Uma pedrada por semana É de Renato Schifani, presidente do Senado de Itália, perante os ataques mediáticos e ideológicos ao Papa, que tentam calar ou abafar a sua voz corajosa. Foi há poucos dias num encontro, em Roma, com o tema “Mundo que sofre pela falta de pensamento”.
E disse ele do Papa:
“Bento XVI não teme enfrentar os lobos”;
“A teologia da caridade e a teologia da esperança representam para o Papa os eixos de toda a mensagem cristã”;
“Insultado, não responde aos insultos; maltratado, não ameaça com vinganças, mas confia-se a Quem julga com justiça”;
“A grandeza de um espírito mede-se pelo grau de verdade que é capaz de suportar e a verdade não precisa de se defender, defende-se por si mesma”;
“Chegará o dia em que as mulheres e os homens livres do nosso tempo poderão dizer de Bento XVI: No meio daquela violenta tempestade, ele manteve a confiança e a esperança e as transmitiu aos seus companheiros de viagem. Do naufrágio nasceu uma comunidade cristã fervorosa e sólida”…
Palavras corajosas de um político responsável e corajoso. Mais do que comentá-las, há que reflectir sobre elas. Podem ser luz para melhor acolhermos Bento XVI, percebermos a força interior que o anima, tomarmos consciência da grandeza de uma fé esclarecida e comprometida, no meio da voragem das calúnias e das perseguições do farisaísmo que não sabe ler a história. Ele vem como peregrino e como mestre.
