Comunidade Partilhas de alguns dos 112 jovens de Aveiro que passaram a semana do Carnaval na comunidade ecuménica de Taizé, França. As siglas referem-se às escolas (Esc. Sec. Jaime Magalhães Lima; José Estêvão; Mário Sacramento).
Adorava ter ficado por lá mais tempo
Foi uma experiência muito positiva, desde o convívio ao conseguir «encontrar-me». A verdade é que vamos todos um pouco perdidos para lá e voltamos em paz connosco e em harmonia com os outros. Conheci pessoas incríveis, partilhei experiências únicas, aprofundei amizades e vivi momentos inesquecíveis. Foi uma das melhores semanas da minha vida e adorava ter ficado por lá mais tempo.
Sara Brandão, ESJML
Ponto forte:
as orações
A minha experiência em Taizé foi muito boa, superou todas as minhas expetativas. Se pudesse escolher um ponto forte diria as orações, sobretudo as orações da noite. Gostei do meu grupo de partilha/reflexão. Adorei o convívio que se gerou entre as escolas de Aveiro, o convívio com os italianos, americanos, etc. Diverti-me imenso. Neste momento o meu novo objetivo é ir a Taizé como voluntário, durante um mês. Nesta semana senti-me útil para aquela comunidade. Taizé ficará sempre no meu coração.
José Santos, ESJML
Encontra-se
a paz interior
Foi sem dúvida uma grande aventura. Conheci pessoas extraordinárias, visitei sítios deslumbrantes, tive a oportunidade de reforçar amizades e acima de tudo encontrar a paz interior que neste momento sinto. A ida a Taizé é uma experiência única, porque nos ensina a ver o mundo, as pessoas e a vida de uma forma diferente.
Ana Albuquerque, ESJML
Alegria nas tarefas que detestamos
Taizé é uma espécie de «aldeia da fantasia». É tudo tão simples e perfeito. Até as tarefas que no nosso dia a dia detestamos, como limpar casas de banho, são entusiasmantes e feitas com a maior das alegrias. A vivência e o companheirismo que se encontram são a prova de que podemos viver em paz connosco e com os outros. Falávamos com toda a gente que encontrávamos pelas «ruas de Taizé» e éramos recebidos sempre com um sorriso e toneladas de simpatia porque, estávamos todos a viver o mesmo, com o mesmo propósito. (…) Sei que, mais tarde ou mais cedo, irei regressar.
Ana Rodrigues, ESJML
A religião importa
Nunca pensei que uma semana em Taizé fizesse tanta importância na minha vida. Nunca liguei à religião, pois pensava que isso não era importante para a minha vida, e em Taizé descobri o contrário. Não só é importante, como é uma das coisas mais importantes. Durante anos andei perdida, desencontrada de mim própria. É incrível como numa semana me redescobri. Aquele ambiente calmo e pleno faz com que Taizé se torne num sítio único, onde podemos ser nós próprios, e vivermos em tranquilidade, coisa que na cidade não é possível. Descobrimos o gosto pelas orações, pelos cânticos, e passamos a levar a religião e mesmo Deus connosco, dia após dia, na esperança que Ele nos ajude e esteja sempre connosco.
Sofia Lucas, ESJML
Ficamos mais fortes
Taizé pode ser para muitos de nós um ponto de partida na caminhada da vida, mas a virtude do silêncio testemunhado foi a descoberta de nós mesmos. Daí que todos reconheçam que ficamos mais fortes, mais conscientes do que somos, mais alegres, mais enérgicos. E regressámos com mais ânimo e com outras motivações. Na colina de Taizé, encontramos crentes de várias religiões, predominantemente cristãs, mas também há jovens não crentes. O certo é que todos se envolvem numa perspetiva de descoberta, participando abertamente, sem problemas nem preconceitos. Um obrigado aos professores que nos acompanharam e que connosco conviveram.
Andreia Rodrigues, ESMS
Caminho para ser
melhor pessoa
Em Taizé, eu vivi grandes momentos passados com “amigos e amigos”, nos quais, tanto com uns como com outros aprendi sempre coisas novas. Sobretudo, nos momentos de oração e reflexão consegui encontrar uma ligação com Deus que me mostrou um caminho para ser uma pessoa melhor, porque “Deus não dá respostas para os problemas, mas mostra-nos o caminho que devemos seguir, o qual nós podemos escolher esse caminho ou não.” Para Aveiro, trouxe grandes Amizades, espírito de sacrifício, alegria, paz e uma missão nova para completar. O momento de partida não foi um Adeus mas sim um, “Até Logo, Taizé!”
Gonçalo Dinis, ESJE
