O Papa João Paulo II nomeou no domingo, dia 28, 31 novos cardeais, que se vão juntar, em 21 de Outubro, aos 164 que compõem o colégio cardinalício.
Entre os novos cardeais, 19 são bispos de igrejas locais, seis dos quais italianos, e sete são colaboradores da Cúria Romana. Os restantes são eclesiásticos, com 80 ou mais anos, pelo que não farão parte do conclave que elegerá o sucessor de João Paulo II.
Os novos cardeais vão ser investidos em cerimónia que, de alguma forma, encerrará as celebrações do 25º aniversário do pontificado do Papa, e que terá lugar em Roma no dia 21 deste mês.
Os novos cardeais são oriundos de Itália, Austrália, Canadá, Escócia, Hungria, Índia, Sudão, Suíça Nigéria, França, Espanha, Brasil, Gana, Croácia, Guatemala e Vietname, sendo um deles nomeado “in pectore”, ou seja, o seu nome permanece em segredo, por razões que se prendem com a necessidade de não comprometer a sua posição no país em que vive, hostil a Roma.
A partir de 21 de Outubro, o conclave para a eleição do Papa será constituído por 136 cardeais, com menos de 80 anos, um número sem precedentes na história do Vaticano.
