Taizé muda muito as pessoas

De 21 de Fevereiro a 1 de Março, 33 alunos da Esc. Sec. de José Estêvão mais três alunos da Esc. Sec. Dr. Mário Sacramento, com três professores, estiveram na comunidade ecuménica de Taizé (França). Aqui ficam testemunhos dos alunos.

“Esta semana foi uma experiência única que me mudou graças ao que Taizé representa por si só (…).As experiências que tenho vivenciado desde o primeiro dia, de simples e banais palavras até gestos de imenso carinho, norteiam quem me estou a tornar”.

Gabriela Lacerda

“Encontrei aqui pessoas que nunca pensei serem como são; partilhei esta semana fantástica neste sítio mágico. Aqui posso pensar no que quero ser …”

Carolina Cardoso

“Taizé é um lugar de reflexão, partilha, é sentir a força do nascer de novo. Todos os dias têm servido para fortalecer a minha ligação com Deus e com todos aqueles que dão sentido à minha vida. Acordo com o murmurar da manhã e adormeço no silêncio da noite. (…) Aqui em Taizé aprendi a dar valor às coisas simples e pequenas da vida. (…) Encontrei uma paz interior enorme. Foi como se o tempo tivesse parado. Passei a viver não só no meu mundo mas também no mundo do outro. O que levo? Levo uma força enorme de acreditar e querer. Esta, sem dúvida, foi a melhor viagem da minha vida. Passo a passo, acredito que irei continuar a traçar um trilho e a deixar as minhas pegadas”.

Daniela Lima

“Aqui em Taizé descobri a calma, a verdadeira serenidade e a beleza da vida em comunidade. Vivi momentos únicos que sei que apenas num ambiente destes podem ser vividos. Conheci pessoas diferentes, trabalhei na comunidade, sujei-me com lama, comi no chão, dancei, ri, chorei, falei, passei horas na igreja com pessoas com quem nunca pensei estar. (…)

Taizé muda muito as pessoas. Aprendi bastante sobre a religião e o modo como a via. Mudou a minha relação com Deus e os meus olhos perante a Igreja. Mudou o meu eu. Esta experiência enriqueceu-nos muito. Vejo nos olhos dos meus colegas que eles também estão diferentes”.

Maria Manuel

“Há uma aura que cresce através das canções, silêncios, gestos que procuram piedade ou um alívio acima do humano, rostos escondidos entre as mãos durante a reflexão, a entrega dos que rezam…Tudo isto gera na comunidade um ambiente único, impossível de repetir seja onde for, pelo menos de um modo total.

Procuro, por isso, contribuir e retribuir, porque o que vejo e ouço, o que recebo e sorvo, acalma-me e fascina-me”.

Renata Cambra

“A melhor viagem de sempre. A melhor oportunidade de convivência. Ensinou-me a viver melhor com Deus”.

Adriana Arnay

“Esta semana foi uma experiência que eu nunca vou esquecer. (…) Aqui, com a presença dos meus amigos e de Jesus, consegui encontrar o caminho a seguir”.

Daniela Ferreira

“Taizé é realmente incrível, maravilhoso, muito relaxante e único. (…) Por muitas palavras que utilize, nenhuma delas consegue descrever como me sinto em relação a esta comunidade. Taizé transforma, modifica completamente as pessoas. Consegui descobrir dentro de mim coisas que desconhecia, que achava impossível. Tornei-me mais calma, encontrei a minha paz interior. Com esta viagem sinto a presença de Deus. Taizé tem a mais linda e bela igreja de todas as igrejas.

Aprendi bastante com esta experiência, tal como: não precisamos de luxúria para sermos felizes; e podemos interagir, comunicar e divertirmo-nos uns com os outros”.

Daniela F.

“Taizé é muito mais que um retiro espiritual. Não é só um local onde podemos rezar e reflectir, mas sim onde conhecemos pessoas formidáveis.

Nesta semana, aprendi sobretudo a valorizar tudo o que tenho em Portugal e a compreender que a vida em simplicidade pode ser inesquecível e muito enriquecedora quando nos encontramos rodeadas pelas pessoas que amamos. Esta experiência mudou a minha forma de pensar e, graças ao tempo de oração para “nós”, consegui encontrar o verdadeiro “Eu”. (…) Senti coisas que nunca tinha sentido antes e aprendi a compreender que tenho de respeitar as pessoas.

Na última oração, quando acendi a minha vela, senti-me tão bem… Parecia que a luz da minha vela era a mesma luz que a todos aquecia na sala. Todas as pessoas juntas a cantar emocionou-me. A chama da vela parecia que estava a apontar para mim, que me tinha escolhido para melhorar o mundo”.

António