
Ataque da última noite em Viena, capital da Áustria, provocou a morte a 5 pessoas e feriu dezassete
O Papa Francisco manifestou hoje “dor e consternação” pelo ataque terrorista que atingiu Viena e pediu o fim da violência que tem assolado a europa nas últimas semanas.
“Chega de violência! Construamos juntos paz e fraternidade. Só o amor apaga o ódio”, afirmou Francisco, logo pela manhã, na sua conta do Twitter.
Numa mensagem na mesma rede social ocardeal Schoenborn anunciou a celebração de uma Missa de sufrágio pelas vítimas, hoje, na Catedral de Santo Estêvão e sustentou que “o ódio não deve ser a resposta a este ódio cego”.
No final da manhã os serviços de comunicação do Vaticano divulgaram o teor do telegrama que o Papa enviou ao arcebispo de Viena, e onde expressa a sua “dor” pelas mortes ao mesmo tempo que manifesta a sua proximidade às famílias que perderam os seus entes queridos.
Francisco mostra-se “profundamente impressionado” novo atentado confia as vítimas “à misericórdia de Deus”, implorando “que a violência e o ódio cessem e que seja promovida a coexistência pacífica”.
Em Portugal, o presidente da República enviou mensagem de condolências e repúdio ao seu homólogo austríaco, Alexander Van der Bellen afirmando ter recebido a notícia “com choque e tristeza”.
“Reitero o meu repúdio por todos os atos de violência, reafirmando a minha convicção de que estes não lograrão alcançar os seus objetivos”, assinala o presdente Marcelo Rebelo de Sousa num texto divulgado pela Presidência da República.
Também António Costa, primeiro ministro português, usou o twitter para transmitir “a solidaridade” portuguesa “ao povo austríaco” e afirmou partilhar “a angústia diante do grave atentado terrorista ocorrido em Viena”.
“A Europa mantém-se unida diante da ameaça do terrorismo e da violência motivada pelo ódio”, concluiu.
Educris|03.11.2020
Imagem: EPA/CHRISTIAN BRUNA




