“Os portugueses disseram sim à despenalização do aborto mas não disseram sim à subsidiação e gratificação do aborto. Não podemos enganar o povo. [Recuso que] uma mulher com um vencimento de dez mil euros por mês tenha o aborto pago pelo modesto empregado fabril que ganha 600 euros”.
Isilda Pegado, em declarações à Agência Ecclesia, na passagem do quinto ano do referendo que aprovou a despenalização do aborto. A presidente Federação Portuguesa denuncia que quem aborta tem direito a “30 dias de férias, ou de baixa”, com “direito a vencimento completo”.
