{"id":772,"date":"2010-05-02T09:28:00","date_gmt":"2010-05-02T09:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/2010\/05\/02\/diario-de-noticias-22-out-diversos-2\/"},"modified":"2010-05-02T09:28:00","modified_gmt":"2010-05-02T09:28:00","slug":"diario-de-noticias-22-out-diversos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/diario-de-noticias-22-out-diversos-2\/","title":{"rendered":"Di\u00e1rio de Not\u00edcias (22 Out) &#8211; DIVERSOS"},"content":{"rendered":"<p>Ciganos portugueses t\u00eam mais doen\u00e7as cr\u00f3nicas<\/p>\n<p><!--more--><br \/>\nDi\u00e1rio de Not\u00edcias (22 Out)<br \/>\nCiganos portugueses t\u00eam mais doen\u00e7as cr\u00f3nicas<br \/>\nSa\u00fade: Estudo da UE revela que um quarto dos ciganos no Pa\u00eds tem asma e bronquite. A comunidade portuguesa \u00e9 tamb\u00e9m aquela que come\u00e7a a fumar e beber mais cedo<br \/>\nUm estudo da Rede Europeia Anti-Pobreza (REAPN) apresentado hoje, no Porto, conclui que a comunidade cigana portuguesa \u00e9 a que tem mais doen\u00e7as cr\u00f3nicas da UE. Neste estudo, a comunidade portuguesa \u00e9 comparada \u00e0s de outros seis pa\u00edses &#8211; Espanha, Gr\u00e9cia, Bulg\u00e1ria, Eslov\u00e1quia, Rep\u00fablica Checa e Rom\u00e9nia -, verificando-se que um cigano vive menos 20 anos que um cidad\u00e3o europeu.<br \/>\nSandra Ara\u00fajo, da REAPN e uma das coordenadoras deste projecto, explica que \u201cmuitos ciganos em Portugal ainda vivem em acampamentos, em condi\u00e7\u00f5es muito prec\u00e1rias, sem os cuidados de sa\u00fade elementares, o que agrava os problemas respirat\u00f3rios.\u201d \u00c9 uma popula\u00e7\u00e3o muito jovem. Em Portugal apenas 14% tem mais de 45 anos.<br \/>\nFrancisco Monteiro, Director Executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, frisa que \u201ct\u00eam uma vida muito antecipada e, por isso, tamb\u00e9m morrem mais r\u00e1pido. Casam-se muito cedo e as mulheres t\u00eam filhos logo, n\u00e3o vivem a juventude como qualquer outra adolescente\u201d.<br \/>\nA sa\u00fade das mulheres \u00e9 um dos focos principais de preocupa\u00e7\u00f5es dos coordenadores do estudo: 23,2% das mulheres ciganas portuguesas nunca foi ao ginecologista e, das que foram, a maioria f\u00ea-lo apenas por estar gr\u00e1vida &#8211; por uma ou duas vezes no m\u00e1ximo &#8211; ou na hora do parto.\u201d Alzinda Carmelo, da Associa\u00e7\u00e3o de Mulheres Ciganas Portuguesas (AMUCIP) afirma que \u201cantes do casamento a palavra sexo \u00e9 tabu e a mulher n\u00e3o sabe como prevenir-se nem onde recorrer.\u201d<br \/>\n \u201cPortugal ocupa o \u00faltimo lugar tamb\u00e9m no que refere \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de mamografias e de citologias\u201d, afirma Sandra Ara\u00fajo. N\u00e3o costumam ir \u00e0s consultas de rotina de nenhuma especialidade, \u201cfrequentam essencialmente as urg\u00eancias dos hospitais, onde chegam s\u00f3 quando est\u00e3o mesmo mal. E procuram n\u00e3o ficar mais do que dois dias hospitalizados\u201d. Ao n\u00edvel dent\u00e1rio cerca de 94% da popula\u00e7\u00e3o adulta inquirida reconhece ter algum tipo de problema.<br \/>\nPortugal \u00e9 o pa\u00eds onde adquirem os h\u00e1bitos de fumar e beber \u00e1lcool mais cedo (13\/14 anos). Sandra Ara\u00fajo salienta que somos o pa\u00eds \u201conde se notam maiores diferen\u00e7as entre homens e mulheres. S\u00e3o muito poucas as que bebem ou fumam.\u201d<br \/>\nOutro dos problemas \u00e9 o excesso de peso: 41,1% dos entrevistados t\u00eam peso a mais e 13,7% s\u00e3o mesmo obesos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ciganos portugueses t\u00eam mais doen\u00e7as cr\u00f3nicas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-772","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciganos-sao-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/772","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=772"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/772\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=772"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=772"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/onpciganos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=772"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}