Festa do Stella Maris e da Sr.a dos Navegantes

O Clube Stella Maris comemorou os 25 anos do início da construção da sede no sábado, 20 de Setembro. Na homilia da Missa de acção de graças, presidida por D. António Francisco, não faltou o momento para a evocação de quantos, ao longo de décadas, contribuíram para que esta instituição fosse, realmente, uma âncora para muitos trabalhadores do mar e suas famílias. Mas o Bispo de Aveiro soube dizer, com oportunidade, que importa agora alimentar “perspectivas de futuro”, respondendo a outros desafios e avançando por “novos caminhos”, sabendo “remar com os ventos da esperança”.

D. António Francisco lembrou ainda que a “Estrela do Mar” (Stella Maris) é a Senhora que é invocada sob tantos nomes e ali por “Sr.a dos Navegantes”, a quem “marinheiros e capitães” pediam auxílio, “a quem rezavam os que ficavam em casa para protecção dos que andavam na faina do mar”.

No final da celebração, Joaquim Simões agradeceu aos organismos que têm colaborado com a instituição e adiantou que o Stella Maris vai levar a cabo “novos projectos”, “com alguma prudência, mas também com sustentabilidade económica”, “nas vertentes humana, pastoral, cultural e social”. O director do Stella Maris sublinhou que esta instituição diocesana, embora com sede na Gafanha da Nazaré, tem como raio de acção as paróquias da Diocese de Aveiro ligadas ao mar, ou seja, a Torreira, as várias Gafanhas (de Ílhavo e de Vagos), a Barra e a Costa Nova.

No Domingo, por entre ameaças de chuva, a procissão da Sr.a dos Navegantes, saiu do Stella Maris e navegou na Ria até à capelinha do Forte da Barra, numa organização do Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

J.P.F./F.M.