Na Imprensa

Já agora, uma modesta contribuição [para diminuir a abstenção nos actos eleitorais]: As eleições deveriam ser obrigatoriamente em dia de chuviscos. Mas não de mais, que levam as pessoas a fica em casa, nem de menos, que deixam os eleitores ir à praia.

António Barreto

Público, 28-06-2009

Portugal continua com os defeitos de sempre. Os privados servem o Estado e o Estado serve-se dos privados. Os tiques salazaristas mantêm-se: o Estado joga o Monopólio e brinca às televisões.

Ricardo Costa

Expresso, 27-06-2009

Eleições afastadas significam campanhas prolongadas, ou seja, semanas e semanas de arruaças, perdão, arruadas e barulho em geral. A factura que isto representa no bolso dos contribuintes é realmente o mal menor; a respectiva sanidade mental é que não promete recuperação.

Alberto Gonçalves

Diário de Notícias, 28-06-2009

Qualquer governo seria feliz se não houvesse mais imprensa do que o Diário de República.

Rui Ramos

Correio da Manhã, 26-06-2009

(…) Dadas as responsabilidades de grandes dirigentes católicos no arranque e no desenvolvimento da integração europeia, importa prosseguir esse trabalho espiritual, cultural e político, para não trair aqueles que criaram esta novidade histórica sem paralelo, de liberdade e solidariedade.

Bento Domingues

Público, 28-06-2009

Durante séculos, foi pregado um deus irado e mesquinho. (…) Mas, depois, foi-se para um outro extremo, não menos pernicioso. Começou-se a pregar um Deus que é amor, mas sem se perceber o que é o amor. Prega-se então um deus “bonzinho”, que nada exige, que não impõe regras nem limites, que permite tudo.

Anselmo Borges

Diário de Notícias, 27-06-2009