(…) Ou votamos branco-nulo, ou votamos num dos partidos actuais: essa é a escolha. Abster-se é um erro grave e sinal de fraca inteligência.
Luís Campos e Cunha
Público, 27-05-2011
Infelizmente este país, às vezes, parece que não tem emenda. Que ainda não percebeu o difícil que vai ser continuar a ter quem nos financie – ou seja, o difícil que será cumprir o acordo. E que Portugal não se importa de rolar pela encosta abaixo, porventura a fazer companhia à Grécia.
José Manuel Fernandes
Público, 27-05-2011
A situação do país nunca foi tão grave. A campanha eleitoral nunca foi tão primária.
Helena Garrido
Jornal de Negócios, 26-05-2011
Duvido que haja alguém vivo com memória de tempos tão difíceis como os que temos pela frente.
António Nogueira Leite
Diário Económico, 24-05-2011
A má fama que o país criou vai permanecer por muitos anos.
Armando Esteves Pereira
Correio da Manhã, 24-05-2011
Espero que as forças políticas, uma vez passado este período que inevitavelmente é de controvérsia, sejam capazes de assumir a responsabilidade que lhes cabe de pôr o interesse nacional em primeiro plano.
Rui Vilar
Diário de Notícias, 23-05-2011
Portugal, pelo estado caótico a que chegaram as finanças públicas, não terá, certamente, 20 anos pela frente.
Vasco Pinto Leite
Diário de Notícias, 28-05-2011
Hoje, perante as inumeráveis vítimas da crise do império universal da especulação financeira, que sugere o espírito de Cristo à Igreja, a nível local e global, para descobrir os caminhos de uma nova cultura de solidariedade, agregando todas as pessoas de boa vontade?
Bento Domingues
Público, 29-05-2011
