Breve Uma equipa internacional, liderada pelo Prof. Andrei Kholkin, do Centro de Investigação em Materiais Cerâmicos e Compósitos da Universidade de Aveiro (UA) e do Dep. de Eng. de Materiais e Cerâmica da UA, descobriu a presença de ferroeletricidade na glicina, o mais simples dos aminoácidos, o que pode permitir formar a base, por exemplo, para uma memória que, implantada dentro do corpo humano, possa programar minúsculos implantes para entregar medicação exatamente no local e na dosagem necessárias, os chamados “medicamentos elétricos”.
