{"id":563,"date":"2008-04-30T00:00:00","date_gmt":"2008-04-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/2008\/04\/30\/agencia-lusa-7-abr-pastoral\/"},"modified":"2008-04-30T00:00:00","modified_gmt":"2008-04-30T00:00:00","slug":"agencia-lusa-7-abr-pastoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/agencia-lusa-7-abr-pastoral\/","title":{"rendered":"Ag\u00eancia Lusa (7 Abr) &#8211; PASTORAL"},"content":{"rendered":"<p>A Igreja Cat\u00f3lica vai sensibilizar as par\u00f3quias para a integra\u00e7\u00e3o social da comunidade cigana com ac\u00e7\u00f5es concretas<br \/>\n<!--more--><br \/>\nAg\u00eancia Lusa (7 Abr)<br \/>\nA Igreja Cat\u00f3lica vai sensibilizar as par\u00f3quias para a integra\u00e7\u00e3o social da comunidade cigana com ac\u00e7\u00f5es concretas, sem que se percam as suas tradi\u00e7\u00f5es, anunciou hoje o presidente da Comiss\u00e3o Episcopal da Mobilidade Humana.<br \/>\n \u201cAt\u00e9 agora, a Igreja tem trabalhado com os ciganos mais a n\u00edvel diocesano e no apoio social\u201d mas agora a prioridade \u00e9 \u201cajudar os ciganos a n\u00edvel pastoral\u201d, afirmou \u00e0 Ag\u00eancia Lusa D. Ant\u00f3nio Vitalino, que \u00e9 tamb\u00e9m bispo de Beja.<br \/>\n \u201cA n\u00edvel social temos conseguido dar muito apoio\u201d mas \u201cfalta dar um enquadramento pastoral\u201d \u00e0s comunidades cat\u00f3licas e ciganas para que possam existir \u201cparcerias e integra\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\n \u201cOs ciganos t\u00eam uma cultura e uma mentalidade muito diferente da nossa e muitos est\u00e3o organizados numa igreja protestante pentecostal mas a n\u00edvel de culto est\u00e3o muito na igreja cat\u00f3lica\u201d, explicou D. Ant\u00f3nio Vitalino.<br \/>\nO bispo recusa qualquer estrat\u00e9gia de convers\u00e3o mas defende que as comunidades cat\u00f3licas t\u00eam a \u201cresponsabilidade particular\u201d de apoiar a sua integra\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNesse sentido, a Pastoral dos Ciganos tem investido na forma\u00e7\u00e3o de leigos, de etnia cigana e n\u00e3o s\u00f3, que funcionem como \u201cintermedi\u00e1rios para que haja uma integra\u00e7\u00e3o e uma aceita\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\n Para o director executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, Francisco Monteiro, o apoio \u00e0 comunidade deve-se verificar tamb\u00e9m ao n\u00edvel da \u201cafirma\u00e7\u00e3o da sua cidadania\u201d.<br \/>\nActualmente, \u201cmuitas fam\u00edlias ciganas est\u00e3o realojadas, tendo condi\u00e7\u00f5es para viver uma vida digna na escola e no trabalho\u201d mas ainda existem outras que permanecem n\u00f3madas \u201cprolongando a indignidade\u201d.<br \/>\n \u201cA\u00ed h\u00e1 que gritar contra a inactividade, contra a intoler\u00e2ncia, h\u00e1 que ajudar a compreender que coes\u00e3o social \u00e9 qualidade de vida para todos\u201d, defende este respons\u00e1vel.<br \/>\nA Pastoral dos Ciganos conta com estruturas activas em dez dioceses do pa\u00eds, onde colaboram sacerdotes e leigos no sentido de apoiar aquelas comunidades em quest\u00f5es concretas.<br \/>\n    \u201cAndamos pelos tribunais ou pelas C\u00e2maras a tentar resolver-lhes alguns problemas\u201d, explicou Francisco Monteiro.<br \/>\nPor outro lado, a Obra, que tem j\u00e1 36 anos, colabora com outras estruturas cat\u00f3licas europeias semelhantes, tendo sido realizado um encontro recente na Cro\u00e1cia para discutir o \u201canticiganismo\u201d que existe em muitos pa\u00edses.<br \/>\n \u201cQueremos sofrer com os ciganos e ajud\u00e1-los a sair do seu sofrimento\u201d, at\u00e9 porque esta comunidade \u00e9 \u201cmuito esquecida\u201d pelos poderes pol\u00edticos.<br \/>\n\u201cO Governo privilegia muito os imigrantes nas suas pol\u00edticas mas esquece-se dos ciganos\u201d que \u201cat\u00e9 s\u00e3o cidad\u00e3os portugueses\u201d, criticou Francisco Monteiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Igreja Cat\u00f3lica vai sensibilizar as par\u00f3quias para a integra\u00e7\u00e3o social da comunidade cigana com ac\u00e7\u00f5es concretas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-563","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciganos-sao-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/563","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=563"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/563\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}