2009, o ano que todos querem que passe depressa.
José Manuel Fernandes
Público, 02-01-2009
Quando o dinheiro é dos contribuintes, a necessidade de zelar pela sua correcta aplicação deve redobrar – em nome da ética republicana e do mais elementar bom senso. (…) A crise não pode justificar tudo. Antes pelo contrário: exige um esforço suplementar das autoridades para aumentar o rigor e a transparência das contas públicas e dos negócios em que o Estado é parte interessada.
Editorial
Diário de Notícias, 03-01-2009
Sem justiça, como repor crédito e confiança no sistema? Problema maior: quantos acreditam e confiam real e verdadeiramente na justiça em Portugal?
Anselmo Borges
Diário de Notícias, 03-01-2009
A economia não mexerá se desperdiçarmos dinheiro em “carpetes e floreiras”, mesmo que, por alguns meses, isso parece reanimar o negócio das floristas e preservar o emprego no sector dos tapetes. É preciso e possível fazer melhor.
Graça Franco
Público, 02-01-2009
No Ano Novo que entra, o principal factor de esperança é, sem dúvida, a nova liderança americana. Os seus primeiros cem dias serão decisivos para definir um perfil e uma vida de acção.
António Vitorino
Diário de Notícias, 02-01-2009
Depois de oito anos a acreditar nas trapaças de George Bush e da sua pandilha, assim como nos negócios vergonhosos de Wall Street, procura-se fazer de Barack Obama o salvador da superpotência para que ela seja a salvação do mundo.
Bento Domingues
Público, 04-01-2009
