Mariano Gago inaugurou “Mãos na Massa”

Na Fábrica – Centro Ciência Viva de Aveiro O Ministro da Ciência, Tecno-logia e Ensino Superior, Mariano Gago, foi um visitante “curioso”, ávido de pôr as “mãos na massa” e interagir nas experiências que estão disponíveis na exposição “Mãos na Massa”, que inaugurou na Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro.

“Mãos na Massa”é uma exposição “muito bem feita”, na opinião de Mariano Gago, porque contém “muita de experiência que foi adquirida nos outros Centros de Ciência”, além de “muita inovação própria”.

Composta por cerca de 40 módulos, preparados para serem mexidos pelos visitantes, a exposição “Mãos na Massa” está distribuída por duas salas, com uma área da ordem dos 350 metros quadrados, na ala mais antiga do edifício da antiga moagem aveirense. Ao longo do percurso, o visitante é estimulado a interagir com os módulos, de forma a assimilar autonomamente os fenómenos científicos apresentados. Para tal, basta carregar num botão ou dar a uma manivela, seguir as instruções, para se observar um fenómeno”.

E “fenómenos” há muitos, tan-tos quantos os módulos disponíveis. Uns são bem simples e utilizados no dia-a-dia por qualquer pessoa, mesmo que não nos apercebamos da sua importância e nem do “como” e do “porquê” do “fenómeno”, como a desmultiplicação de forças quando se utiliza um sistema de roldanas para erguer um peso. Outros, são bastante mais complexos, como a observação das leis da óptica através do manuseamento de um labirinto, ou pôr os cabelos em pé utilizando o gerador de Van der Graff. Há ainda outros, mais raros na natureza, como um tsunami, “fenómeno” que o visitante pode provocar num dos módulos desta exposição.

A exposição “Mãos na Massa” é direccionada a todo o tipo de públicos, desde o infantil ao adulto, passando pelas famílias.

Para o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a cidade e a Universidade de Aveiro têm na Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro “uma grande preciosidade”, porque “tudo o que acontece aqui, neste espaço, é, de facto, de muito grande qualidade em termos da museologia científica moderna. E o enquadramento e a recuperação do edifício ajudam muito”.

O director da Fábrica – Centro de Ciência Viva de Aveiro, Paulo Trincão, sublinhou que a abertura da exposição “Mãos na Massa” inaugura a segunda fase da Fábrica. Passados três anos e pouco de abrir-mos ao público e cem mil visitantes depois, chegámos àquilo que chamamos a nossa maturidade, com uma exposição de raiz”, afirma.

A exposição “Mãos na Massa” pode ser visitada todos os dias das 10h às 18h (fim-de-semana das 11h às 19h). Encerra à segunda-feira.