Reaprender… para viver melhor Toda a celebração eucarística convida os que nela participaram a partilharem, ao terminá-la e já fora do templo, em momentos de gratuidade e de convívio, a alegria do encontro.
Fica-se sempre com uma impressão negativa e desoladora ao vermos como as pessoas, terminada a Missa, dispersam rapidamente, como se não se conhecessem ou nada tivessem a dizer umas às outras, acerca do que viveram na celebração e do que levam que as ajude a viver, como cristãos, a nova semana que começa.
Seria conveniente que os nossos espaços celebrativos não desaguassem no café da praça ou no parque de estacionamento. É que o ruído do café e a pressa de retomar o carro deixam a riqueza experimentada remetida ao íntimo de cada um, com o risco de se esvair depressa, precisamente por falta da “ressonância”.
Para além dos espaços, que haveriam de permitir o convívio que prolongue o encontro, o modo de saída e despedida do presidente poderá criar ambiente para que as pessoas continuem o convívio e desenhem, em diálogo, o que possa ser propósito prático da eucaristia para a vida da semana.
Q.S.
