O presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), Cardeal Renato Martino, defendeu no Vaticano que a guerra “não é um direito”. Falando num curso sobre o direito humanitário, para capelães militares, o membro da Cúria Romana indicou que o conflito bélico “deve ser submetido a regras precisas, compatíveis com a dignidade humana”.
“É nessa perspectiva, e não por cálculo político ou estratégico, que o direito internacional humanitário deve ser incluído entre as expressões mais felizes e eficazes que emanam da verdade da paz”, precisou.
“A defesa da dignidade humana é o único raio de luz nas trevas da guerra. Um raio de luz que pode iluminar as mentes, uma pequena chama que pode dissolver o ódio e ressentimento nos corações, um fio subtil que permite ao homem não se perder e não estagnar no caminho do amor que conduz a Deus”, referiu.
