Do Advento aos Reis, passando pelo Natal, a quadra fica sempre marcada por muitos momentos que aproximam pessoas, mostram gratidão, revelam solidariedade. Estas fotos com legendas alargadas são apenas alguns exemplos de muitas iniciativas dos últimos dias.
Mais amor, mais partilha
A Festa de Reis dos idosos da região de Aveiro é já uma tradição. Promovida pelo Vida mais e pelo Centro Universitário Fé e Cultura, congregou sob o lema “mais amor, mais partilha”, cerca de cinco centenas de pessoas (utentes, mas também funcionários e voluntários) de 21 instituições da área da Diocese de Aveiro, na tarde de 5 de Janeiro, na Aula Magna da Universidade. Animaram musicalmente o encontro a Professora Eduarda Campos, o Rancho Folclórico de Oliveira do Bairro e a Magna Tuna Cartola, além dos Arautos do Evangelho, que vieram de Braga para cantar uma Oratória de Natal.
Homenagens de Reis
Em Aveiro, a Junta de Freguesia da Glória promoveu uma Festa de Reis que, entre canções e representações, homenageou o Sr. Mendonça, antigo sacristão da Sé e Armando Coutinho, antigo chefe do Agrupamento de Escuteiros da Glória.
Encontro de Advento
Em Vagos, cerca de 150 jovens prepararam Natal com um encontro de Advento (15 de Dezembro). “Os jovens foram desafiados a ter a mesma perseverança, à semelhança dos Reis Magos”, conta Cathy Antunes, animadora. “No final, prossegue, foi clarividente a sinergia estabelecida entre todos os que participaram, apesar de alguma inibição inicial. E nem a noite fria impediu os nossos jovens de participar! É sinal de que querem, de facto, fazer caminho. Os animadores ficaram felizes por constatar que o esforço envidado foi sinónimo de luz, de estrelas cintilantes, de paz, de mais Cristo… de mais Advento!”
Pastorinhas
Em Angeja, como em muitos outros locais, cumpriu-se a tradição! O Auto dos Reis Magos saiu à rua, apesar do tempo incerto. E lá vão os reis, montados em seus cavalos (os camelos não se encontram por cá!), a caminho do palácio de Herodes, enquadrados pelo Cingo e suas tropas.
É sempre um dia de convívio, de memória, pela versão popular, da narrativa evangélica, de solidariedade com a Comunidade, pelo rendimento do leilão. E que movimenta largas centenas de pessoas. A homenagem final e o beijar do Menino, na igreja Matriz, conferem o toque final à religiosidade popular.
