
Formação permanente do clero de Fátima refletiu sobre o novo diretório e fez balanço do projeto «Catequese Familiar»
D. António Marto disse aos sacerdotes de Leiria-Fátima que “no atual cenário cultural marcado por mudanças vertiginosas” não basta “apoiar-se na tradição, mas precisa da formação de cristãos que o sejam por convicção”.
Este novo paradigma sociológico e cultural deve levar “a catequese a tornar-se evangelizadora e de inspiração catecumenal, para levar ao encontro pessoal com Cristo e a uma experiência marcante na vida”, procurando “envolver a família e a comunidade cristã numa relação, sintonia e colaboração recíprocas”, cita o sítio online da diocese de Leiria-Fátima.
Na formação permanente do clero, que terminou na passada quarta-feira, numa edição online, o padre Manuel Queirós, catequeta da Diocese de Vila Real, abordou o tema da “conversão pastoral da comunidade paroquial” e deixou apresentou alguns dos desafios que a “atual crise da pandemia faz à Igreja e à sua atividade evangelizadora, litúrgica e caritativa” a partir do Diretório para a Catequese.
A longo da formação foi apresentado o «Projeto de Catequese Familiar» e avaliada a sua implementação na diocese de Leiria-Fátima.
Os sacerdotes consideraram que este paradigma catequético tem “apresentado bons frutos” porque permite “uma relação fecunda entre a família e a comunidade cristã à volta da ação catequética e da celebração da Eucaristia.
No final dos trabalhos o cardeal D. António Marto, sublinhou a importância de se “cultivar na comunidade cristã o círculo virtuoso entre a Eucaristia, a catequese e a família” e exortou “a cultivar uma maior aproximação à Bíblia com a adequada iniciação e a prática da lectio divina contribui não apenas para uma melhor participação na Eucaristia dominical como para a vivência da fé na vida quotidiana”.
Educris|23.05.2021
Imagem: Diocese de Leiria-Fátima

