Igreja não deve procurar vinganças, mesmo diante da injustiça e do mal, disse Bento XVI, mas promover o perdão.
Bento XVI lembrou no domingo, 20 de Fevereiro, aqueles que, em todo o mundo, “perseguem os cristãos, pedindo que a Igreja não procure “vingança” e promova o “perdão”.
“Quando se sofre por causa do mal, da perseguição, da injustiça, evitemos a retaliação, a vingança e o ódio, rezemos pelos perseguidores”, disse o Papa, após a recitação da oração do Angelus, na praça de São Pedro, Vaticano.
Perante milhares de pessoas reunidas para este tradicional apontamento dominical, seguido em todo o mundo através dos meios de comunicação social, Bento XVI convidou a promover “resolutamente actos concretos de perdão”.
“O amor efectivo pelo próximo é capaz de mudar a ordem do mundo, recusando a sua falsa sabedoria e os ídolos que ela propõe”, acrescentou.
Antes, na sua catequese inicial, o Papa apelou os cristãos a realizar “uma nova de existência, animada pelo amor e destinada à eternidade”.
