Difícil mas aliciante

Fórum Nacional das Vocações juntou em Fátima animadores juvenis preocupados com a dimensão vocacional. Esta área da vida da Igreja exige “afeição, amor permanente e entrega constante”.

O Santuário de Fátima acolheu, a 28 e 29 de Outubro, o VIII Fórum Nacional das Vocações, organizado pela Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM).

O P.e Juan Carlos Martos, responsável pela animação vocacional dos Missionários Claretianos, partilhou as suas reflexões, a sua experiência, o seu saber e o seu amor por esta área da acção pastoral.

A pastoral vocacional como missão compartilhada, a clarificação da acção pastoral pela metodologia a implementar e o testemunho forte e vigoroso foram as áreas aprofundadas. O tema do despertar vocacional foi desenvolvido por um painel de testemunhos, onde participou o João Santos, seminarista maior da Diocese de Aveiro.

Salientamos a mensagem de que na pastoral vocacional, nos grupos juvenis ou de adultos, é necessário sermos ambiciosos nos objectivos, exigentes na mensagem, convincentes e entusiasmados no testemunho.

D. António Francisco dos Santos, presidente da CEVM, sublinhava na Eucaristia de encerramento que “a nossa mediação vocacional passa pelo testemunho autêntico da nossa vida. A pastoral vocacional exige afeição, amor permanente e entrega constante”. Ora digam lá que não é aliciante!

SDPJV Aveiro

Oração, acção e paixão por este trabalho

Por vezes, ficamos mais descansados quando percebemos que as nossas inquietações são partilhadas por outras pessoas.

Este fim-de-semana permitiu sentir esse conforto através da partilha que se viveu. As inquietações das nossas paróquias, dos nossos arciprestados e da nossa diocese são partilhadas por outras dioceses, outras províncias. A pastoral vocacional é de todos e para todos, num caminho de exigência na proposta e de atenção no acompanhamento, pelo que devemos apostar na formação dos nossos agentes vocacionais, que devem ser pessoas de oração, acção e paixão por este trabalho.

Há que acreditar que, apesar de não atravessarmos um tempo de optimismo, não podemos perder a esperança.

Tânia Silva, da Equipa Arciprestal de Pastoral Juvenil e Vocacional de Anadia