como \u00e9 que hei de interagir com esta popula\u00e7\u00e3o para que ela se sinta acolhida na par\u00f3quia, com as suas diferen\u00e7as culturais?&#8221; Quarto, agir, tomar iniciativas, falar com as pessoas, cham\u00e1-las, procurar compreender as diferen\u00e7as, os problemas, as idiossincrasias. Uma Missa flamenca por m\u00eas? Algum\/ns\/alguma\/s representante\/s cigano\/a\/s no conselho paroquial? Celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas para os defuntos ciganos?\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A conclus\u00e3o \u00e9 que a evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 um dom para integrar, incluir, abra\u00e7ar, \u00e9 uma miss\u00e3o &#8211; e uma obriga\u00e7\u00e3o: &#8220;ai de mim se n\u00e3o evangelizar&#8221; (1 Cor 9, 16).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Francisco Monteiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Caravana 86 &#8211; EDITORIAL \u00a0 A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O COMO DOM E MISS\u00c3O Numa not\u00edcia neste n\u00famero da Caravana, amavelmente enviada pela Irm\u00e3 Sylvie, do Mosteiro das Monjas de Bel\u00e9m no Cou\u00e7o, Ribatejo (monjas que se t\u00eam preocupado em interagir com a comunidade cigana local), refere-se a a\u00e7\u00e3o do P\u00e1roco de Vera, Almeria, Espanha. 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