Cadeia de adoração na diocese

Ano da Eucaristia Iniciamos a cadeia permanente de adoração ao Santíssimo Sacramento, nas paróquias e outras comunidades da Diocese.

Cada local indicado se organizará, tendo em conta a vida das comunidades.

No tempo de adoração, as grandes intenções a que todos são convidados são:

– As vocações. Agradecer os que trabalham generosamente na Igreja e rogar ao Senhor da messe que não faltem operários na Sua messe.

– As famílias. Agradecer as famílias cristãs que permanecem fiéis ao seu compromisso matrimonial; rogar pelas que vivem situações difíceis e rogar também para que os jovens preparem com seriedade o seu casamento e com responsabilidade a constituição de uma família.

– Os mais pobres da comunidade. Rogar para que não falte o espírito de partilha fraterna efectiva e cada um, qualquer que seja a forma de pobreza, se sinta acolhido e atendido na sua comunidade.

– Os jovens. Agradecer a Deus os jovens que persistem no Seu caminho. Rogar para que na família, na escola, na paróquia, encontrem quem os ame, escute, acolha e acompanhe nos seus projectos, iniciativas e dificuldades.

– Os doentes e idosos. Que, acolhidos, amados e respeitados, sintam que a sua vida tem sempre valor e que a comunidade precisa do seu testemunho.

– A paz, fruto da justiça e da solidariedade. Rogar por todos os que a promovem e pelos que são vítimas da guerra, discriminação e injustiça.

– O Papa. Intrépido obreiro da paz, testemunha do amor de Deus para com todos, qualquer que seja a sua raça, cor, língua ou religião, defensor permanente dos direitos humanos e dos valores morais em que se alicerça a dignidade dos homens e das mulheres.

– A Igreja Diocesana, Bispo, clero, consagrados e leigos apóstolos. Rogar por todos quantos na nossa Diocese se comprometem com a missão de Jesus Cristo, nas diversas tarefas pastorais e apostólicas.

O Senhor está na Eucaristia por causa de nós e para nosso bem. Adorar, reparar, louvar, agradecer e pedir são os sentimentos de quem compreende a riqueza deste dom maravilhoso e quer fazer da sua aceitação a renovação da sua vida pessoal e familiar.

D. António Marcelino