Bispo de Aveiro incentiva professores de EMRC

No passado sábado, 15 de setembro, realizou-se o encontro de professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), na Casa Diocesana de Nossa Senhora do Socorro, em Albergaria.

Este encontro teve como tema central a Missão Jubilar e contou, mais uma vez, com a imprescindível presença de D. António Francisco dos Santos, Bispo da Diocese de Aveiro, que começou a sua intervenção por saudar todos os professores em geral e cada um em particular, apelando para a importância de tomarem consciência de que devem agir cada vez mais como grupo e a envolverem-se nesse mesmo grupo. Tais encontros são espaços de convívio necessários para cada um que, na base da amizade, abre caminho à confiança, permitindo a ajuda mútua ao longo do ano.

No decorrer da reflexão, o Bispo de Aveiro focou a sua intervenção em três aspetos fundamentais: a valorização da formação; o envolvimento de todos na Missão Jubilar e a missão do professor de EMRC.

Em primeiro lugar, destacou a importância e a necessidade de, cada vez mais, se estabelecer uma cultura de formação. A formação não termina com uma licenciatura mas deve ser permanente, contínua.

Quanto à celebração da Missão Jubilar, várias são as razões para a celebrar: os cinquenta anos da vinda de D. Manuel de Almeida Trindade para a Diocese de Aveiro, a transmissão do anúncio, da beleza e do encanto do acreditar e a irradiação de um novo impulso evangelizador. Está a viver-se o ano da fé. Tal como é referido na Carta Apostólica “A Porta da Fé”, “atravessar a porta da fé implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira”. A fé não é um dado adquirido mas um caminho em permanente construção. A fé é um dom. Os professores de EMRC também são peregrinos da fé. A sua função é também ajudar os alunos a descobrir essa fé. E esta descoberta passa, certamente, pela missão de ajudar a delinear o projeto de vida dos seus alunos. O professor, como pessoa atenta que é, deve ajudar e estar presente nas horas de decisão que os alunos querem para a vida.

Que este ano jubilar, que agora começa, traga um novo impulso aos mais adormecidos na fé, de modo a viverem com mais intensidade e a testemunharem na caridade.

Rosa Batista