Comunidade O Estado português, com 15% de desempregados, com mais de dois milhões de portugueses em dificuldades materiais, com tantas famílias a entregar a sua casa ao fisco e ao banco por não poderem pagar a prestação e a ficarem na rua, com milhares de estudantes a desistirem de estudar por não terem dinheiro para comer e para pagar as propinas na universidade, com tanta gente às portas da Igreja a pedir socorro, com tantos suicídios de pessoas desempregadas, com a vida difícil que atravessam, com tantos emigrantes portugueses a dormirem ao relento nas ruas de Londres, da Suíça e da Alemanha, com esta desgraça toda, o Estado português gasta 45 milhões de euros em abortos praticados nos nossos hospitais! Assim, que futuro querem os nossos governantes para Portugal?
Ai para onde vai o meu subsídio de férias e de Natal! Isto anda tudo doido! Estou aterrado! (…). Pobre país! Portugueses, acordai, acordai! Como gritou D. Manuel de Almeida Trindade, Bispo de Aveiro. Brevemente, poderemos vir a ter em Portugal, apenas pedras e animais selvagens. Animais selvagens, já existem. É uma tristeza! Porque sou filho, sou pai e sou avô, aqui deixo um hino dedicado à criança, assinalando o Dia Mundial da Criança.
CRIANÇA
Criança, menina ou moça
És a alegria de uma mãe.
Só ela dirá com força
O rico tesouro que tem.
Tudo passa nesta vida
Até a própria esperança.
Jamais passará vencida,
A vida de uma criança.
Bebé, criança, menino,
Como pode tratar-se assim
Alguém qual lobo felino,
À tua vida tenta pôr fim?!
Com que direito tem alguém
De cantar teu dia mundial
Se ao mesmo tempo grita também
Queremos o aborto legal!?
És a alegria do Mundo
És a esperança dum Povo,
Apenas tu és no fundo
O futuro de um mundo novo.
Mulheres e jovens, cantem comigo.
Basílio de Oliveira, Vagos
