Li e Recomendo Fernando Baptista sugere “Boas práticas da Educação. O papel do professor”, de António Estanqueiro, na Editorial Presença.
Em “Boas práticas da Educação. O papel do professor”, António Estanqueiro, escritor vaguense que há dias esteve na Escola Secundária de Vagos para uma conversa promovida pelo grupo de Educação Moral e Religiosa Católica, ajuda-nos a reflectir a pertinência de sermos “professores praticantes”, isto é, focados no que é necessário e contribui para uma boa educação, sem esquecer a nuvem negra que paira sobre a educação (excesso de legislação, políticas etc.).
O autor frisa que a competência do professor tem três níveis: é científica, pedagógica e relacional. O aluno é pessoa e o professor é pessoa. O aluno não é uma máquina aprendente nem o professor uma máquina ensinante. O factor humano é decisivo na educação. Os bons professores são optimistas, cultivam expectativas positivas sobre si próprios e sobre os alunos. Se eu acreditar muito nos alunos, faço os possíveis para eles serem como devem ser. Se lhes transmito falta de confiança, empurro-os para o insucesso. Há missão mais importante do que determinar pela positiva a vida de um aluno?
