O Papa defendeu que a crise financeira internacional mostrou a “fragilidade” do actual sistema económico e das instituições a ele ligadas. O Papa insistiu na necessidade de “regras éticas”, que promovam um “desenvolvimento integral da pessoa e não só o lucro”. O discurso foi pronunciado à Academia Pontifícia das Ciências, reunida no Vaticano até ontem para discutir sobre “A crise numa economia global”. Segundo o Papa, a vida económica deve ser um “exercício de responsabilidade humana” para a promoção da dignidade da pessoa, o bem comum e o desenvolvimento integral”, pelo que é necessário repensar “os objectivos que guiam e orientam a vida económica”.
