“Que futuro pode ter um país em que os seus jovens são deixados no desemprego e sem perspetivas? Os números do desemprego divulgados são cada vez mais assustadores (…) Talvez, o mais grave desta crise generalizada seja o facto de as pessoas estarem descrentes e frustradas, terem perdido a esperança e a garra de dar um passo em frente e idealizar o seu futuro, não cedendo os seus direitos ou alugando o seu poder de decisão”.
Comunicado da Juventude Operária Católica (JOC) sobre o agravamento da precariedade e do desemprego em Portugal, a propósito do 1.º de Maio.
