Paulo Costa propõe «50 dicas sobre São José» a partir da Carta Apostólica Patris Corde, do Papa Francisco
– José amou a Jesus com coração de pai.
– A grandeza de José consiste no facto de ter sido o esposo de Maria e o pai de Jesus.
– José era um humilde carpinteiro, desposado com Maria.
– José era um carpinteiro que trabalhou honestamente para garantir o sustento da sua família.
– José era um homem justo, sempre pronto a cumprir a vontade de Deus.
– José é o homem por meio de quem Deus cuida dos primórdios da história da redenção.
– José é o verdadeiro milagre, pelo qual Deus salva o Menino e sua mãe.
– José acolhe Maria, sem colocar condições prévias. Confia nas palavras do anjo.
– O Céu intervém, confiando na coragem criativa deste homem.
– A paternidade de José foi um serviço ao mistério da encarnação e à conjunta missão redentora.
Imagem: Ashwin Vaswani
– A vontade de Deus, a sua história e o seu projeto passam também através da angústia de José.
– José colocou-se inteiramente ao serviço do plano salvífico.
– O Filho do Todo-Poderoso necessita de José para ser defendido, protegido, cuidado e criado.
– Deus confia neste homem e o mesmo faz Maria, que sempre a sustentará a ela e ao Menino.
– Deus confiou o seu Filho a José, Maria confiou nele e com ele Cristo tornou-Se homem.
– Jesus viu a ternura de Deus em José.
– José via Jesus crescer em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens.
– Como o Senhor fez com Israel, assim José ensinou Jesus a andar segurando-O pela mão.
– A nobreza do coração de José fá-lo subordinar à caridade aquilo que aprendera com a lei.
– Nas dúvidas de José, Deus ajudou-o a escolher, iluminando o seu discernimento.
Imagem: Michael O’Sullivan
– José é o homem da presença quotidiana discreta e escondida.
– José é para Jesus a sombra na terra do Pai celeste: guarda-O, protege-O, segue os seus passos.
– José deixa de lado os seus raciocínios para dar lugar ao que sucede e acolhe-o.
– José soube amar de maneira extraordinariamente livre.
– José soube descentralizar-se, colocar Maria e Jesus no centro da sua vida.
– A felicidade de José não se situa na lógica do sacrifício de si mesmo, mas do dom de si mesmo.
– Naquele homem, nunca se nota frustração, mas apenas confiança.
– O seu silêncio persistente não inclui lamentações, mas sempre gestos concretos de confiança.
– José não é um homem resignado passivamente. O seu protagonismo é corajoso e forte.
– José terá ouvido que o Deus de Israel é um Deus de ternura e que é bom para com todos.
Imagem:Dominik Scythe
– O trabalho de São José lembra-nos que o próprio Deus feito homem não desdenhou o trabalho.
– A fé de José não procura atalhos, mas enfrenta de olhos abertos aquilo que lhe acontece.
– A tradição, referindo-se a José, ao lado do apelido de pai colocou também o de ‘castíssimo’.
– De José, devemos aprender o mesmo cuidado e responsabilidade: amar o Menino e a sua mãe.
– Em todas as circunstâncias da sua vida, José soube pronunciar o seu ‘fiat’, como Maria.
– José sempre se levanta, toma consigo o Menino e sua mãe e faz o que Deus lhe ordenou.
– Ao longo da vida oculta em Nazaré, na escola de José, Jesus aprendeu a fazer a vontade do Pai.
– José é o protetor dos miseráveis, necessitados, exilados, aflitos, pobres, moribundos.
– São José não pode deixar de ser o Guardião da Igreja.
– A vida espiritual que José nos mostra não é um caminho que explica, mas que acolhe.
Imagem:Manuel Asturias
– José, continuando a proteger a Igreja, continua a proteger o Menino e sua mãe.
– A fé que Cristo nos ensinou é a que vemos em São José.
– José ensina-nos que Deus pode intervir através dos nossos medos e das nossas fragilidades.
– José ensina-nos que não devemos ter medo de deixar a Deus o timão da nossa barca.
– Todos podem encontrar em São José um intercessor, um amparo e uma guia.
– O que Deus disse a José, parece repeti-lo a nós também: Não tenhais medo!
– Salve, guardião do Redentor e esposo da Virgem Maria!
– Ó Bem-aventurado José, mostrai-vos pai também para nós e guiai-nos no caminho da vida.
– Só nos resta implorar, de São José, a graça das graças: a nossa conversão.
– Alcançai-nos graça, misericórdia e coragem, e defendei-nos de todo o mal.
Paulo Costa
Imagem: Andrzej Skonieczny
13.03.2021

