Na Imprensa

Curioso. Meio mundo tem uma opinião sobre os privilégios académicos de Miguel Relvas, mas quase ninguém menciona o fundamento desses privilégios. E nem é necessário grande capacidade dedutiva. O “dr.” Relvas é maçon, variante Grande Loja do Oriente Lusitano. O presidente da Lusófona também é maçon, e também membro da mesma “loja”. Em 2006, ano da matrícula do “dr.” Relvas naquela universidade, ambos já eram “irmãos” na sociedade que se desejaria secreta.

Alberto Gonçalves

Diário de Notícias, 22-07-2012

A única cura, sempre anunciada e nunca realizada, viria de uma verdadeira reforma do Estado, com extinção de múltiplos serviços inúteis ou ociosos, redução drástica de outros e adopção de uma atitude geral de parcimónia e respeito pelo dinheiro dos contribuintes. Como as empresas fizeram já, a nossa máquina pública tem de aprender a viver com o que temos, curando a sua toxicodependência do crédito externo. Numa palavra, o contrário da posição dos últimos anos, que nos trouxe à crise.

João César de Neves

Diário de Notícias, 16-07-2012

No belo, tornamo-nos vizinhos imediatos do próprio transcendente. Como escreveu George Steiner, “a poesia, a arte, a música são os meios portadores desta vizinhança”. A música, nomeadamente, é inseparável do sentimento religioso: “Ela foi durante muito tempo, continua a ser hoje, a teologia não escrita dos que não têm ou recusam qualquer crença formal.”

Anselmo Borges

Diário de Notícias, 21-07-2012

(…) O estado da Igreja terá de ser o de escuta e intervenção, para oferecer a todas as pessoas de boa vontade a sua gramática da transcendência da vida humana.

Bento Domingues

Público, 22-07-2012