1. Quantos evangelistas apresentam a oração do Pai-Nosso?
a) Todos
b) Apenas Mateus e Lucas
c) Apenas Marcos
d) Apenas João.
2. Qual é o profeta que come o livro por ordem divina?
a) Isaías
b) Amós
c) Ezequiel
d) Jeremias.
3. Qual dos seguintes títulos não se aplica a Paulo?
a) “Apóstolo dos gentios”
b) “Apóstolo dos judeus”
c) “Perseguidor da Igreja de Deus”
d) “Zeloso das tradições dos seus pais”.
4. Quem proclamou esta “bem-aventurança” que não se encontra nos evangelhos: “Feliz de quem não se condena a si mesmo, devido às decisões que toma”?
a) Paulo
b) Pedro
c) João
d) Tiago.
5. O último livro do Antigo Testamento a se escrito foi
a) O Livro de Malaquias, que é o último antes do NT
b) O Livro dos Salmos, porque tem salmos mais antigos e mais recentes
c) O Livro Crónicas
d) O Livro da Sabedoria.
Respostas:
1.b) A oração do Pai-Nosso é transmitida por Mateus (Mt 6,9-13) e Lucas (Lc 11,1-4). Os outros dois evangelistas não a referem.
2.c) Pode ler a passagem em Ez 3,1-3. Ezequiel come o manuscrito enrolado (os livros, nesta época, são uma folha de grandes dimensões na forma de rolo), que lhe sabe a mel. Tendo em conta que na Antiguidade os rolos eram de pergaminho (pele de ovino, bovino ou caprino) ou de papiro (vegetal), é de presumir, numa interpretação literal, que Ezequiel trincou um manuscrito de papiro. Caso contrário, não conseguiria comê-lo.
3. b). “Apóstolo dos judeus” não é certamente título que se possa aplicar a Paulo, embora na sua evangelização pelo império, por vezes, se dirigisse em primeiro lugar a comunidades judaicas. Paulo foi apóstolos dos gentios (isto é, não-judeus), mas antes da conversão foi perseguidor da Igreja de Deus e zeloso das tradições dos seus pais, como explica em Gálatas 1,13-15.
4. a) Paulo. Esta nona “bem-aventurança” aparece em Romanos 14,22. A afirmação é proclamada no contexto dos que seguem as normas judaicas dos alimentos dos alimentos “puros” e “impuros” e dos que não as seguem porque sabem que “nada é impuro em si mesmo” (14,14).
Paulo defende a segunda via, porque “o Reino de Deus não é uma questão de comer e beber, mas de justiça, paz e alegria no Espírito Santo”, mas deixa a questão para a liberdade pessoal. Por isso, afirma este grande princípio da liberdade de consciência: É feliz “quem não se condena a si mesmo, devido às decisões que toma”. E reforça: “Mas quem sente escrúpulos por aquilo que come fica culpado, por não agir de acordo com a sua convicção de fé”. Em resumo: devemos agir por convicção.
5. d) O Livro da Sabedoria, apesar de atribuído a Salomão, que viveu no séc. X a.C. (970-931 a.C), foi escrito pouco tempo antes de Jesus nascer, provavelmente em Alexandria, já no início do reinado do imperador Augusto (31 a.C. – 14 d.C.). A cidade egípcia era um importante centro cultural.
